Enquete aponta que 99% dos leitores do Tribuna do Ceará são a favor da liberação do Uber
#TRIBUNAQUERSABER

Enquete aponta que 99% dos leitores do Tribuna do Ceará são a favor da liberação do Uber

A Prefeitura de Fortaleza e o Sindicato dos Taxistas tentam derrubar a decisão da Justiça que liberou a atuação do Uber

Por Daniel Rocha em Mobilidade Urbana

30 de agosto de 2017 às 06:30

Há 3 semanas

A votação teve início na manhã desta segunda-feira (28) (FOTO: Reprodução/Facebook)

Passados 10 dias da decisão da Justiça em liberar as atividades dos motoristas do Uber em Fortaleza, o Tribuna do Ceará realizou, em sua página no Facebook, uma enquete para saber se as pessoas são a favor ou contra o serviço na capital cearense.

Ao todo, 98,7% dos leitores que votaram na enquete apoiam a permissão das atividades da empresa norte-americana de transporte, correspondendo a mais de 3.200 pessoas a favor. Já os que votaram contra a liminar somaram apenas 39 pessoas, equivalente a 1,3% do total.

No último dia 21, a Justiça do Ceará determinou que a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) e Autarquia Municipal de Trânsito (AMC) não podem adotar qualquer medida de restrição ao serviço da empresa Uber do Brasil Tecnologia. A decisão foi realizada pelo juiz titular da 7ª Vara da Fazenda Pública de Fortaleza, Carlos Augusto Correira Lima.

“O serviço de transporte de pessoas oferecido pelo autor, através do aplicativo de dispositivo móvel (aparelhos celulares, tablets etc), insere-se na modalidade de contrato particular de transporte, não se confundindo com o serviço público de transporte prestado por taxistas, mediante permissão do poder público”, afirmou o magistrado.

Com a permissão, a Prefeitura de Fortaleza entrou com uma ação na Justiça, por meio do procurador do Município de Fortaleza, Pedro Saboya Martins, para ser reconsiderada a liminar. A intenção do poder municipal é que os serviços da empresa estrangeira sejam proibidos de atuar na capital.

O procurador alega que o Código Brasileiro de Trânsito (CBT) exige que os motoristas que oferecem serviço remunerado de transporte precisam apresentar ao município a sua certidão criminal, cabendo ao poder público conceder o trabalho ou não. Segundo ele, com a liberação das atividades da Uber, esse requisito não será cumprido.

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Enquete aponta que 99% dos leitores do Tribuna do Ceará são a favor da liberação do Uber

A Prefeitura de Fortaleza e o Sindicato dos Taxistas tentam derrubar a decisão da Justiça que liberou a atuação do Uber

Por Daniel Rocha em Mobilidade Urbana

30 de agosto de 2017 às 06:30

Há 3 semanas

A votação teve início na manhã desta segunda-feira (28) (FOTO: Reprodução/Facebook)

Passados 10 dias da decisão da Justiça em liberar as atividades dos motoristas do Uber em Fortaleza, o Tribuna do Ceará realizou, em sua página no Facebook, uma enquete para saber se as pessoas são a favor ou contra o serviço na capital cearense.

Ao todo, 98,7% dos leitores que votaram na enquete apoiam a permissão das atividades da empresa norte-americana de transporte, correspondendo a mais de 3.200 pessoas a favor. Já os que votaram contra a liminar somaram apenas 39 pessoas, equivalente a 1,3% do total.

No último dia 21, a Justiça do Ceará determinou que a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) e Autarquia Municipal de Trânsito (AMC) não podem adotar qualquer medida de restrição ao serviço da empresa Uber do Brasil Tecnologia. A decisão foi realizada pelo juiz titular da 7ª Vara da Fazenda Pública de Fortaleza, Carlos Augusto Correira Lima.

“O serviço de transporte de pessoas oferecido pelo autor, através do aplicativo de dispositivo móvel (aparelhos celulares, tablets etc), insere-se na modalidade de contrato particular de transporte, não se confundindo com o serviço público de transporte prestado por taxistas, mediante permissão do poder público”, afirmou o magistrado.

Com a permissão, a Prefeitura de Fortaleza entrou com uma ação na Justiça, por meio do procurador do Município de Fortaleza, Pedro Saboya Martins, para ser reconsiderada a liminar. A intenção do poder municipal é que os serviços da empresa estrangeira sejam proibidos de atuar na capital.

O procurador alega que o Código Brasileiro de Trânsito (CBT) exige que os motoristas que oferecem serviço remunerado de transporte precisam apresentar ao município a sua certidão criminal, cabendo ao poder público conceder o trabalho ou não. Segundo ele, com a liberação das atividades da Uber, esse requisito não será cumprido.