3 dos 4 alunos do Brasil em Olimpíada de Matemática estudam na mesma escola em Fortaleza
ORGULHO CEARENSE

3 dos 4 alunos do Brasil em Olimpíada de Matemática estudam na mesma escola em Fortaleza

Os cearenses Bruno Brasil e Davi Cavalcanti e o pernambucano Tarcísio Soares, do Ari de Sá, representarão o Brasil na Olimpíada Iberoamericana de Matemática

Por Daniel Rocha em Educação

24 de agosto de 2017 às 07:00

Há 4 semanas

Os estudantes vão representar o País na 32ª Olimpíada Iberoamericana de Matemática, na Argentina. (FOTO: Colégio Ari de Sá Cavalcante)

Três dos quatro dos estudantes brasileiros selecionados para representar o Brasil na 32ª Olimpíada Iberoamericana de Matemática são de Fortaleza. Mais do que isso, estudam na mesma escola, o Ari de Sá. A competição está prevista para os dias 15 e 23 de setembro, na cidade Puerto Iguazú, na Argentina.

Para formar o time brasileiro, houve uma seleção nacional dos medalhistas da Olimpíadas Brasileira de Matemática (OBM), em que os três estudantes foram premiados com medalha de prata.

Os cearenses Bruno Brasil e Davi Cavalcanti e o pernambucano Tarcísio Soares vão viajar para a Argentina no próximo mês de setembro, em que irão disputar medalhas com outros estudantes do Ensino Médio de vários países da América Latina, da Espanha e de Portugal.

Segundo Bruno Brasil, de 17 anos, os quatros selecionados tiveram que passar por quatro fases para ser selecionado para a 32ª Olimpíada Iberoamericana de Matemática.

“Para participar, tem que ter ganhado uma medalha na OBM no ano passado. A partir daí, começa a seleção para a fase internacional e a gente tem que está matriculado no Ensino médio”, diz Bruno, que vai representar o Brasil e concorrer a medalhas de bronze, prata ou ouro.

Cada estudante teve o seu modo de se preparar para as olimpíadas. Alguns optam por estudar em casa, enquanto outros enxergam o ambiente escolar como local mais propício. Mas o que há em comum entre os adolescentes é a carga horária de estudo dedicado para a Olimpíada. Todos dedicam mais de 5 horas por dia.

“Eu procuro acordar em um horário mais tranquilo, e prefiro estudar em casa, pois consigo me concentrar mais”, explica o adolescente.

Já Tarcísio é diferente. Leva mais tempo. Gasta em média oito horas por dia nos conteúdos de matemática e acha o ambiente escolar mais propício para as resoluções de questões. Vai para a escola pela manhã e retorna para casa só à noite. “Estudo oito horas por dia”, afirma.

A responsabilidade de ser aluno olímpico é bem maior do que a dos outros estudantes, principalmente quando se está no último ano do Ensino Médio. Além de se dedicar às atividades normais, é preciso focar nos estudos para as competições que abordam questões mais complexas do que as do colégio.

“Não é só aplicação de fórmula. Você tem que pensar em uma ideia para resolver a questão. E dá para conciliar com os outras disciplinas, porque não algo obrigatório. Você faz porque gosta”, esclarece Tarcísio.

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ORGULHO CEARENSE

3 dos 4 alunos do Brasil em Olimpíada de Matemática estudam na mesma escola em Fortaleza

Os cearenses Bruno Brasil e Davi Cavalcanti e o pernambucano Tarcísio Soares, do Ari de Sá, representarão o Brasil na Olimpíada Iberoamericana de Matemática

Por Daniel Rocha em Educação

24 de agosto de 2017 às 07:00

Há 4 semanas

Os estudantes vão representar o País na 32ª Olimpíada Iberoamericana de Matemática, na Argentina. (FOTO: Colégio Ari de Sá Cavalcante)

Três dos quatro dos estudantes brasileiros selecionados para representar o Brasil na 32ª Olimpíada Iberoamericana de Matemática são de Fortaleza. Mais do que isso, estudam na mesma escola, o Ari de Sá. A competição está prevista para os dias 15 e 23 de setembro, na cidade Puerto Iguazú, na Argentina.

Para formar o time brasileiro, houve uma seleção nacional dos medalhistas da Olimpíadas Brasileira de Matemática (OBM), em que os três estudantes foram premiados com medalha de prata.

Os cearenses Bruno Brasil e Davi Cavalcanti e o pernambucano Tarcísio Soares vão viajar para a Argentina no próximo mês de setembro, em que irão disputar medalhas com outros estudantes do Ensino Médio de vários países da América Latina, da Espanha e de Portugal.

Segundo Bruno Brasil, de 17 anos, os quatros selecionados tiveram que passar por quatro fases para ser selecionado para a 32ª Olimpíada Iberoamericana de Matemática.

“Para participar, tem que ter ganhado uma medalha na OBM no ano passado. A partir daí, começa a seleção para a fase internacional e a gente tem que está matriculado no Ensino médio”, diz Bruno, que vai representar o Brasil e concorrer a medalhas de bronze, prata ou ouro.

Cada estudante teve o seu modo de se preparar para as olimpíadas. Alguns optam por estudar em casa, enquanto outros enxergam o ambiente escolar como local mais propício. Mas o que há em comum entre os adolescentes é a carga horária de estudo dedicado para a Olimpíada. Todos dedicam mais de 5 horas por dia.

“Eu procuro acordar em um horário mais tranquilo, e prefiro estudar em casa, pois consigo me concentrar mais”, explica o adolescente.

Já Tarcísio é diferente. Leva mais tempo. Gasta em média oito horas por dia nos conteúdos de matemática e acha o ambiente escolar mais propício para as resoluções de questões. Vai para a escola pela manhã e retorna para casa só à noite. “Estudo oito horas por dia”, afirma.

A responsabilidade de ser aluno olímpico é bem maior do que a dos outros estudantes, principalmente quando se está no último ano do Ensino Médio. Além de se dedicar às atividades normais, é preciso focar nos estudos para as competições que abordam questões mais complexas do que as do colégio.

“Não é só aplicação de fórmula. Você tem que pensar em uma ideia para resolver a questão. E dá para conciliar com os outras disciplinas, porque não algo obrigatório. Você faz porque gosta”, esclarece Tarcísio.