Página "Cariri das Antigas" resgata a história da região cearense

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Página “Cariri das Antigas” resgata a história da região cearense

A página já tem três anos e, aos poucos, foi se tornando referência para os moradores da Região do Cariri

Por Lyvia Rocha em Ceará

8 de Janeiro de 2018 às 06:45

Há 6 meses
As fotos são feitas por moradores e colaboradores da página (FOTO: Heitor Feitosa)

As fotos são feitas por moradores e colaboradores da página (FOTO: Heitor Feitosa)

O pesquisador Roberto Júnior resolveu contar um pouco da Região do Cariri e criticar também o que está nela. Mas ele resolveu fazer isso de forma diferente. Na fanpage “Cariri das Antigas”, além do saudosismo das pessoas que acessam a página, as publicações têm o intuito de protestar contra o que acontece.

“Sempre procuramos problematizar nas postagens, saudosismo não é nosso forte, principalmente porque a produção historiográfica aqui é basicamente positivista”, explica o pesquisador.

Inspirada na página São Paulo Antiga, o juazeirense fez o projeto ao lado de um amigo, mas acabou ficando sozinho na produção, e aos poucos mudou o viés das publicações.

“Eu tive acesso a acervos e comecei a fazer uma cobertura sobre patrimônio arquitetônico e cultural das cidades do Cariri. Também consegui ter acessos a documentos importantes, e assim a página foi crescendo”, explica.

A repercussão da página é muito grande, chegando a incomodar a algumas pessoas com críticas realizadas. “Nós temos público em todas as cidades da região, desenvolvemos projetos de extensão junto de faculdade e institutos. Algumas famílias já ‘chiaram’ devido a alguma colocação, e principalmente no sentido de preservação patrimonial”, afirma.

São vários colaborações que Roberto recebe. Uma equipe de pesquisas ajuda na hora das postagens e de resgatar fotos do Cariri antigo. “Eu tenho parceiros de pesquisa como Heitor Feitosa, Jonas Feitosa, Regi Belisário, e incentivadores como Daniel Walker, Renato Casimiro, Egberto Melo, Weber Girão, Carlos Rafael Dias e outras tantas pessoas. Esse trabalho é feito de laços profissionais e fraternais”, finaliza.

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Página “Cariri das Antigas” resgata a história da região cearense

A página já tem três anos e, aos poucos, foi se tornando referência para os moradores da Região do Cariri

Por Lyvia Rocha em Ceará

8 de Janeiro de 2018 às 06:45

Há 6 meses
As fotos são feitas por moradores e colaboradores da página (FOTO: Heitor Feitosa)

As fotos são feitas por moradores e colaboradores da página (FOTO: Heitor Feitosa)

O pesquisador Roberto Júnior resolveu contar um pouco da Região do Cariri e criticar também o que está nela. Mas ele resolveu fazer isso de forma diferente. Na fanpage “Cariri das Antigas”, além do saudosismo das pessoas que acessam a página, as publicações têm o intuito de protestar contra o que acontece.

“Sempre procuramos problematizar nas postagens, saudosismo não é nosso forte, principalmente porque a produção historiográfica aqui é basicamente positivista”, explica o pesquisador.

Inspirada na página São Paulo Antiga, o juazeirense fez o projeto ao lado de um amigo, mas acabou ficando sozinho na produção, e aos poucos mudou o viés das publicações.

“Eu tive acesso a acervos e comecei a fazer uma cobertura sobre patrimônio arquitetônico e cultural das cidades do Cariri. Também consegui ter acessos a documentos importantes, e assim a página foi crescendo”, explica.

A repercussão da página é muito grande, chegando a incomodar a algumas pessoas com críticas realizadas. “Nós temos público em todas as cidades da região, desenvolvemos projetos de extensão junto de faculdade e institutos. Algumas famílias já ‘chiaram’ devido a alguma colocação, e principalmente no sentido de preservação patrimonial”, afirma.

São vários colaborações que Roberto recebe. Uma equipe de pesquisas ajuda na hora das postagens e de resgatar fotos do Cariri antigo. “Eu tenho parceiros de pesquisa como Heitor Feitosa, Jonas Feitosa, Regi Belisário, e incentivadores como Daniel Walker, Renato Casimiro, Egberto Melo, Weber Girão, Carlos Rafael Dias e outras tantas pessoas. Esse trabalho é feito de laços profissionais e fraternais”, finaliza.