Em Fortaleza, grupo percorre colégios eleitorais incentivando pessoas a não votarem

"CRITICA RADICAL"

Em Fortaleza, grupo percorre colégios eleitorais incentivando pessoas a não votarem

O grupo Critica Radical percorreu as ruas de Fortaleza em um trenzinho com cartazes e músicas de incentivo ao não comparecimento às urnas

Por Tribuna do Ceará em Eleições 2018

7 de outubro de 2018 às 13:41

Há 2 meses
Pessoas em um trem em referência a Em Fortaleza, grupo percorre colégios eleitorais incentivando pessoas a não votarem

O grupo faz diversas ações pela cidade incentivando pessoas a não votarem (FOTO: Tribuna do Ceará)

O grupo Crítica Radical realizou, neste domingo (7), um ato com o intuito de incentivar o não comparecimento das pessoas às urnas. Os participantes se reuniram por volta das 9h na Praça da Gentilândia, no bairro Benfica.

Cerca de 30 pessoas irão percorrer alguns dos principais locais que possuem colégios eleitorais na cidade, como Avenida 13 de maio, Colégio Santo Inácio, Assembleia Legislativa, Universidade Estadual do Ceará (UECE) e bairro Pirambu.

De acordo com a integrante do grupo Crítica Radical Rosa Fonseca, o essencial é combater o patriarcado e o capitalismo. “É necessário um novo movimento social de pessoas conscientes”. A maioria dos participantes eram ligados a política e deixaram de participar de campanhas eleitorais. “Eramos deputados estaduais, federais, prefeitos e vereadores. Deixamos de votar e a cada campanha a gente faz a do não voto, no sentido de construir um movimento realmente de saída do capitalismo.

Rosa comenta que o grupo, que surgiu em 1973, já previa alguns casos que está acontecendo no Brasil. “As pessoas achavam que isso não ia acontecer”. Defensora de não ir votar, ela comenta que só precisou do título quando foi fazer uma viagem para um fórum, na Venezuela. “Eu só precisei do titulo uma vez nesse período todo. Fui no cartório, paguei uma taxa de R$ 3,50 por cada eleição e resolve”.

O grupo acredita na pratica de não votar integralmente. “Acho que o nulo/branco não deixa de ser uma forma de protesto, mas de certa forma legitima as eleições porque as pessoas vão lá”.

Para eles, a ação não é somente se manifestar contra as eleições. “É encorajar o povo brasileiro pra realmente não votar e fazer o proposto, manifestando nossa proposta. Não é só não votar, é construir um movimento de emancipação humana e ambiental”.

Confira vídeo:

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"CRITICA RADICAL"

Em Fortaleza, grupo percorre colégios eleitorais incentivando pessoas a não votarem

O grupo Critica Radical percorreu as ruas de Fortaleza em um trenzinho com cartazes e músicas de incentivo ao não comparecimento às urnas

Por Tribuna do Ceará em Eleições 2018

7 de outubro de 2018 às 13:41

Há 2 meses
Pessoas em um trem em referência a Em Fortaleza, grupo percorre colégios eleitorais incentivando pessoas a não votarem

O grupo faz diversas ações pela cidade incentivando pessoas a não votarem (FOTO: Tribuna do Ceará)

O grupo Crítica Radical realizou, neste domingo (7), um ato com o intuito de incentivar o não comparecimento das pessoas às urnas. Os participantes se reuniram por volta das 9h na Praça da Gentilândia, no bairro Benfica.

Cerca de 30 pessoas irão percorrer alguns dos principais locais que possuem colégios eleitorais na cidade, como Avenida 13 de maio, Colégio Santo Inácio, Assembleia Legislativa, Universidade Estadual do Ceará (UECE) e bairro Pirambu.

De acordo com a integrante do grupo Crítica Radical Rosa Fonseca, o essencial é combater o patriarcado e o capitalismo. “É necessário um novo movimento social de pessoas conscientes”. A maioria dos participantes eram ligados a política e deixaram de participar de campanhas eleitorais. “Eramos deputados estaduais, federais, prefeitos e vereadores. Deixamos de votar e a cada campanha a gente faz a do não voto, no sentido de construir um movimento realmente de saída do capitalismo.

Rosa comenta que o grupo, que surgiu em 1973, já previa alguns casos que está acontecendo no Brasil. “As pessoas achavam que isso não ia acontecer”. Defensora de não ir votar, ela comenta que só precisou do título quando foi fazer uma viagem para um fórum, na Venezuela. “Eu só precisei do titulo uma vez nesse período todo. Fui no cartório, paguei uma taxa de R$ 3,50 por cada eleição e resolve”.

O grupo acredita na pratica de não votar integralmente. “Acho que o nulo/branco não deixa de ser uma forma de protesto, mas de certa forma legitima as eleições porque as pessoas vão lá”.

Para eles, a ação não é somente se manifestar contra as eleições. “É encorajar o povo brasileiro pra realmente não votar e fazer o proposto, manifestando nossa proposta. Não é só não votar, é construir um movimento de emancipação humana e ambiental”.

Confira vídeo: