#Conjunturas: "O fundo eleitoral que pretende-se criar é uma afronta a todas pessoas de bem", desabafa Cabo Sabino

DEBATE

#Conjunturas: “O fundo eleitoral que pretende-se criar é uma afronta a todas pessoas de bem”, desabafa Cabo Sabino

O deputado federal Cabo Sabino (PR), o estadual Carlos Matos (PSDB) e o vereador de Fortaleza Guilherme Sampaio (PT) comentaram sobre fundo partidário

Por Tribuna do Ceará em Política

2 de agosto de 2017 às 12:23

Há 4 meses
conjunturas-tribuna-bandnews

(FOTO: Arquivo Tribuna do Ceará)

O fundo partidário que está sendo discutido no Congresso Nacional foi tema do Conjunturas desta quarta-feira (2). O quadro vai ao ar segunda, quarta e sexta, pela manhã, no Tribuna BandNews 1ª edição.

O fundo partidário consiste no financiamento de campanhas com dinheiro público. Nas eleições municipais de 2016, esse fundo ganhou uma nova importância, já que as doações empresariais foram proibidas. O deputado federal Cabo Sabino (PR), o estadual Carlos Matos (PSDB) e o vereador de Fortaleza Guilherme Sampaio (PT) comentaram o assunto.

“O fundo eleitoral que pretende-se criar é uma afronta a todas as pessoas de bem desse país, principalmente pessoas mais simples e mais humildes”, pontuou Sabino. Para ele, vai ser construída uma ação, tirando direitos da população. “Esses partidos vão ficar com fundo partidário para quê? Qual trabalho social de partido para população. Criar fundo pra poder comprar voto, é isso que vão fazer”.

Segundo Guilherme, o fator mais grave da discussão é a falta de transparência. “Essa é uma discussão que acontece por trás dos panos”. Ele acredita que deveria haver uma composição de financiamento público enxuto: simplificando a campanha com regras para materiais e produção de TV. “Evitar que grande empresário, que tem dinheiro, possa ter vantagem competitiva para montar sua campanha. Corresponsabiliza o Estado de dar uma estrutura mínima para quem quer ser candidato”.

“Acho uma vergonha. Isso sim eu acho um golpe”, destaca Carlos Matos. Para ele, alguém que seja um “nome novo para oxigenar a política” seria prejudicado por não ser aceito em partidos. Além disso, criticou as campanhas que era financiadas por empresas de forma “viciada”. “Em vez de coibir esses absurdos, vai para outro absurdo, facilitando o mundo do crime. Vão criar partidos novos de organizações criminosas”.

Confira o debate completo sobre o tema entre o vereador Guilherme Sampaio, o deputado estadual Carlos Matos e o deputado federal Cabo Sabino:

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#Conjunturas: “O fundo eleitoral que pretende-se criar é uma afronta a todas pessoas de bem”, desabafa Cabo Sabino

O deputado federal Cabo Sabino (PR), o estadual Carlos Matos (PSDB) e o vereador de Fortaleza Guilherme Sampaio (PT) comentaram sobre fundo partidário

Por Tribuna do Ceará em Política

2 de agosto de 2017 às 12:23

Há 4 meses
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(FOTO: Arquivo Tribuna do Ceará)

O fundo partidário que está sendo discutido no Congresso Nacional foi tema do Conjunturas desta quarta-feira (2). O quadro vai ao ar segunda, quarta e sexta, pela manhã, no Tribuna BandNews 1ª edição.

O fundo partidário consiste no financiamento de campanhas com dinheiro público. Nas eleições municipais de 2016, esse fundo ganhou uma nova importância, já que as doações empresariais foram proibidas. O deputado federal Cabo Sabino (PR), o estadual Carlos Matos (PSDB) e o vereador de Fortaleza Guilherme Sampaio (PT) comentaram o assunto.

“O fundo eleitoral que pretende-se criar é uma afronta a todas as pessoas de bem desse país, principalmente pessoas mais simples e mais humildes”, pontuou Sabino. Para ele, vai ser construída uma ação, tirando direitos da população. “Esses partidos vão ficar com fundo partidário para quê? Qual trabalho social de partido para população. Criar fundo pra poder comprar voto, é isso que vão fazer”.

Segundo Guilherme, o fator mais grave da discussão é a falta de transparência. “Essa é uma discussão que acontece por trás dos panos”. Ele acredita que deveria haver uma composição de financiamento público enxuto: simplificando a campanha com regras para materiais e produção de TV. “Evitar que grande empresário, que tem dinheiro, possa ter vantagem competitiva para montar sua campanha. Corresponsabiliza o Estado de dar uma estrutura mínima para quem quer ser candidato”.

“Acho uma vergonha. Isso sim eu acho um golpe”, destaca Carlos Matos. Para ele, alguém que seja um “nome novo para oxigenar a política” seria prejudicado por não ser aceito em partidos. Além disso, criticou as campanhas que era financiadas por empresas de forma “viciada”. “Em vez de coibir esses absurdos, vai para outro absurdo, facilitando o mundo do crime. Vão criar partidos novos de organizações criminosas”.

Confira o debate completo sobre o tema entre o vereador Guilherme Sampaio, o deputado estadual Carlos Matos e o deputado federal Cabo Sabino: