General Theóphilo critica onda de violência e aponta metas para criar "ilha de segurança" no Ceará

CANDIDATO AO GOVERNO

General Theóphilo diz que Ceará Pacífico “não tem nada de pacífico, e sim de passivo”

O candidato a governador General Theóphilo tem 41 anos de atuação no Exército Brasileiro e fez parte do planejamento da intervenção federal no RJ

Por Tribuna do Ceará em Eleições 2018

1 de agosto de 2018 às 15:11

Há 3 semanas
General Theóphilo é candidato pelo PSDB. (Foto: Reprodução/TV Jangadeiro)

General Theóphilo é candidato pelo PSDB. (Foto: Reprodução/TV Jangadeiro)

O candidato ao Governo do Ceará pelo PSDB, General Theóphilo, em entrevista ao programa Barra Pesada / TV Jangadeiro, criticou a situação de insegurança no Ceará, em meio a série de ataques a ônibus e prédios públicos. Em cinco dias, já são mais 30 ações violentas. Para o candidato, atual governo está “passivo” diante da crise.

“Isso é muito para uma cidade que se diz pacífica, para um governo que diz estar com um projeto do Ceará Pacífico. Isso, para bons entendedores da segurança, não tem nada de pacífico, e sim de passivo”, criticou Theóphilo.

Ele apontou metas de sua possível gestão para tornar o Ceará uma “ilha de segurança”.

“Tudo isso é alimentado pelo crime organizado. Se nós tirarmos essa droga do crime organizado, nós vamos ter uma morte por inanição e vamos tornar nosso Estado uma ilha de segurança. É isso com que nos estamos preocupados”, ressaltou Theóphilo.

Para o candidato, é necessário preparar a polícia, investir em inteligência, mapear delitos, integrar as polícias, investir no levantamento de crimes e na fiscalização de portos, aeroportos e fronteiras. Além disso, ele defendeu a instalação de bloqueadores de celular nos presídios para barrar ações articuladas de dentro das cadeias.

“Temos um governo que está fazendo tipo avestruz: coloca sua cabeça em um buraco e se esconde e, na hora de dar uma resposta, de dizer à população o que está ocorrendo, está oferecendo um jantar em hotel cinco estrelas para um público que está financiando sua campanha”, criticou o candidato, em referência a evento promovido pelo governador Camilo Santana (PT) na segunda-feira (30).

Violência no Ceará

Ao todo, foram 33 ataques, sendo 18 a ônibus e 15 a prédios públicos e privados e veículos do Estado, entre a tarde de sexta-feira (27) e madrugada de terça-feira (31). Entre os ataques, quatro delegacias foram metralhadas ou tiveram veículos estacionados incendiados, e a secretaria municipal de segurança chegou a utilizar sacas de areia para montar uma barricada de proteção na fachada de vidro.

Publicidade

Dê sua opinião

CANDIDATO AO GOVERNO

General Theóphilo diz que Ceará Pacífico “não tem nada de pacífico, e sim de passivo”

O candidato a governador General Theóphilo tem 41 anos de atuação no Exército Brasileiro e fez parte do planejamento da intervenção federal no RJ

Por Tribuna do Ceará em Eleições 2018

1 de agosto de 2018 às 15:11

Há 3 semanas
General Theóphilo é candidato pelo PSDB. (Foto: Reprodução/TV Jangadeiro)

General Theóphilo é candidato pelo PSDB. (Foto: Reprodução/TV Jangadeiro)

O candidato ao Governo do Ceará pelo PSDB, General Theóphilo, em entrevista ao programa Barra Pesada / TV Jangadeiro, criticou a situação de insegurança no Ceará, em meio a série de ataques a ônibus e prédios públicos. Em cinco dias, já são mais 30 ações violentas. Para o candidato, atual governo está “passivo” diante da crise.

“Isso é muito para uma cidade que se diz pacífica, para um governo que diz estar com um projeto do Ceará Pacífico. Isso, para bons entendedores da segurança, não tem nada de pacífico, e sim de passivo”, criticou Theóphilo.

Ele apontou metas de sua possível gestão para tornar o Ceará uma “ilha de segurança”.

“Tudo isso é alimentado pelo crime organizado. Se nós tirarmos essa droga do crime organizado, nós vamos ter uma morte por inanição e vamos tornar nosso Estado uma ilha de segurança. É isso com que nos estamos preocupados”, ressaltou Theóphilo.

Para o candidato, é necessário preparar a polícia, investir em inteligência, mapear delitos, integrar as polícias, investir no levantamento de crimes e na fiscalização de portos, aeroportos e fronteiras. Além disso, ele defendeu a instalação de bloqueadores de celular nos presídios para barrar ações articuladas de dentro das cadeias.

“Temos um governo que está fazendo tipo avestruz: coloca sua cabeça em um buraco e se esconde e, na hora de dar uma resposta, de dizer à população o que está ocorrendo, está oferecendo um jantar em hotel cinco estrelas para um público que está financiando sua campanha”, criticou o candidato, em referência a evento promovido pelo governador Camilo Santana (PT) na segunda-feira (30).

Violência no Ceará

Ao todo, foram 33 ataques, sendo 18 a ônibus e 15 a prédios públicos e privados e veículos do Estado, entre a tarde de sexta-feira (27) e madrugada de terça-feira (31). Entre os ataques, quatro delegacias foram metralhadas ou tiveram veículos estacionados incendiados, e a secretaria municipal de segurança chegou a utilizar sacas de areia para montar uma barricada de proteção na fachada de vidro.