Paciente que engravidou após cirurgia de laqueadura deve ser indenizada em R$ 10 mil
GRAVIDEZ INESPERADA

Paciente que engravidou após cirurgia de laqueadura deve ser indenizada em R$ 10 mil

A operação foi realizada em novembro de 2006. Três anos depois, a paciente foi surpreendida com a gravidez

Por Tribuna do Ceará em Cotidiano

2 de agosto de 2017 às 20:10

Há 3 meses
Cirurgia ocorreu em 2006 (FOTO: Ilustrativa/Pedro Reyna/Flickr/Creative Commons)

Cirurgia ocorreu em 2006 (FOTO: Ilustrativa/Pedro Reyna/Flickr/Creative Commons)

O Município de Fortaleza terá que pagar R$ 10 mil de indenização a uma mulher que engravidou após uma cirurgia de laqueadura. A vítima alega que os médicos disseram que o procedimento não teria volta caso quisesse ter filho no futuro.

A operação foi realizada em novembro de 2006 no Hospital Distrital Gonzaga Mota. Três anos depois a mulher acabou engravidando. Segundo a paciente, a notícia causou vários transtornos, tendo em vista as dificuldades passadas pela família.

O ente público contesta afirmando que a paciente sabia que o procedimento não oferecia segurança absoluta. Alegou também que a conduta do médico obedeceu o dever legal.

A decisão foi tomada pela juíza Joriza Magalhães Pinheiro, titular da 9ª Vara da Fazenda Pública do Fórum Clóvis Beviláqua. Ao julgar o caso, a juíza condenou o município a pagar indenização por danos morais, mas afastou a condenação por danos materiais por entender não ter provas suficientes nos autos. 

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GRAVIDEZ INESPERADA

Paciente que engravidou após cirurgia de laqueadura deve ser indenizada em R$ 10 mil

A operação foi realizada em novembro de 2006. Três anos depois, a paciente foi surpreendida com a gravidez

Por Tribuna do Ceará em Cotidiano

2 de agosto de 2017 às 20:10

Há 3 meses
Cirurgia ocorreu em 2006 (FOTO: Ilustrativa/Pedro Reyna/Flickr/Creative Commons)

Cirurgia ocorreu em 2006 (FOTO: Ilustrativa/Pedro Reyna/Flickr/Creative Commons)

O Município de Fortaleza terá que pagar R$ 10 mil de indenização a uma mulher que engravidou após uma cirurgia de laqueadura. A vítima alega que os médicos disseram que o procedimento não teria volta caso quisesse ter filho no futuro.

A operação foi realizada em novembro de 2006 no Hospital Distrital Gonzaga Mota. Três anos depois a mulher acabou engravidando. Segundo a paciente, a notícia causou vários transtornos, tendo em vista as dificuldades passadas pela família.

O ente público contesta afirmando que a paciente sabia que o procedimento não oferecia segurança absoluta. Alegou também que a conduta do médico obedeceu o dever legal.

A decisão foi tomada pela juíza Joriza Magalhães Pinheiro, titular da 9ª Vara da Fazenda Pública do Fórum Clóvis Beviláqua. Ao julgar o caso, a juíza condenou o município a pagar indenização por danos morais, mas afastou a condenação por danos materiais por entender não ter provas suficientes nos autos.