Jovem defende projeto de conclusão de curso com livro sobre mobilidade urbana
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ

Jovem defende projeto de conclusão de curso com livro sobre mobilidade urbana

A jornalista fez o livro de crônicas sobre curiosidades dentro de um transporte coletivo

Por Lyvia Rocha em Mobilidade Urbana

6 de dezembro de 2016 às 07:00

Há 6 meses
aplicativo-meu-ônibus

(FOTO: Arte/Tribuna do Ceará)

Desde criança andando de ônibus, a jornalista Cinthia Freitas, resolveu colocar a experiência de anos em um livro de crônicas, em julho deste ano, no projeto de conclusão do curso de Jornalismo.

Em seu trabalho da Universidade Federal do Ceará (UFC), a jovem escreveu o “Histórias que circulam – Vivências do transporte coletivo”, no qual conta histórias sobre pessoas que andam dentro dos coletivos e as histórias que utilizam o ônibus diariamente.

livro-mobilidade-urbana

O livro espera uma editora para ser lançado e publicado (FOTO: Cinthia Freitas) O livro espera uma editora para ser lançado e publicado (FOTO: Cinthia Freitas)

A ideia surgiu após observar o cotidiano dentro dos ônibus, transporte que ela já utiliza por pelo menos 15 anos.

“Um assunto que sempre pensei, sempre veio a minha cabeça, porque além de eu andar bastante de ônibus, eu sempre tive um jeito observador do cotidiano. Através das experiências que eu vivia, que observava eu percebi que poderia transformar aquelas histórias em crônicas”, comentou.

Com tantas pessoas diferentes utilizando todos os dias o transporte coletivo, a jornalista acredita que andar de ônibus é retratar a própria vida.

“Falar dos coletivos são as pessoas mesmo, observar o outro, existe o diferente de você, o desconhecido, que você não gosta, mas você tem que respeitar , metáfora da própria existência, viés filosófico, vivência de coletividade, respeitar o espaço do outro. Acredita que é uma metáfora da própria vida”, relatou.

Foi um ano todo circulando por várias linhas de ônibus. O tempo longo foi uma estratégia da estudante. “Eu quis um período grande para observar bem tudo. Fiquei mais ou menos 1 ano que fiquei estudante e observando, percorrendo várias linhas como a Parangaba Mucuripe que eu saía do terminal e ia até o Serviluz”, disse.

Após defender o trabalho de conclusão de curso e ter se formado em jornalismo, a jovem agora espera que o livro com 12 crônicas consiga ser publicado. “Agora estou esperando e também conversando com algumas editoras para ver se conseguimos publicar essas histórias”, finaliza.

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“Um assunto que sempre pensei, sempre veio a minha cabeça, porque além de eu andar bastante de ônibus, eu sempre tive um jeito observador do cotidiano. Através das experiências que eu vivia, que observava eu percebi que poderia transformar aquelas histórias em crônicas”, comentou.

Com tantas pessoas diferentes utilizando todos os dias o transporte coletivo, a jornalista acredita que andar de ônibus é retratar a própria vida.

“Falar dos coletivos são as pessoas mesmo, observar o outro, existe o diferente de você, o desconhecido, que você não gosta, mas você tem que respeitar , metáfora da própria existência, viés filosófico, vivência de coletividade, respeitar o espaço do outro. Acredita que é uma metáfora da própria vida”, relatou.

Foi um ano todo circulando por várias linhas de ônibus. O tempo longo foi uma estratégia da estudante. “Eu quis um período grande para observar bem tudo. Fiquei mais ou menos 1 ano que fiquei estudante e observando, percorrendo várias linhas como a Parangaba Mucuripe que eu saía do terminal e ia até o Serviluz”, disse.

Após defender o trabalho de conclusão de curso e ter se formado em jornalismo, a jovem agora espera que o livro com 12 crônicas consiga ser publicado. “Agora estou esperando e também conversando com algumas editoras para ver se conseguimos publicar essas histórias”, finaliza.

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