Filho de Bolsonaro visita PMs presos por acusação de participar da chacina do Curió

EM DEFESA DA POLÍCIA

Filho de Bolsonaro visita PMs presos por acusação de participar da chacina do Curió

O deputado federal de São Paulo, filho do deputado Jair Bolsonaro, esteve na última quarta-feira (21) em Fortaleza

Por Lyvia Rocha em Política

22 de setembro de 2016 às 15:26

Há 3 anos
Jair-Bolsonaro-deputado

Eduardo Bolsonaro questionou a ação de grupos de direitos humanos no Brasil (FOTO: Agência Câmara)

Os policiais militares que estão presos no 5º Batalhão da Polícia Militar, no Centro de Fortaleza, sob acusação de participar da chacina do Curió, receberam na última quarta-feira (21) a visita do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-SP).

Para o filho do também deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), eles foram presos de acordo com denúncias imprecisas, como afirmou em uma postagem nas suas redes sociais. “São 44 PMs presos preventivamente – e não disciplinarmente – com base em denúncias genéricas”, comentou.

O parlamentar critica a postura dos grupos de direitos humanos no Brasil. “Não há a individualização da conduta de cada um, bastou estarem de serviço naquele fatídico dia. É como se ocorresse um assassinato no seu prédio e prendessem todos os moradores dele em razão disso. Essa é a política de direitos humanos no Brasil”, questionou.

Além de visitar os policiais, Eduardo Bolsonaro também foi a Universidade Federal do Ceará (UFC) e também a uma escola em Aquiraz, para falar sobre o ato “Escola sem partido no Ceará”.

Relembre o caso da chacina

Em 2015, 11 homicídios foram registrados no intervalo de poucas horas na Grande Messejana, em Fortaleza. As mortes aconteceram durante a madrugada do dia 12 de novembro.

Após quase 10 meses de investigação, mais de 40 policiais tiveram prisões decretados pela Justiça, no último dia 30, denunciados por envolvimento da chacina do Curió.

Os denunciados estariam ligados à chacina direta ou indiretamente, por participação direta ou omissão entre outras possibilidades.

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EM DEFESA DA POLÍCIA

Filho de Bolsonaro visita PMs presos por acusação de participar da chacina do Curió

O deputado federal de São Paulo, filho do deputado Jair Bolsonaro, esteve na última quarta-feira (21) em Fortaleza

Por Lyvia Rocha em Política

22 de setembro de 2016 às 15:26

Há 3 anos
Jair-Bolsonaro-deputado

Eduardo Bolsonaro questionou a ação de grupos de direitos humanos no Brasil (FOTO: Agência Câmara)

Os policiais militares que estão presos no 5º Batalhão da Polícia Militar, no Centro de Fortaleza, sob acusação de participar da chacina do Curió, receberam na última quarta-feira (21) a visita do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-SP).

Para o filho do também deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), eles foram presos de acordo com denúncias imprecisas, como afirmou em uma postagem nas suas redes sociais. “São 44 PMs presos preventivamente – e não disciplinarmente – com base em denúncias genéricas”, comentou.

O parlamentar critica a postura dos grupos de direitos humanos no Brasil. “Não há a individualização da conduta de cada um, bastou estarem de serviço naquele fatídico dia. É como se ocorresse um assassinato no seu prédio e prendessem todos os moradores dele em razão disso. Essa é a política de direitos humanos no Brasil”, questionou.

Além de visitar os policiais, Eduardo Bolsonaro também foi a Universidade Federal do Ceará (UFC) e também a uma escola em Aquiraz, para falar sobre o ato “Escola sem partido no Ceará”.

Relembre o caso da chacina

Em 2015, 11 homicídios foram registrados no intervalo de poucas horas na Grande Messejana, em Fortaleza. As mortes aconteceram durante a madrugada do dia 12 de novembro.

Após quase 10 meses de investigação, mais de 40 policiais tiveram prisões decretados pela Justiça, no último dia 30, denunciados por envolvimento da chacina do Curió.

Os denunciados estariam ligados à chacina direta ou indiretamente, por participação direta ou omissão entre outras possibilidades.