General cearense vai comandar missão de paz da ONU no Congo

DE FORTALEZA PARA O MUNDO

General cearense vai comandar missão de paz da ONU no Congo

O general cearense Martins Filho foi nomeado pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, como novo comandante da Missão de Paz das Nações Unidas

Por Tribuna do Ceará em Ceará

19 de Abril de 2018 às 06:45

Há 2 meses

(Foto: Tereza Sobreira / Ministério da Defesa)

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, nomeou o general cearense Elias Rodrigues Martins Filho como novo comandante da Missão de Paz das Nações Unidas na República Democrática do Congo (Monusco).

Ele sucede o general Derrick Mbuyiselo Mgwebi, da África do Sul, que encerrou sua missão em 31 de janeiro passado. O resultado do processo de seleção, que durou quase quatro meses, foi anunciado na última sexta-feira (13).

O general Martins, que atualmente ocupa a chefia do Escritório das Organizações Internacionais do Ministério da Defesa, tem 35 anos de experiência nas Forças Armadas brasileiras e já serviu nas Nações Unidas em Nova York.

Longa carreira

Nascido em Fortaleza, Martins Filho já ocupou, entre outros cargos, o de chefe de inteligência do Ministério da Defesa do Brasil e de Oficial de Comando do Batalhão da Guarda Presidencial, de 2009 a 2011.

Elias Rodrigues Martins Filho também foi o encarregado de planejamento do Departamento das Operações de Paz entre 2005 e 2008, e vice conselheiro militar da Missão Permanente do Brasil, em Nova York. Na década de 1990, ele serviu na Missão III da ONU de Verificação em Angola.

O novo comandante da Monusco é pós-graduado em Relações Internacionais e formado pela Escola Superior de Guerra. Ele será o segundo comandante brasileiro na Missão de Paz das Nações Unidas na República Democrática do Congo. O primeiro foi o general Carlos Alberto dos Santos Cruz.

Martins Filho conversou com a ONU News em Nova York e falou sobre as expectativas para seu novo cargo, como os esforços para “permitir que o processo político acordado entre as lideranças do Congo avance, inclusive o processo eleitoral no país previsto para o final deste ano”.

Agência Brasil

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General cearense vai comandar missão de paz da ONU no Congo

O general cearense Martins Filho foi nomeado pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, como novo comandante da Missão de Paz das Nações Unidas

Por Tribuna do Ceará em Ceará

19 de Abril de 2018 às 06:45

Há 2 meses

(Foto: Tereza Sobreira / Ministério da Defesa)

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, nomeou o general cearense Elias Rodrigues Martins Filho como novo comandante da Missão de Paz das Nações Unidas na República Democrática do Congo (Monusco).

Ele sucede o general Derrick Mbuyiselo Mgwebi, da África do Sul, que encerrou sua missão em 31 de janeiro passado. O resultado do processo de seleção, que durou quase quatro meses, foi anunciado na última sexta-feira (13).

O general Martins, que atualmente ocupa a chefia do Escritório das Organizações Internacionais do Ministério da Defesa, tem 35 anos de experiência nas Forças Armadas brasileiras e já serviu nas Nações Unidas em Nova York.

Longa carreira

Nascido em Fortaleza, Martins Filho já ocupou, entre outros cargos, o de chefe de inteligência do Ministério da Defesa do Brasil e de Oficial de Comando do Batalhão da Guarda Presidencial, de 2009 a 2011.

Elias Rodrigues Martins Filho também foi o encarregado de planejamento do Departamento das Operações de Paz entre 2005 e 2008, e vice conselheiro militar da Missão Permanente do Brasil, em Nova York. Na década de 1990, ele serviu na Missão III da ONU de Verificação em Angola.

O novo comandante da Monusco é pós-graduado em Relações Internacionais e formado pela Escola Superior de Guerra. Ele será o segundo comandante brasileiro na Missão de Paz das Nações Unidas na República Democrática do Congo. O primeiro foi o general Carlos Alberto dos Santos Cruz.

Martins Filho conversou com a ONU News em Nova York e falou sobre as expectativas para seu novo cargo, como os esforços para “permitir que o processo político acordado entre as lideranças do Congo avance, inclusive o processo eleitoral no país previsto para o final deste ano”.

Agência Brasil