Grupo de cristãos se reúne na Arquidiocese para se posicionar contra Bolsonaro no 2º turno

ANTIFASCISTAS

Grupo de cristãos se reúne na Arquidiocese para se posicionar contra Bolsonaro no 2º turno

O grupo teme uma possível exclusão dos direitos de minorias e de pessoas menos favorecidas com um governo de Bolsonaro

Por Tribuna do Ceará em Eleições 2018

11 de outubro de 2018 às 12:16

Há 5 dias
Cristãos contra o facismo

A ideia da reunião é definir um posicionamento político durante as eleições (Foto: Reprodução/Facebook)

Membros de pastorais da Igreja Católica e de outras religiões cristãs se reuniram para discutir o atual contexto político do País.

Segundo Ana Maria, membro da pastoral Caritas Arquidiocesana de Fortaleza, o grupo teme uma possível exclusão dos direitos de minorias e de pessoas menos favorecidas com um governo de Jair Bolsonaro (PSL). A reunião aconteceu na quinta-feira (11), no Centro Pastoral da Arquidiocese de Fortaleza.

O encontro ecumênico pretendia definir o posicionamento político que as pastorais da Igreja Católica e de outras religiões cristãs durante as eleições. Segundo Ana Maria, durante o período eleitoral, tem-se visto declarações de incentivo à violência e a falta de atenção a minorias, o que gerou preocupação por parte dos membros das pastorais sociais.

“Vamos discutir esse momento político para saber as possibilidades de retrocesso e avanço. Poder nos posicionarmos no sentido de saber como vamos trabalhar a questão dos direitos humanos”, esclarece Ana Maria.

Na imagem de divulgação da reunião em que aparece a hashtag #Cristãocontraofacismo, foram convidadas todas as pessoas cristãs, defensores da democracia, dos direitos humanos e antifacistas. Entretanto, Ana explica que a reunião era restrita apenas para membros das pastorais e grupos de outras igrejas cristãs que trabalham com grupos de minorias: moradores em situação de rua, índios, quilombolas, crianças em situação de desnutrição e pessoas que sofrem com a Aids.

“Como a própria Igreja diz, somos o sal e a luz do mundo. Temos que saber como vamos atuar nisso. Por isso, precisamos refletir juntos”, destaca.

Sobre o #Cristãocontraofacismo, a católica explica que a hashtag não refere-se ao nome do grupo. “Algumas pessoas têm usado essa imagem, mas não é o nome do nosso grupo. Mas, realmente, somos contra o fascismo”, ressalta.

Ana Maria acrescenta também que os membros não são partidários e, caso ocorra um governo de Fernando Haddad, terão um posicionamento crítico sobre medidas voltadas para os grupos de minorias.

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Segundo Ana Maria, membro da pastoral Caritas Arquidiocesana de Fortaleza, o grupo teme uma possível exclusão dos direitos de minorias e de pessoas menos favorecidas com um governo de Jair Bolsonaro (PSL). A reunião aconteceu na quinta-feira (11), no Centro Pastoral da Arquidiocese de Fortaleza.

O encontro ecumênico pretendia definir o posicionamento político que as pastorais da Igreja Católica e de outras religiões cristãs durante as eleições. Segundo Ana Maria, durante o período eleitoral, tem-se visto declarações de incentivo à violência e a falta de atenção a minorias, o que gerou preocupação por parte dos membros das pastorais sociais.

“Vamos discutir esse momento político para saber as possibilidades de retrocesso e avanço. Poder nos posicionarmos no sentido de saber como vamos trabalhar a questão dos direitos humanos”, esclarece Ana Maria.

Na imagem de divulgação da reunião em que aparece a hashtag #Cristãocontraofacismo, foram convidadas todas as pessoas cristãs, defensores da democracia, dos direitos humanos e antifacistas. Entretanto, Ana explica que a reunião era restrita apenas para membros das pastorais e grupos de outras igrejas cristãs que trabalham com grupos de minorias: moradores em situação de rua, índios, quilombolas, crianças em situação de desnutrição e pessoas que sofrem com a Aids.

“Como a própria Igreja diz, somos o sal e a luz do mundo. Temos que saber como vamos atuar nisso. Por isso, precisamos refletir juntos”, destaca.

Sobre o #Cristãocontraofacismo, a católica explica que a hashtag não refere-se ao nome do grupo. “Algumas pessoas têm usado essa imagem, mas não é o nome do nosso grupo. Mas, realmente, somos contra o fascismo”, ressalta.

Ana Maria acrescenta também que os membros não são partidários e, caso ocorra um governo de Fernando Haddad, terão um posicionamento crítico sobre medidas voltadas para os grupos de minorias.

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