Passada a "frente fria", sertão cearense entra em alerta por baixa umidade do ar

DE VOLTA À ROTINA

Passada a “frente fria”, sertão cearense entra em alerta por baixa umidade do ar

O clima seco favorece a formação de queimadas naturais, que voltaram a ter registro em cidades do Ceará

Por Gabriel Borges em Ceará

2 de agosto de 2017 às 09:29

Há 4 meses
Massa seca deve se intensificar nas próximas semanas (FOTO: Tribuna do Ceará)

Massa seca deve se intensificar nas próximas semanas (FOTO: Tribuna do Ceará)

Com a chegada do inverno no hemisfério sul, o clima seco passa a dominar boa parte do território brasileiro. O sertão cearense é uma das regiões mais atingidas pela baixa umidade do ar.

Segundo o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Mamede Luis Melo, a baixa umidade deixa a região propícia a incêndios naturais. “Isso é um gatilho imenso. É disparado o foco de queimada, não só no sertão nordestino, mas em boa parte do Brasil”, relata o especialista.

No mês de julho, o Ceará registrou temperaturas baixas incomuns, abaixo de 20º C em algumas localidades, inclusive no sertão central.

Segundo o meteorologista, não existe a possibilidade de Fortaleza e toda a faixa litorânea serem afetadas pela baixa umidade. “Isso se restringe mais ao interior, na faixa próxima ao litoral não tem esse problema”, conta Mamede.

Outras localidades como parte do sudeste e o sul da região norte do país devem continuar sofrendo. “Agora é o período de seca. Essa massa seca começa a se intensificar no centro do país e vai ganhando força ao longo do inverno”, completa.

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DE VOLTA À ROTINA

Passada a “frente fria”, sertão cearense entra em alerta por baixa umidade do ar

O clima seco favorece a formação de queimadas naturais, que voltaram a ter registro em cidades do Ceará

Por Gabriel Borges em Ceará

2 de agosto de 2017 às 09:29

Há 4 meses
Massa seca deve se intensificar nas próximas semanas (FOTO: Tribuna do Ceará)

Massa seca deve se intensificar nas próximas semanas (FOTO: Tribuna do Ceará)

Com a chegada do inverno no hemisfério sul, o clima seco passa a dominar boa parte do território brasileiro. O sertão cearense é uma das regiões mais atingidas pela baixa umidade do ar.

Segundo o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Mamede Luis Melo, a baixa umidade deixa a região propícia a incêndios naturais. “Isso é um gatilho imenso. É disparado o foco de queimada, não só no sertão nordestino, mas em boa parte do Brasil”, relata o especialista.

No mês de julho, o Ceará registrou temperaturas baixas incomuns, abaixo de 20º C em algumas localidades, inclusive no sertão central.

Segundo o meteorologista, não existe a possibilidade de Fortaleza e toda a faixa litorânea serem afetadas pela baixa umidade. “Isso se restringe mais ao interior, na faixa próxima ao litoral não tem esse problema”, conta Mamede.

Outras localidades como parte do sudeste e o sul da região norte do país devem continuar sofrendo. “Agora é o período de seca. Essa massa seca começa a se intensificar no centro do país e vai ganhando força ao longo do inverno”, completa.