Após paralisação de 2h, motoristas de ônibus podem retomar interrupções nesta terça
ESTADO DE GREVE

Após paralisação de 2h, motoristas de ônibus podem retomar interrupções nesta terça

Entre as reivindicações de motoristas e cobradores, está o de reajuste salarial de 18%

Por Matheus Ribeiro em Cotidiano

11 de julho de 2016 às 18:42

Há 1 ano
Ônibus ficaram paralisados por duas horas no centro de Fortaleza (FOTO: Ilustração/Divulgação)

Ônibus ficaram paralisados por duas horas no centro de Fortaleza (<span style="color: #ffffff"><a style="color: #ffffff" href="http://www.haircaptain.co.uk/">FOTO</a></span>: Ilustração/Divulgação)

Momentos depois de motoristas de ônibus paralisarem suas atividades por duas horas desta segunda-feira (11) na Avenida Tristão Gonçalves, no Centro de Fortaleza, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará (Sintro), Domingos Neto, afirmou que novas paralisações devem ocorrer nesta terça-feira (12).

De acordo com Domingos, as negociações da categoria com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) não estão avançando. Com isso, novas paralisações devem ocorrer. Apesar de informar o ato, Domingos não disse onde será a nova ação, nem o período em que as atividades ficarão paralisadas.

Os motoristas e cobradores estão em estado de greve desde o último dia 2 de julho. Ainda conforme Domingos Neto, neste mesmo dia; os diretores do Sintro devem se reunir com representantes do Sindiônibus a fim de chegar a um acordo.

Paralisações

Durante duas horas da tarde desta segunda, pelo menos 16 coletivos ficaram parados em frente ao Sintro e outros na Praça da Estação. Conforme os motoristas, a interrupção das atividades serviu para mostrar que a conversa entre os dois órgãos ainda não chegou em um consenso.

Os motoristas de ônibus reivindicam um reajuste salarial de 18%. Atualmente, cobradores recebem R$ 1.050, fiscais R$ 1.180 e motoristas R$ 1.800. Além disso, eles também cobram um aumento no valor do vale-alimentação de R$ 11 para R$ 15, aumento no valor de cesta básica e plano de saúde de 100%, que; hoje, é 50%.

Publicidade

Dê sua opinião

ESTADO DE GREVE

Após paralisação de 2h, motoristas de ônibus podem retomar interrupções nesta terça

Entre as reivindicações de motoristas e cobradores, está o de reajuste salarial de 18%

Por Matheus Ribeiro em Cotidiano

11 de julho de 2016 às 18:42

Há 1 ano
Ônibus ficaram paralisados por duas horas no centro de Fortaleza (FOTO: Ilustração/Divulgação)

Ônibus ficaram paralisados por duas horas no centro de Fortaleza (<span style="color: #ffffff"><a style="color: #ffffff" href="http://www.haircaptain.co.uk/">FOTO</a></span>: Ilustração/Divulgação)

Momentos depois de motoristas de ônibus paralisarem suas atividades por duas horas desta segunda-feira (11) na Avenida Tristão Gonçalves, no Centro de Fortaleza, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará (Sintro), Domingos Neto, afirmou que novas paralisações devem ocorrer nesta terça-feira (12).

De acordo com Domingos, as negociações da categoria com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) não estão avançando. Com isso, novas paralisações devem ocorrer. Apesar de informar o ato, Domingos não disse onde será a nova ação, nem o período em que as atividades ficarão paralisadas.

Os motoristas e cobradores estão em estado de greve desde o último dia 2 de julho. Ainda conforme Domingos Neto, neste mesmo dia; os diretores do Sintro devem se reunir com representantes do Sindiônibus a fim de chegar a um acordo.

Paralisações

Durante duas horas da tarde desta segunda, pelo menos 16 coletivos ficaram parados em frente ao Sintro e outros na Praça da Estação. Conforme os motoristas, a interrupção das atividades serviu para mostrar que a conversa entre os dois órgãos ainda não chegou em um consenso.

Os motoristas de ônibus reivindicam um reajuste salarial de 18%. Atualmente, cobradores recebem R$ 1.050, fiscais R$ 1.180 e motoristas R$ 1.800. Além disso, eles também cobram um aumento no valor do vale-alimentação de R$ 11 para R$ 15, aumento no valor de cesta básica e plano de saúde de 100%, que; hoje, é 50%.