Toda a equipe do Brasil na Olimpíada de Química é formada por alunos de Fortaleza
CEARÁ NÃO BRINCA

Toda a equipe do Brasil na Olimpíada de Química é formada por alunos de Fortaleza

Os quatro melhores brasileiros na etapa nacional são cearenses, uma comprovação do alto nível das escolas de Fortaleza

Por Tribuna do Ceará em Educação

26 de junho de 2017 às 07:00

Há 2 meses

Os estudantes estão confiantes de que o Brasil poderá trazer medalhas para casa. (FOTO: Divulgação)

Celeiro de talentos, o estado do Ceará mais uma vez terá estudantes do ensino médio representando o Brasil na Olimpíada Internacional de Química (IChO), que será realizada em julho, na Tailândia, e em outubro, no Peru. Aliás, mais que isso: toda a equipe é cearense.

Ligia Oliveira Toscano de Melo, João Victor Moreira Pimentel, Celso Renan Barbosa Soares Lima e Ivna de Lima Ferreira Gomes foram os estudantes mais bem classificados ao final das seis etapas da OBQ, que envolveram estudantes do ensino médio em todos os estados brasileiros.

“Desde a primeira participação do Brasil no torneio internacional, em 1997, sempre houve estudantes de escolas cearenses representando o Brasil. Em algumas ocasiões a delegação foi totalmente constituída por estudantes de escolas de Fortaleza”, afirma o professor Sérgio Melo, coordenador geral da Olimpíada Brasileira de Química.

Os participantes contam que tiveram o seu primeiro contato com o mundo das olimpíadas científicas incentivados pelos seus professores.

“Um professor falou na sala sobre a possibilidade de fazer uma redação que poderia me classificar para a fase estadual da OBQ. Depois que ocorreu o certame e eu consegui ficar em primeiro lugar, percebi que talvez os outros participantes não fossem tão imbatíveis assim, e que com muita dedicação seria possível obter ótimos resultados nessas provas”, comenta a estudante Lígia de Melo, do 3º ano do colégio Ari de Sá.

“A OBQ nos dá a oportunidade de termos aulas com especialistas em cada área, como no curso da fase V e no curso de técnicas laboratoriais que ocorrem antes da Olimpíada Internacional de Química, além de contribuir também para nossa grade curricular, facilitando o ingresso em universidades estrangeiras”, afirma Ivna Gomes, aluna do 2º ano no Colégio Farias Brito.

Os estudantes estão confiantes de que o Brasil poderá trazer medalhas para casa e se destacar perante países com tradição na Olimpíada Internacional.

“No ano passado, o País conquistou seu melhor resultado da história, com duas medalhas de prata e duas de bronze, ficando na frente de vários países importantes, como França, Alemanha e Inglaterra. Este ano buscaremos repetir e tentar melhorar o feito”, de acordo com Lígia de Melo.

Segundo o professor Sérgio Melo, com a atual delegação formada, são grandes as chances de os alunos apresentarem ótimos resultados. “Acredito que desta vez eles também irão nos surpreender positivamente”.

O Programa Nacional Olimpíadas de Química é organizado pela Associação Brasileira de Química (ABQ) com apoio oficial do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e dos Ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação, além de outras instituições privadas.

A Associação Brasileira de Cloro, Álcalis e Derivados (Abiclor) é uma das primeiras patrocinadoras do evento, juntamente do Conselho Regional de Química, 4ª Região.

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Os quatro melhores brasileiros na etapa nacional são cearenses, uma comprovação do alto nível das escolas de Fortaleza

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26 de junho de 2017 às 07:00

Há 2 meses

Os estudantes estão confiantes de que o Brasil poderá trazer medalhas para casa. (FOTO: Divulgação)

Celeiro de talentos, o estado do Ceará mais uma vez terá estudantes do ensino médio representando o Brasil na Olimpíada Internacional de Química (IChO), que será realizada em julho, na Tailândia, e em outubro, no Peru. Aliás, mais que isso: toda a equipe é cearense.

Ligia Oliveira Toscano de Melo, João Victor Moreira Pimentel, Celso Renan Barbosa Soares Lima e Ivna de Lima Ferreira Gomes foram os estudantes mais bem classificados ao final das seis etapas da OBQ, que envolveram estudantes do ensino médio em todos os estados brasileiros.

“Desde a primeira participação do Brasil no torneio internacional, em 1997, sempre houve estudantes de escolas cearenses representando o Brasil. Em algumas ocasiões a delegação foi totalmente constituída por estudantes de escolas de Fortaleza”, afirma o professor Sérgio Melo, coordenador geral da Olimpíada Brasileira de Química.

Os participantes contam que tiveram o seu primeiro contato com o mundo das olimpíadas científicas incentivados pelos seus professores.

“Um professor falou na sala sobre a possibilidade de fazer uma redação que poderia me classificar para a fase estadual da OBQ. Depois que ocorreu o certame e eu consegui ficar em primeiro lugar, percebi que talvez os outros participantes não fossem tão imbatíveis assim, e que com muita dedicação seria possível obter ótimos resultados nessas provas”, comenta a estudante Lígia de Melo, do 3º ano do colégio Ari de Sá.

“A OBQ nos dá a oportunidade de termos aulas com especialistas em cada área, como no curso da fase V e no curso de técnicas laboratoriais que ocorrem antes da Olimpíada Internacional de Química, além de contribuir também para nossa grade curricular, facilitando o ingresso em universidades estrangeiras”, afirma Ivna Gomes, aluna do 2º ano no Colégio Farias Brito.

Os estudantes estão confiantes de que o Brasil poderá trazer medalhas para casa e se destacar perante países com tradição na Olimpíada Internacional.

“No ano passado, o País conquistou seu melhor resultado da história, com duas medalhas de prata e duas de bronze, ficando na frente de vários países importantes, como França, Alemanha e Inglaterra. Este ano buscaremos repetir e tentar melhorar o feito”, de acordo com Lígia de Melo.

Segundo o professor Sérgio Melo, com a atual delegação formada, são grandes as chances de os alunos apresentarem ótimos resultados. “Acredito que desta vez eles também irão nos surpreender positivamente”.

O Programa Nacional Olimpíadas de Química é organizado pela Associação Brasileira de Química (ABQ) com apoio oficial do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e dos Ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação, além de outras instituições privadas.

A Associação Brasileira de Cloro, Álcalis e Derivados (Abiclor) é uma das primeiras patrocinadoras do evento, juntamente do Conselho Regional de Química, 4ª Região.