Motoristas de ônibus paralisam atividades na manhã desta sexta em Fortaleza

MANIFESTAÇÃO

Motoristas de ônibus paralisam atividades na manhã desta sexta em Fortaleza

Sindiônibus afirmou que não há paralisações dos ônibus na Capital e que está tudo normalizado. O que aconteceu foi uma manifestação em alguns pontos

Por Lyvia Rocha em Cotidiano

10 de novembro de 2017 às 10:36

Há 2 semanas
Um dos pontos de atividade foi no terminal do Siqueira (FOTO: Reprodução/Facebook)

Um dos pontos de atividade foi no terminal do Siqueira (FOTO: Reprodução/Facebook)

Paralisação de algumas centrais sindicais está acontecendo nesta sexta-feira (10), em Fortaleza. A manifestação faz parte do Dia Nacional de Lutas, um protesto contra a Reforma Trabalhista que o Governo Federal sancionou neste ano e entra em vigor a partir deste sábado (11).

O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará (Sintro) nas redes sociais publicou a manifestação no terminal do Siqueira. Porém, o Sindiônibus afirma que não há paralisações dos ônibus na Capital e está tudo normalizado.

A mobilização não está acontecendo apenas em Fortaleza. Em algumas cidades do Brasil como em Cubatão (SP), São Luís e Recife também estão com suas centrais sindicais nas ruas.

Reforma foi aprovada em julho

A proposta altera mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), permitindo mudanças como a prevalência do acordado entre patrões e empregados sobre o legislado nas negociações trabalhistas.

Com 50 votos favoráveis, 26 contrários e uma abstenção, o texto-base do projeto de lei foi aprovado por volta das 19h50, mas os senadores continuaram a discussão por mais duas horas e trinta minutos, enquanto analisavam três destaques que buscavam alterar pontos específicos do projeto. As sugestões buscavam excluir da reforma mudanças como a regulamentação do trabalho intermitente e a obrigação de que mulheres grávidas e lactantes apresentem atestado médico para que sejam afastadas de atividades insalubres.

Um dos destaques buscava derrubar a possibilidade do trabalho intermitente, que prevê a possibilidade de o empregador contratar e remunerar os trabalhadores apenas durante o tempo da prestação de serviços, excluindo períodos de inatividade. Outra proposta de mudança, também rejeitada pela maioria dos senadores, visava a manter a legislação trabalhista acima das convenções e acordos coletivos de trabalho.

Com informações da Agência Brasil

Publicidade

Dê sua opinião

MANIFESTAÇÃO

Motoristas de ônibus paralisam atividades na manhã desta sexta em Fortaleza

Sindiônibus afirmou que não há paralisações dos ônibus na Capital e que está tudo normalizado. O que aconteceu foi uma manifestação em alguns pontos

Por Lyvia Rocha em Cotidiano

10 de novembro de 2017 às 10:36

Há 2 semanas
Um dos pontos de atividade foi no terminal do Siqueira (FOTO: Reprodução/Facebook)

Um dos pontos de atividade foi no terminal do Siqueira (FOTO: Reprodução/Facebook)

Paralisação de algumas centrais sindicais está acontecendo nesta sexta-feira (10), em Fortaleza. A manifestação faz parte do Dia Nacional de Lutas, um protesto contra a Reforma Trabalhista que o Governo Federal sancionou neste ano e entra em vigor a partir deste sábado (11).

O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará (Sintro) nas redes sociais publicou a manifestação no terminal do Siqueira. Porém, o Sindiônibus afirma que não há paralisações dos ônibus na Capital e está tudo normalizado.

A mobilização não está acontecendo apenas em Fortaleza. Em algumas cidades do Brasil como em Cubatão (SP), São Luís e Recife também estão com suas centrais sindicais nas ruas.

Reforma foi aprovada em julho

A proposta altera mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), permitindo mudanças como a prevalência do acordado entre patrões e empregados sobre o legislado nas negociações trabalhistas.

Com 50 votos favoráveis, 26 contrários e uma abstenção, o texto-base do projeto de lei foi aprovado por volta das 19h50, mas os senadores continuaram a discussão por mais duas horas e trinta minutos, enquanto analisavam três destaques que buscavam alterar pontos específicos do projeto. As sugestões buscavam excluir da reforma mudanças como a regulamentação do trabalho intermitente e a obrigação de que mulheres grávidas e lactantes apresentem atestado médico para que sejam afastadas de atividades insalubres.

Um dos destaques buscava derrubar a possibilidade do trabalho intermitente, que prevê a possibilidade de o empregador contratar e remunerar os trabalhadores apenas durante o tempo da prestação de serviços, excluindo períodos de inatividade. Outra proposta de mudança, também rejeitada pela maioria dos senadores, visava a manter a legislação trabalhista acima das convenções e acordos coletivos de trabalho.

Com informações da Agência Brasil