1ª cearense a competir no UFC estreia neste sábado e grava vídeo para torcida
ORGULHO!

1ª cearense a competir no UFC estreia neste sábado e grava vídeo para torcida

Viviane Sucuri, de 23 anos, é natural de Tauá e enfrentará canadense no maior evento de lutas do mundo

Por Roberta Tavares em Lutas

10 de dezembro de 2016 às 11:31

Há 8 meses
Invicta, Viviane Sucuri possui cartel de 12 vitórias (FOTO: Divulgação)

Invicta, Viviane Sucuri possui cartel de 12 vitórias (FOTO: Divulgação)

A cearense Viviane Sucuri estreia, neste sábado (10), no UFC, em Toronto, no Canadá. Com 12 vitórias e nenhuma derrota, a lutadora, de 23 anos e natural de Tauá, é a primeira mulher do Ceará a competir no Ultimate Fighting Championship.

Sucuri enfrentará, no card preliminar da categoria peso-palha (até 52 kg), a canadense Valerie Letourneau, 9ª colocada no ranking. “O país é super lindo, mas o foco é para a minha estreia. O UFC disponibilizou tudo, tudo perfeito, tatame, saco, tudo tranquilo para fazermos os treinos”, explica em vídeo gravado em Toronto. 

A cearense aproveitou a oportunidade para convidar o público a torcer. O UFC 206 será transmitido neste sábado, a partir das 20h30, no Canal Combate. “Quero convocar todos que torcem e admiram nosso trabalho para estar na torcida por mim. Agradeço desde já. Valeu, galera”.

Considerada uma das melhores atletas do Ceará, Sucuri possui títulos por quatro organizações: Xtreme Fighting Championships (XFC), Limo Fight, Bitetti Combat e Aspera. A última luta da cearense foi em agosto, quando venceu Carolina Karasek no Aspera 42.

Assista ao vídeo:


“Sofri preconceito”

Viviane Sucuri concedeu entrevista ao Tribuna do Ceará, em setembro desse ano, e admitiu que a sensação de estar entre as melhores lutadoras do mundo da categoria peso-palha era indescritível. “Estou muito feliz em assinar com UFC, ainda não caiu a ficha. Isso representa todo um trabalho que foi feito, um sacrifício e todos os ‘não’ que recebi ao longo da minha carreira”, destacou.

A atleta explicou que somente o talento não foi necessário para se destacar profissionalmente. Segundo ela, foi preciso quebrar barreiras e desbancar quem não acreditava em seu potencial. “Sofri muito preconceito por ser mulher. O fato de eu ser um pouco mais baixa, muitos não acreditavam que eu era capaz. Tanto pessoas comuns, como patrocinadores. Isso foi muito complicado, mas consegui vencer”, comemorou.

Publicidade

Dê sua opinião

ORGULHO!

1ª cearense a competir no UFC estreia neste sábado e grava vídeo para torcida

Viviane Sucuri, de 23 anos, é natural de Tauá e enfrentará canadense no maior evento de lutas do mundo

Por Roberta Tavares em Lutas

10 de dezembro de 2016 às 11:31

Há 8 meses
Invicta, Viviane Sucuri possui cartel de 12 vitórias (FOTO: Divulgação)

Invicta, Viviane Sucuri possui cartel de 12 vitórias (FOTO: Divulgação)

A cearense Viviane Sucuri estreia, neste sábado (10), no UFC, em Toronto, no Canadá. Com 12 vitórias e nenhuma derrota, a lutadora, de 23 anos e natural de Tauá, é a primeira mulher do Ceará a competir no Ultimate Fighting Championship.

Sucuri enfrentará, no card preliminar da categoria peso-palha (até 52 kg), a canadense Valerie Letourneau, 9ª colocada no ranking. “O país é super lindo, mas o foco é para a minha estreia. O UFC disponibilizou tudo, tudo perfeito, tatame, saco, tudo tranquilo para fazermos os treinos”, explica em vídeo gravado em Toronto. 

A cearense aproveitou a oportunidade para convidar o público a torcer. O UFC 206 será transmitido neste sábado, a partir das 20h30, no Canal Combate. “Quero convocar todos que torcem e admiram nosso trabalho para estar na torcida por mim. Agradeço desde já. Valeu, galera”.

Considerada uma das melhores atletas do Ceará, Sucuri possui títulos por quatro organizações: Xtreme Fighting Championships (XFC), Limo Fight, Bitetti Combat e Aspera. A última luta da cearense foi em agosto, quando venceu Carolina Karasek no Aspera 42.

Assista ao vídeo:


“Sofri preconceito”

Viviane Sucuri concedeu entrevista ao Tribuna do Ceará, em setembro desse ano, e admitiu que a sensação de estar entre as melhores lutadoras do mundo da categoria peso-palha era indescritível. “Estou muito feliz em assinar com UFC, ainda não caiu a ficha. Isso representa todo um trabalho que foi feito, um sacrifício e todos os ‘não’ que recebi ao longo da minha carreira”, destacou.

A atleta explicou que somente o talento não foi necessário para se destacar profissionalmente. Segundo ela, foi preciso quebrar barreiras e desbancar quem não acreditava em seu potencial. “Sofri muito preconceito por ser mulher. O fato de eu ser um pouco mais baixa, muitos não acreditavam que eu era capaz. Tanto pessoas comuns, como patrocinadores. Isso foi muito complicado, mas consegui vencer”, comemorou.