Ceará tem o maior número de finalistas na Olimpíada Nacional de História

ORGULHO!

Ceará tem o maior número de finalistas do país na Olimpíada Nacional de História

O Ceará lidera o ranking de finalistas na Olimpíada Nacional em História do Brasil , seguido por Rio Grande do Norte (46), São Paulo (44), Pernambuco (34) e Bahia (12)

Por Tribuna do Ceará em Educação

18 de agosto de 2018 às 11:11

Há 4 meses
Fase final acontece nesse fim de semana (FOTO: Divulgação)

Fase final acontece nesse fim de semana (FOTO: Divulgação)

O Ceará é o estado com mais finalistas na 10ª Olimpíada Nacional em História do Brasil. São 118 grupos finalistas cearenses. As fases finais da competição acontecem neste fim de semana (18 e 19 de agosto), na Unicamp, em Campinas, São Paulo.

Neste ano, a ONHB teve a participação de 57,5 mil inscritos de todos os estados – exceto Amapá. O Nordeste conquistou destaque na competição e detém o maior número de finalistas nesta edição. O Ceará lidera o ranking de finalistas, seguido por Rio Grande do Norte (46), São Paulo (44), Pernambuco (34) e Bahia (12).

Ao todo, foram convocados para a final da competição 1,2 mil participantes, o que corresponde a um total de 311 equipes. Os finalistas chegaram nesta etapa após participarem de seis fases online durante os meses de maio e junho.

As equipes são compostas por três alunos do Ensino Médio ou do 8º e 9º anos do Fundamental, além de um professor de História. A competição é aberta para escolas públicas e particulares.

Neste fim de semana, os participantes realizam uma prova dissertativa. O anúncio dos medalhistas ocorre na manhã do domingo (19), no Ginásio da Unicamp, em uma cerimônia emocionante que conta com a presença de autoridades, familiares, historiadores de relevância nacional, além de um divertido show de rock. 

Para a coordenadora da ONHB, Cristina Meneguello, a final presencial permite que alunos e professores vivam grandes experiências e conheçam participantes de vários lugares do país. “Eles têm a oportunidade de conhecer também uma universidade importante como a Unicamp. Para muitos, esta é a primeira vez em que saem de suas cidades e é sempre um momento inesquecível e marcante”.

Na cerimônia serão distribuídas 15 medalhas de ouro, 25 de prata e 35 de bronze, de acordo com a pontuação das equipes. Os demais participantes recebem medalhas de honra ao mérito. “A edição deste ano é ainda mais especial, pois comemoramos dez anos da Olimpíada, que se consolidou como um projeto inovador para o ensino de História no país”, acrescenta a coordenadora.

Como funciona a Olimpíada de História

A Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB) é um projeto realizado pelo Departamento de História da Unicamp. É composta por seis fases de provas realizadas de forma online, com duração de uma semana cada. As questões de múltipla escolha e realização de tarefas são respondidas pelos participantes por meio de debate, pesquisa em livros, internet e orientação do professor.

O método tem como principal objetivo incentivar o desenvolvimento da análise crítica e discussões sobre os mais variados assuntos, por meio de pesquisa e análise de textos, imagens e mapas. O projeto tem apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTic), do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e do Programa de Pós-Graduação em História da Unicamp.

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O Ceará lidera o ranking de finalistas na Olimpíada Nacional em História do Brasil , seguido por Rio Grande do Norte (46), São Paulo (44), Pernambuco (34) e Bahia (12)

Por Tribuna do Ceará em Educação

18 de agosto de 2018 às 11:11

Há 4 meses
Fase final acontece nesse fim de semana (FOTO: Divulgação)

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O Ceará é o estado com mais finalistas na 10ª Olimpíada Nacional em História do Brasil. São 118 grupos finalistas cearenses. As fases finais da competição acontecem neste fim de semana (18 e 19 de agosto), na Unicamp, em Campinas, São Paulo.

Neste ano, a ONHB teve a participação de 57,5 mil inscritos de todos os estados – exceto Amapá. O Nordeste conquistou destaque na competição e detém o maior número de finalistas nesta edição. O Ceará lidera o ranking de finalistas, seguido por Rio Grande do Norte (46), São Paulo (44), Pernambuco (34) e Bahia (12).

Ao todo, foram convocados para a final da competição 1,2 mil participantes, o que corresponde a um total de 311 equipes. Os finalistas chegaram nesta etapa após participarem de seis fases online durante os meses de maio e junho.

As equipes são compostas por três alunos do Ensino Médio ou do 8º e 9º anos do Fundamental, além de um professor de História. A competição é aberta para escolas públicas e particulares.

Neste fim de semana, os participantes realizam uma prova dissertativa. O anúncio dos medalhistas ocorre na manhã do domingo (19), no Ginásio da Unicamp, em uma cerimônia emocionante que conta com a presença de autoridades, familiares, historiadores de relevância nacional, além de um divertido show de rock. 

Para a coordenadora da ONHB, Cristina Meneguello, a final presencial permite que alunos e professores vivam grandes experiências e conheçam participantes de vários lugares do país. “Eles têm a oportunidade de conhecer também uma universidade importante como a Unicamp. Para muitos, esta é a primeira vez em que saem de suas cidades e é sempre um momento inesquecível e marcante”.

Na cerimônia serão distribuídas 15 medalhas de ouro, 25 de prata e 35 de bronze, de acordo com a pontuação das equipes. Os demais participantes recebem medalhas de honra ao mérito. “A edição deste ano é ainda mais especial, pois comemoramos dez anos da Olimpíada, que se consolidou como um projeto inovador para o ensino de História no país”, acrescenta a coordenadora.

Como funciona a Olimpíada de História

A Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB) é um projeto realizado pelo Departamento de História da Unicamp. É composta por seis fases de provas realizadas de forma online, com duração de uma semana cada. As questões de múltipla escolha e realização de tarefas são respondidas pelos participantes por meio de debate, pesquisa em livros, internet e orientação do professor.

O método tem como principal objetivo incentivar o desenvolvimento da análise crítica e discussões sobre os mais variados assuntos, por meio de pesquisa e análise de textos, imagens e mapas. O projeto tem apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTic), do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e do Programa de Pós-Graduação em História da Unicamp.