Candidata do PSDB no Ceará vai à Polícia Federal contra vazamento de fotos íntimas

AÇÃO CRIMINOSA

Candidata do PSDB no Ceará vai à Polícia Federal contra vazamento de fotos íntimas

A candidata ao senado Mayra Pinheiro, do PSDB, é vítima de invasão de privacidade e de compartilhamento de imagens íntimas

Por Tribuna do Ceará em Eleições 2018

19 de setembro de 2018 às 18:00

Há 4 meses
Mayra Pinheiro é candidata ao Senado. (Foto: Divulgação)

Mayra Pinheiro é candidata ao Senado. (Foto: Divulgação)

A candidata ao Senado pelo PSDB, Mayra Pinheiro, acionou a Justiça e a Polícia Federal contra criminosos que roubaram e compartilharam em redes sociais fotos íntimas da médica. Em nota oficial divulgada nesta quarta-feira (19), Mayra relata que a invasão de privacidade aconteceu em 2015 e as imagens foram resgatadas por motivação política.

“Incomodados com o crescimento da nossa campanha, pessoas inescrupulosas e com motivação política, estão fazendo o uso criminoso destas imagens para atacar a minha integridade e atingir meus familiares”, escreveu Mayra.

A médica já foi presidente do Sindicato dos Médicos do Ceará e disputa o Senado em aliança entre PSDB e Pros. Ela afirma que já acionou a Justiça e Polícia Federal com base na Lei n. 12.737/2014 do Código Penal, conhecida como “Lei Carolina Dieckman”.

“Estão tentando me intimidar, mas não vão conseguir. O máximo que conseguem arrancar de mim é indignação e a certeza de que buscarei a aplicação da lei aos delinquentes”, ressaltou.

A Lei Carolina Dieckman tornou crime o ato de invadir, bisbilhotar ou publicar conteúdo de celular, tablet ou computador alheio. A atriz dá nome à lei após caso de repercussão nacional em que teve suas fotos privadas compartilhadas na internet. O caso reforçou as discussões que resultaram na criação da lei. As penas vão desde multas à reclusão de 3 meses a 2 anos.

A candidata lembra ainda que comete o mesmo crime quem oferece, distribui ou difunde imagens roubadas. “Aproveito a oportunidade para me solidarizar com todas aquelas que também sofreram violência e tentativas de ultraje”, pontuou.

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AÇÃO CRIMINOSA

Candidata do PSDB no Ceará vai à Polícia Federal contra vazamento de fotos íntimas

A candidata ao senado Mayra Pinheiro, do PSDB, é vítima de invasão de privacidade e de compartilhamento de imagens íntimas

Por Tribuna do Ceará em Eleições 2018

19 de setembro de 2018 às 18:00

Há 4 meses
Mayra Pinheiro é candidata ao Senado. (Foto: Divulgação)

Mayra Pinheiro é candidata ao Senado. (Foto: Divulgação)

A candidata ao Senado pelo PSDB, Mayra Pinheiro, acionou a Justiça e a Polícia Federal contra criminosos que roubaram e compartilharam em redes sociais fotos íntimas da médica. Em nota oficial divulgada nesta quarta-feira (19), Mayra relata que a invasão de privacidade aconteceu em 2015 e as imagens foram resgatadas por motivação política.

“Incomodados com o crescimento da nossa campanha, pessoas inescrupulosas e com motivação política, estão fazendo o uso criminoso destas imagens para atacar a minha integridade e atingir meus familiares”, escreveu Mayra.

A médica já foi presidente do Sindicato dos Médicos do Ceará e disputa o Senado em aliança entre PSDB e Pros. Ela afirma que já acionou a Justiça e Polícia Federal com base na Lei n. 12.737/2014 do Código Penal, conhecida como “Lei Carolina Dieckman”.

“Estão tentando me intimidar, mas não vão conseguir. O máximo que conseguem arrancar de mim é indignação e a certeza de que buscarei a aplicação da lei aos delinquentes”, ressaltou.

A Lei Carolina Dieckman tornou crime o ato de invadir, bisbilhotar ou publicar conteúdo de celular, tablet ou computador alheio. A atriz dá nome à lei após caso de repercussão nacional em que teve suas fotos privadas compartilhadas na internet. O caso reforçou as discussões que resultaram na criação da lei. As penas vão desde multas à reclusão de 3 meses a 2 anos.

A candidata lembra ainda que comete o mesmo crime quem oferece, distribui ou difunde imagens roubadas. “Aproveito a oportunidade para me solidarizar com todas aquelas que também sofreram violência e tentativas de ultraje”, pontuou.