Sindiônibus garante que transporte coletivo vai circular normalmente nesta sexta-feira

RESPOSTA

Sindiônibus garante que transporte coletivo vai circular normalmente nesta sexta-feira

Em nota, o Sindiônibus disse que as empresas estarão enviando todos os esforços para que os coletivos circulem normalmente no estado e condena a ação do Sintro

Por Tribuna do Ceará em Mobilidade Urbana

29 de junho de 2017 às 16:41

Há 5 meses

Sindiônibus solicitou ação da Polícia Militar (FOTO: Roberta Tavares/Tribuna do Ceará)

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) se posicionou, na tarde desta quinta-feira (29), de forma contrária à adesão da greve geral da próxima sexta-feira (30) por parte do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará (Sintro).

Em nota, o Sindiônibus disse que as empresas estarão enviando todos os esforços para que os coletivos circulem normalmente no estado.

O sindicato, está solicitando, ainda uma ação efetiva ao comando da Polícia Militar “que impeça por parte do Sintro ações violentas e ilegais no sentido de garantir a livre circulação das pessoas e o consequente acesso aos serviços de transporte coletivo da capital e Região Metropolitana”.

O Sindiônibus também condenou a forma de abordagem do sindicato dos trabalhadores. “Em uma prática recorrente, a diretoria do Sintro tem usado da violência e da intimidação tentando impedir o trabalhador que não pretende aderir aos movimentos ilegais de paralisação do transporte mediante a obstrução de garagens das empresas, terminais de integração e das vias públicas”. E garantiu que, no entanto, os profissionais do transporte da capital “têm demonstrado a vontade de cumprir a sua missão de transportar e não perder seu dia de trabalho”.

A nota chamou atenção para os processos legais de devem anteceder uma greve. “Obrigatoriamente necessita de procedimentos legais, tais como a comunicação prévia ao Sindiônibus e aos usuários com uma antecedência de 72 horas e a definição de uma frota mínima para o atendimento à população. Qualquer paralisação que não siga esse rito é um ataque ao fortalezense e estará ferindo frontalmente às leis e ao próprio direito de greve, instrumento legal do trabalhador”, disse.

Outro ponto defendido pelo sindicato, é a não vinculação do movimento com um partido, o que não está acontecendo, segundo eles. “Não podemos admitir que a diretoria do Sintro, vinculada a partido político, utilize o sindicato e o trabalhador para legitimar interesses partidários e prejudicar a população que necessita do transporte coletivo para ir ao encontro de suas necessidades”.

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Sindiônibus garante que transporte coletivo vai circular normalmente nesta sexta-feira

Em nota, o Sindiônibus disse que as empresas estarão enviando todos os esforços para que os coletivos circulem normalmente no estado e condena a ação do Sintro

Por Tribuna do Ceará em Mobilidade Urbana

29 de junho de 2017 às 16:41

Há 5 meses

Sindiônibus solicitou ação da Polícia Militar (FOTO: Roberta Tavares/Tribuna do Ceará)

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) se posicionou, na tarde desta quinta-feira (29), de forma contrária à adesão da greve geral da próxima sexta-feira (30) por parte do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará (Sintro).

Em nota, o Sindiônibus disse que as empresas estarão enviando todos os esforços para que os coletivos circulem normalmente no estado.

O sindicato, está solicitando, ainda uma ação efetiva ao comando da Polícia Militar “que impeça por parte do Sintro ações violentas e ilegais no sentido de garantir a livre circulação das pessoas e o consequente acesso aos serviços de transporte coletivo da capital e Região Metropolitana”.

O Sindiônibus também condenou a forma de abordagem do sindicato dos trabalhadores. “Em uma prática recorrente, a diretoria do Sintro tem usado da violência e da intimidação tentando impedir o trabalhador que não pretende aderir aos movimentos ilegais de paralisação do transporte mediante a obstrução de garagens das empresas, terminais de integração e das vias públicas”. E garantiu que, no entanto, os profissionais do transporte da capital “têm demonstrado a vontade de cumprir a sua missão de transportar e não perder seu dia de trabalho”.

A nota chamou atenção para os processos legais de devem anteceder uma greve. “Obrigatoriamente necessita de procedimentos legais, tais como a comunicação prévia ao Sindiônibus e aos usuários com uma antecedência de 72 horas e a definição de uma frota mínima para o atendimento à população. Qualquer paralisação que não siga esse rito é um ataque ao fortalezense e estará ferindo frontalmente às leis e ao próprio direito de greve, instrumento legal do trabalhador”, disse.

Outro ponto defendido pelo sindicato, é a não vinculação do movimento com um partido, o que não está acontecendo, segundo eles. “Não podemos admitir que a diretoria do Sintro, vinculada a partido político, utilize o sindicato e o trabalhador para legitimar interesses partidários e prejudicar a população que necessita do transporte coletivo para ir ao encontro de suas necessidades”.