Será que existem 360 razões para curtir o futebol cearense? De cara, a meta parecia utópica, mas se tornou realidade em um piscar de olhos, tão rápida quanto um lance de futebol — coisa de quem é apaixonado por esse esporte. É com essa paixão que a equipe do Futebolês abraça a cobertura do noticiário esportivo no Estado.

Na rádio Tribuna BandNews FM, na TV Jangadeiro e no portal Tribuna do Ceará, você — ouvinte, telespectador e leitor — terá acesso ao que há de melhor no jornalismo esportivo local. Um time de repórteres, locutores, comentaristas e apresentadores vai fazê-lo viver o que há de mais intenso na paixão pelo futebol cearense.

As 360 razões que você vai encontrar aqui são só o começo da história, o aquecimento do que vem nesse 2018. O Futebolês já preparou a lista. Agora é sua vez de curtir o que já fez, as melhores histórias e as lembranças inesquecíveis do futebol cearense. Se ainda não viveu todas elas, dá tempo de correr atrás do prejuízo.

E apita o árbitro!

Imagine-se no meio do gramado do Castelão em dia de Clássico-Rei. O que você vê? Torcedores ansiosos, bandeirões, as organizadas em festa, jogadores no aquecimento, família reunida, repórteres, árbitros, líderes de torcida, técnicos e uma atmosfera de vibração e alegria sem igual. Esse giro em 360° graus no coração do futebol está na essência do Futebolês - a nova plataforma de jornalismo esportivo do Sistema Jangadeiro.

A partir de 2018, o torcedor cearense - que está entre os mais fervorosos do Brasil - vai viver uma nova experiência esportiva, à altura da sua paixão. O Futebolês chega como um projeto que não apenas acompanha os acontecimentos esportivos, mas os vive junto aos torcedores.

A equipe do Sistema Jangadeiro apoia o futebol cearense, o ajuda a crescer, desde o esporte amador nos campos de várzea aos times da elite do futebol brasileiro. 2018 promete ser um ano de ouro para o esporte no Estado, com Ceará na Série A, e Fortaleza na Série B do Campeonato Brasileiro.

Além de oferecer a experiência cotidiana do Futebolês no rádio, na TV e na internet, é da Jangadeiro a transmissão exclusiva da Copa do Nordeste. Um dos maiores ídolos do futebol cearense, o ex-jogador Sérgio Alves, já está escalado para a equipe de comentaristas das transmissões.

A assinatura do Futebolês é visível no sucesso da Coparena - maior competição de futebol entre bairros de Fortaleza, realizada em parceria com a Prefeitura de Fortaleza, e que deve ser levada para o Interior pelo Governo do Estado.

Quando a bola rolar, seja no gramado do Castelão, seja no campo de chão batido, seja na rua do bairro, seja numa Areninha, seja numa partida de futebol de botão, o Futebolês vai estar lá.

Grandes nomes do jornalismo esportivo cearense vão dividir essa paixão pelo futebol na rádio Tribuna BandNews FM, na TV Jangadeiro, no portal Tribuna do Ceará e nas redes sociais.

Quer saber como ser parte de tudo isso? Confere abaixo:

Assista ao Futebolês na TV
TV Jangadeiro
Canais: 12.1 (TV Aberta) 20 (Multiplay) 20 (NET)
Segunda à sexta
Horário: 13h50min as 14h10min

Escute o Futebolês no rádio
Tribuna BandNews FM 101.7
Horário: 16h às 17h (durante o Horário de Verão) / 17h às 18h

Acompanhe o Futebolês na internet

Tribuna do Ceará
Link: tribunadoceara.uol.com.br/futeboles

Redes sociais
Facebook: facebook.com/soufuteboles
Twitter: @soufuteboles
Instagram: soufuteboles

Jussie Cunha
Jussie Cunha

Gostar de jornalismo esportivo é uma herança. Filho de radialista, Jussie começou no rádio aos 15 anos. A brincadeira de criança virou coisa séria. Hoje, é apresentador do Futebolês na TV Jangadeiro e comentarista da Tribuna BandNews FM. Ahh... não confunda: ele não é Antero Neto. “Sou mais bonito”, diz.

Caio Costa
Caio Costa

Lembra quem foi o artilheiro do Campeonato Cearense de 1978? Nem precisa pesquisar no Google, basta perguntar ao Caio. Dono de uma memória privilegiada, ele é quase um Wikipedia do futebol. Estudioso, adora números, mas não acha que futebol seja apenas um esporte.

Danilo Queiroz
Danilo Queiroz

Já são mais de 20 anos como repórter setorista do Ceará. Perfeccionista assumido, Danilo Queiroz é o primeiro a chegar e o último a sair nas coberturas. Por isso, virou referência entre os colegas de profissão. E dificilmente você verá Danilo sem fone de ouvido. Afinal, ele é maluco por rádio.

Anderson Azevedo
Anderson Azevedo

Você conhece alguém que torce pela Liga Deportiva Alajuelense? Anderson Azevedo é um daqueles que amam o “pouco convencional”. Por isso, tem uma grande coleção de camisas de times alternativos. O amor pelo futebol o fez entrar no rádio e se tornar uma das revelações do jornalismo esportivo local. Ele fica na cola do Fortaleza Esporte Clube.

Edson Ferreira
Edson Ferreira

Comunicador nato, Édson Ferreira já fez de tudo no rádio. Já trabalhou como setorista do Ferroviário, do Fortaleza, da Federação Cearense de Futebol... Mas não pense que ele só entende de futebol. Édson é um grande conhecedor da música: de MC Catra a Frank Sinatra.

César Luís
César Luís

César Luís leva a sério a tese de que não existe jogo ruim. A narração dele é sempre empolgante. Qualquer partida de meio de tabela se transforma em uma final de tirar o fôlego.

Irismar França
Irismar França

Orgulhosamente um filho de Cratéus. Irismar é filho também do rádio do interior do Ceará. Para ele, não há jogo ruim. Mais preciso do que os passes de Gerson, o Canhotinha de Ouro, e mais vibrante do que qualquer gol em final de Copa do Mundo.

Tatiana Alencar
Tatiana Alencar

Melhor jogadora de travinha na praça da Cidade 2000. As chinelas que demarcavam o gol eram dela. Embarcou tanta bola! E assim cresceu praticando e amando esportes. No caminho do jornalismo, foi na televisão onde descobriu sua paixão - não maior que a do esporte. Gosta de estar à beira do campo, empurrando os times e compartilhando a emoção do futebol.

Lyvia Rocha
Lyvia Rocha

Apaixonada por esportes desde criança, traz as boas lembranças das peladas de rua e dos jogos escolares. No jornalismo, apaixonou-se primeiro pelo rádio e foi levando a paixão pelo futebol para outras áreas. Depois de realizar o sonho de cobrir uma Copa do Mundo, teve certeza de que o futebol era o amor maior, e segue escrevendo sobre isso.

Sidarta Duarte
Sidarta Duarte

Cedo o menino brejeiro se aventurou no futebol em um campo do bairro Piçarra, em sua pacata Itapajé. Demorou pouco para perceber que sua habilidade e vocação estavam fora das quatro linhas. Descobriu o programa dominical “Embalos da Volta” na Jangadeiro FM logo que aprendeu a lidar com a puberdade. Junto do irmão desenhava nas paredes os equipamentos de uma emissora e gravavam suas ideias mirabolantes no velho toca fitas. Mais tarde, desembarca na capital de dentro de um legítimo pau de arara para cursar jornalismo e escrever, editar, produzir e falar sobre esportes.

Sidarta Duarte
Ana Cláudia Andrade

Já são 10 anos atuando no Jornalismo Esportivo como repórter e apresentadora. Nesse tempo, foi produtora, editora, apresentadora e/ou repórter, sempre com aquela paixão que só quem ama futebol e jornalismo sabe como é. Aqui, a expertise é certificada com coberturas importantes no currículo, como Copa do Mundo da África do Sul, Copa das Confederações, transmissões ao vivo e Campeonatos Cearense e Brasileiro.

Sidarta Duarte
Rodrigo Cavalcante

Amante de futebol desde os cinco anos de idade, foi criado no seio de um time de futebol amador: o Natal que, não por coincidência, é seu time do coração. Foi no embalo da vivência na rotina do Natal que descobriu o que queria fazer da vida: reportar futebol. Por esse caminho, já se somam experiências no rádio, sempre na cola do futebol cearense que é a paixão maior.

Sidarta Duarte
Carlos Henrique

Dizem que a obrigação de todo apaixonado por futebol é saber, pelo menos, dar um chute a gol. Não é o caso de Carlos Henrique Costa. Nas peladas, é conhecido como o “cara da água", mas, mesmo assim, não sai de perto do mundo da bola. Já participou de coberturas importantes como a Copa do Mundo no Brasil, Campeonatos Cearenses e Copa do Nordeste.

Expediente:
Textos: Jéssica Welma, Lyvia Rocha e Rafael Luís Azevedo
Edição: Rafael Luís Azevedo
Design e Animação: Adriano Paiva.
Implementação: Index Digital.

Clubes

O Ceará, que tem certeza que tem a maior torcida do Estado.
O Fortaleza, que tem certeza que tem a maior torcida do Estado
O Ferroviário, que tem certeza que é perseguido pela federação.
O Uniclinic, único time da primeira divisão estadual sem uma torcida que lote pelo menos Fusca.
O Tiradentes, único time que tira os policiais a trabalho da imparcialidade.
O Floresta, que se profissionalizou depois de meio século como amador e já chegou abalando o futebol cearense.
O Guarany de Sobral, o único campeão brasileiro.

Os times tradicionais hoje fora de competições oficiais: América, Calouros do Ar, Maguary e Terra e Mar.
A esperança dos garotos numa peneira em algum dos três clubes grandes da Capital
Castelão lotado em dia de Clássico-Rei.
Bandeirões das torcidas organizadas de Ceará e Fortaleza estendido nas arquibancadas do Castelão.

A alegria da torcida do Ferroviário nas arquibancadas do PV quando o time ganha de goleada de Ceará ou Fortaleza.
A volta olímpica no gramado do Castelão após a conquista de um título.
Momento de silêncio de uma torcida enquanto a torcida rival desce o bandeirão para homenagear o time.
Os apelidos das equipes: Vovô de Porangabuçu, Tricolor do Pici, Tubarão da Barra, Tigre da PM, Mequinha, Águia da Precabura, Tricolor da Base Aérea…
Ver as Vovozetes no intervalo.

Ver as Leoninas no intervalo.

Ver as líderes de torcida de qualquer dos times no intervalo.
Ver os mascotes dos times rivais dando exemplo de paz no futebol.

Ser Tutuba por um dia, incorporando o mascote mais divertido do futebol cearense.

O clima no Porangabuçu após uma vitória no Clássico-Rei.
O clima no Pici após uma vitória num Clássico-Rei.
Assistir ao treino do time de coração na sede do clube.
O burburinho nas sedes de Ceará e Fortaleza após os treinos à tarde.
As discussões sobre como estão as equipes entre torcedores após os treinos.
Discutir se o Penta do Ceará vale ou não.
Discutir sobre os anos de agonia do Fortaleza na Série C.
Jogo com o estádio Presidente Vargas lotado, lembrando um caldeirão.
Jogo de cada time no próprio estádio.
Falar mal da Federação Cearense de Futebol.
Acompanhar a carreata do título de um time.

Fazer viagem para assistir a uma partida do Ceará fora do estado com o Cavalcante, que vai a todos os jogos do clube onde quer que seja.
Torcer por um time de hospital que nem os médicos e enfermeiros torcem por ele: o Uniclinic.
Dizer que torce pelo Ferroviário para não entrar na briga Ceará x Fortaleza.
A ironia de a torcida do Ferroviário ser a maior na classe política cearense (A turma “em cima do muro”).
Dizer que torce por time do interior para não ficar “mal” com Ceará, Fortaleza ou Ferroviário.
A torcida do Ferroviário comemorando o bi estadual de 1994 e 1995 no PV.
A Ultras Resistência Coral, do Ferroviário, uma das torcidas mais politizadas do Brasil.
A faixa “Nem guerra entre as torcidas, nem paz entre as classes”, do Ultras.
Relembrar o dia em que jogo do Fortaleza recebeu um striptease de garotas para levar mais torcida ao PV, em 1987.
Geraldo, ídolo do Ceará, apresentando-se no Fortaleza com trancinhas tricolores.

 

 

Os duelos entre Gildo (Ceará) e Mozarzinho (Fortaleza).
Os confrontos entre o Ceará, de Gildo, e o Fortaleza, de Croinha, na década de 1960.
A história da Carroça Desembestada contra o Bonde sem Freio (Ceará x Flamengo).

Lembra a musiquinha: “Sai, sai do meio, sai que a carroça tá sem freio”

 

Relembrar o dia em que o Ceará venceu o Santos no milésimo jogo de Pelé pelo time.

Em 1969, Pelé já havia marcado mil gols, completado mil jogos na carreira, em 1971, mas faltava o milésimo jogo com a camisa do Santos, time que o consagrou.

Em um Presidente Vargas abarrotado, com mais de 35 mil pessoas, Pelé abriu o placar aos 11 minutos do 1° tempo. Na segunda etapa, o Ceará empatou com Samuel, aos 17 minutos, e virou com Da Costa, aos 30. Era a primeira vitória de um time cearense sobre o Santos do Rei.

O gol de Zezinho na final do segundo turno do Campeonato Estadual de 2004.

Aos 43 minutos do 2° tempo, quando a torcida do Fortaleza já comemorava o título, que seria arrastão com apenas o empate, Zezinho fez o gol da vitória do Ceará, levando a disputa para outros dois jogos extras.

Ceará tem um dos técnicos com mais partidas por um clube do país: Dimas Filgueiras.

 

A final da Copa do Brasil de 1994, Ceará x Grêmio, tem o maior público estimado em jogo de clubes na história do Castelão, com 89 mil torcedores.

Ex-jogador e ídolo do Ceará Sérgio Alves sendo apresentado de helicóptero no estádio.
Primeiro programa de rádio específico para uma torcida, o Dragão Alvinegro, criado em 1970 pelo radialista José Alberto Queirós, na rádio Assunção.
Futebolês – Só mais um site Tribuna Especiais sites
Ver um jogo com o núcleo da Torcida Uniformizada do Fortaleza (TUF) em Roraima, uma das maiores torcidas organizadas do Fortaleza fora do Estado.
O gol de Daniel Frasson na final do Campeonato Cearense de 2000.

O catarinense Daniel Frasson ganhou o amor eterno da torcida tricolor quando, aos 37 minutos do segundo tempo, marcou o gol que quebrou o jejum de sete anos de título do Fortaleza.

As camisas que a empresa cearense Siker fez para times do Estado no início da década.

As camisas que a Fackel fabrica para times cearenses pequenos.
Comprar pipas gigantes no formato dos escudos dos clubes, feitas pela Chocolate Pipas, do Demócrito Rocha.

Comprar miniaturas de ônibus dos clubes cearenses feitas pelo artesão Sérgio Maciel, dono da Serbus Miniaturas.

Comer o “cai-duro” dos barzinhos dos estádios cearenses.
Tomar uma no Fortaleza Esporte Bar.
Ir ao Canto do Baião, restaurante todo decorado com as cores do Ceará.
Comer os pratos de futebol do Tronco do Gaúcho, do ex-volante Solimar.
Ter a trilogia de livros sobre Ceará, Fortaleza e Ferroviário, feita por Airton de Farias.
A saudade do tempo em que quase todo jogador cearense era conhecido por apelidos e não pelos nomes. A seleção de todos os tempos: Buceteiro; Cabaço, Chibata, Cu de Rã e Fedorento; Horroroso, Já Morreu e Nojento; Tenebroso, Três Orelhas e Zé Bosta.

Acredite, os “nomes” estão registrados no livro Presepadas no Mundo da Bola, publicado em 2003 por Alberto Damasceno, pesquisador do futebol cearense.

O dia em que o Flamengo jogou em Juazeiro do Norte contra o Icasa.
Ver um jogo no Bandeirão lotado.

Interior

Nomes dos estádios no Interior (geralmente no aumentativo).
A alegria da torcida de um time do interior quando vence um grande da capital no Castelão ou no PV.
A alegria maior ainda da torcida de um time do interior quando vence em casa um grande da capital.
Assistir a um jogo cheio de mosquitos na arquibancada no primeiro semestre, na temporada de chuvas.
O clássico Icasa x Guarani de Juazeiro, o único do interior cearense.
Conhecer as sedes do Icasa e do Guarani de Juazeiro.
O dia que o Horizonte venceu o Fluminense pela Copa do Brasil em 2014.
Ver um jogo no Romeirão lotado.
Ver um jogo no Junco lotado.
Ver um jogo no Perilão lotado.
Ver um jogo no Abilhão lotado.
Ver um jogo no Moraisão lotado.
Ver um jogo no Domingão lotado.
Ver um jogo no Barrosão lotado.
Ver um jogo no Mourãozão lotado.
Ver um jogo no Raimundão lotado.
Ver um jogo no Agenorzão lotado.
Ver um jogo no Mirandão lotado.
Ver um jogo no Serjão lotado.
Ver um jogo no Coliseu do Sertão lotado (bem, isso ainda não aconteceu).
Ver um jogo em qualquer outro estádio do interior lotado.
O estádio Raimundo da Cunha Rola, o único que (por motivos óbvios) não tem como apelido um sobrenome com aumentativo.
Conversar com familiares de José Abílio, o homem que gastou fortuna recebida na loteria com o time do Quixadá e deu nome ao estádio Abilhão.
Ir ao Beco do Cotovelo, em Sobral, na segunda-feira, para falar do jogo do Guarany no domingo.
Os refletores de alguns dos estádios do interior, que não iluminam nada.
O Coliseu de Alto Santo, um dos estádios mais diferentes do país.
A funerária Caminho do Céu, de Senador Pompeu, que vende caixões com as cores e escudos de clubes de futebol.
Torcida organizada do Fortaleza em Juazeiro do Norte: a Força Tricolor.
Os primos de Quixeramobim que possuem Fuscas temáticos de Fortaleza e Ceará.
Iarley com a bandeira de Quixeramobim no Mundial de Clubes.
Iarley usando a camisa 10 de Maradona quando foi ídolo do Boca Juniors.
Levar uma imagem de Padre Cícero para assistir a um jogo do Icasa ou do Guarani no Romeirão.
Despedida de Sócrates num Corinthians x Vasco no Romeirão, em Juazeiro do Norte, em 1984.
Limoeiro no quadrangular final da Série C.
Clássico Atlético do Pipi Santeiro x Maguary do Manoel Macumbeiro, em Canindé.
Ver as Areninhas chegando ao Interior do Estado.
Jogar com bola “dente de leite”.

Futebol Amador

Jogar com bola de capotão.

Bola dos primeiros mundiais de futebol: feita de couro, com 12 gomos e uma costura externa, onde ficava o bico para ser cheia.

Jogar com bola de meia.
Jogar com bola de papel na escola.
Jogar numa Areninha.
Jogar futebol de travinha com os chinelos servindo de trave
Colocar as chinelas para marcar o gol no meio do calçamento.
Defender um pênalti com as Havaianas nas mãos fazendo o papel das luvas.
Fazer o “drible da vaca” na parede das casas.

Não sabe o que é o drible da vaca? É uma jogada de futebol que acontece quando o jogador dribla o seu adversário, tocando a bola por um lado e correndo pelo outro lado do oponente, que fica sem saber para onde olhar.

Embarcar a bola pela décima quinta vez na casa do vizinho.
Gritar “Ó o carro” quando está jogando travinha no meio da rua.
Parar o racha pra “pegar bigu” no caminhão que passa no meio do “campo” no asfalto da rua.
Jogar um interclasse de futebol com a turma do colégio.
Amarrar os cadarços da chuteira ou do tênis no calcanhar.
O cantor Fagner jogando com a camisa do Fortaleza em amistosos oficiais do clube.

Conhecer os clubes tradicionais do subúrbio, alguns tão antigos quanto Ceará, Fortaleza e Ferroviário.

Vale a pena conhecer a história de clássicos do futebol amador fortalezense, como a Associação Atlética Bandeirantes que nasceu em 1968, alguns anos após a criação do Barbosa de Freitas, o mais antigo da Comunidade das Quadras, na Aldeota.

Acompanhar o trabalho do técnico cego que comanda o Juventude do Bom Jardim.
Assistir a um jogo no tradicional Campo do América.

O campo está localizado entre as ruas Pereira Filgueiras e Tenente Benévolo, Nunes Valente e José Vilar, em uma das áreas de maior valorização imobiliária da cidade. Ele resistiu às mudanças no entorno e foi transformado em uma Areninha.

Apreciar a vista do Campo do América de cima de algum dos prédios próximos.
Assistir ou jogar no futebol de paraplégicos (sim, o Power Soccer).
Assistir a um jogo do time de anões Gigantes do Cangaço (o antigo Rapadura Cearense).

Jogar uma partida na Arena Jatobá, que sedia a Federação Cearense de Futebol de Travinha.
Participar da Liga de Futebol de Travinha da Praia da Leste-Oeste, uma das mais tradicionais de Fortaleza.
A alegria dos garotos dos times pequenos da Capital quando vencem um dos três grandes nos campeonatos de base.
Conhecer o Racha de Saltinho, futebol feminino nas areias da Praia de Iracema.
Jogar travinha numa das praias de Fortaleza.
Participar de campeonatos de futebol de botão.
Bater bola com Roberto “Romário”, o peladeiro da Praia dos Diários que tem mais de mil gols anotados num caderninho.
Bater um racha nos gramados do estádio Presidente Vargas e da Arena Castelão em dezembro, quando o futebol profissional entra de férias.
Marcar um gol no Presidente Vargas ou no Castelão nos rachas amadores.
Jogar no estádio Antony Costa, o campo do Antônio Bezerra, mantido pela Prefeitura de Fortaleza. Ele recebeu as cadeiras vermelhas que foram retiradas do PV em 2011, porque incomodaram a torcida do Ceará.
Ver um gol do Neno, o rei das faltas de calcanhar, líder do Guariba, time amador de São Gonçalo do Amarante.

Apaixonados

Soltar a tradicional vaia cearense quando um jogador adversário “fura”, pisa na bola, recebe um drible ou sai de campo.
Reclamar da buzina do torcedor do Ferroviário que inferniza o setor das cadeiras do PV.
Visitar a banca de apostas da Praça do Ferreira.
Deixar o nome assinado nas paredes da casa de Airton Fontenele após uma visita.
Recortar a capa dos jornais no dia de vitória do seu time.
Colar os pôsteres do time campeão nas paredes de casa.
Ir ao boteco de rua que é cheio de páginas de jornais com pôsteres de times cearenses.
Soltar fogos de artifício para comemorar gol do time de coração.
Fazer buzinaço no bairro para comemorar o título do time de coração.
Vestir uma camisa da Lampions League – como é chamada a Copa do Nordeste.
Ligar para o celular do amigo que está do outro lado da arquibancada, assim que seu time marca um gol na equipe dele no Clássico-Rei
Conversar com Dona Ivone, uma das mais antigas torcedoras do Ferroviário.
Receber um time de futebol no aeroporto.
Usar camisa de um time cearense em outro estado.
Usar camisa de um time cearense em outro país.
Sair nas seções dos sites dos clubes com uma camisa do time em viagem.
Ficar morto de orgulhoso ao ver um cearense com camisa do time de coração durante uma viagem a outro estado ou país.
Valdemar Caracas, fundador do Ferroviário Atlético Clube e o primeiro comentarista de rádio do futebol cearense.
Conhecer Toinha, funcionária do Fortaleza há quase meio século.
Participar de grupo de torcedores no Whatsapp.
O primeiro chefe de torcida do futebol cearense: Celso Alves da Silva, de 1919.
Adhemar Nunes Freitas, o mais antigo atleta da galeria de ídolos de Porangabuçu, nascido no mesmo ano de fundação do Ceará, que morreu em 2009.
Ter o prazer de usar a camisa do seu clube no dia pós-vitória.
Publicar nas redes sociais as parciais de ingressos vendidos.
Ter orgulho de torcer pelo time que leva a maior torcida aos estádios.
Ter orgulho por torcer pelo time que faz a festa mais bonita nos estádios.
Não aceitar que o time adversário seja considerado o que tem a maior torcida ou o que faz festa mais bonita.
Matricular seu filho na escolinha de futebol do seu clube preferido.
Faltar à escola ou ao trabalho na segunda-feira quando teu time perdeu o clássico no domingo.
Patrício Trajano, que dizem ser o único torcedor de verdade do Tiradentes.
Invadir o gramado após acesso de Ceará ou Fortaleza (É proibido fazer isso, pessoal!).
Assistir a um jogo na caixa d’água vizinha ao Presidente Vargas.
Pegar um pedaço de grama do PV ou do Castelão após acesso.
Comprar marujinho no estádio.
Deixar para comprar ingresso de última hora, pouco antes do jogo.
Assistir a um jogo atrás da trave, especialmente no PV.
Ouvir jogo com rádio de pilha no estádio.
Ouvir jogo com radiola (sem fone de ouvido, claro) no estádio, irradiando o som aos vizinhos.
Ouvir uma transmissão do rádio esportivo em rodada do Campeonato Cearense.
Ouvir uma transmissão do rádio esportivo num jogo qualquer.
Ouvir a narração da equipe da Tribuna BandNews FM.
Acompanhar as dezenas de programas esportivos no rádio em Fortaleza.
A identificação entre o ouvinte e o repórter ou o locutor esportivo.
Falar do “futebol de antigamente”.
Falar sobre os times que não existem mais.
O clima de Copa do Mundo que envolve a todos de quatro em quatro anos.
Assistir o jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo ao lado do seu amigo rival, os dois vestidos com as camisas de seus times respectivamente.
Comprar roupa de recém-nascido de futebol para o filho/filha.
Pendurar o bandeirão do time na janela de casa ou no porta-mala do carro.
Ter pelúcia do mascote do time.
Fazer book de casamento no estádio do time favorito.
Mandar fazer camisa com nome personalizado nas costas.
Ter a camisa feita por torcedores do Ceará com escudos de todos os times que eliminaram o Fortaleza nos anos de Série C.
Ter uma das milhares de camisas piratas, produzidas sabe-se lá onde, logo que os clubes apresentam seus uniformes oficiais.
Fazer coleção de camisas do time do coração.
Ter mais de uma camisa de uma mesma temporada, só com os números diferentes.
Colocar em um quadro a camisa do time autografada por um ídolo e pendurar na parede de casa.
Viajar para assistir ao jogo do time em outro estado.
Chorar de alegria quando o time ganha campeonato.
Chorar de tristeza quando o time perde campeonato.
Emocionar-se com o grito de gol dos locutores esportivos do rádio cearense.
Assistir o VT do jogo do time de coração quando ele ganha.
Falar palavrão contra o árbitro durante o jogo de futebol.
Fazer pedido de casamento no intervalo de um jogo de futebol.
Bater foto com toda a família vestindo a camisa do time do coração.
Consertar o carro na oficina do Maizena, ídolo do Fortaleza.
Pegar um dos táxis do Mazinho Loyola, ídolo de Ferroviário e Fortaleza.
Lavar o carro no lava a jato do Facó, ídolo do futsal cearense.
Conversar com Pacoti nos bancos da Praça do Ferreira.
Conversar sobre futebol das antigas com Marilena Lima, primeira repórter esportiva mulher em Fortaleza.
Encontrar o ex-técnico Dimas Filgueiras na Igreja de Fátima.
A rivalidade dos times de Fortaleza com os do Recife e de Belém.
Aliar-se a torcedores de times de outros estados pela coincidência nas cores.
Tomar cerveja nos bares do Benfica em dia de jogo no estádio Presidente Vargas.
Comer o cachorro-quente só de carne moída dos ambulantes no entorno do Castelão.
Ler os livros de futebol já publicados em Fortaleza.
Não marcar outro compromisso, sob hipótese alguma, no horário do racha com os amigos no campo soçaite.
Ver grupos de estrangeiros de passagem por Fortaleza marcando presença no PV e no Castelão nos jogos de Ceará e Fortaleza.
Ser a pessoa que se veste de mascote do time de futebol.
Sentar sempre na mesma posição no estádio, por superstição.
Tiquinho, o cachorrinho que se tornou o primeiro sócio-torcedor animal do futebol cearense, que nasceu em 2009.

Tem Dessas também

O cearense Mirandinha, primeiro jogador brasileiro a jogar na Inglaterra.
A paixão do futebol cearense pelo tapetão (polêmica!)

Tapetão é uma expressão muito usada no mundo do futebol quando um time perde uma partida em campo, mas quer ganhar na Justiça.

O acervo riquíssimo do saudoso pesquisador Alfredo Sampaio

Alfredo Sampaio foi um dos maiores pesquisadores da história do futebol nacional. Detinha um arquivo atualizado e organizado. Por muitos anos seu arquivo serviu como fonte de pesquisa para jornalistas, radialistas, torcedores e curiosos em geral.

Nome curiosos de times do Ceará no século XX: “Tramways”, “Sem Rival”, “Volante”…
Ter orgulho dos cearenses que brilham no futebol internacional

Estão na lista jogadores como Ari, ex-Fortaleza e ídolo no futebol russo pelo Lokomotiv Moscow; Wanderson, ex-Fortaleza e atleta do Dínamo, também na Rússia; e Raffael, ex-Ceará e Fortaleza, que joga no Borussia Monchengladbach, na Alemanha.

Cearenses que atuaram na seleção brasileira.

Estão na lista: Mirandinha, Osvaldo, Dudu Cearense, Jônatas, Jardel, Adriano, Wendell, Zé de Melo, Geroldo e Babá.

Grandes personalidades nacionais e internacionais envergando uma camisa de time cearense presenteada por algum cearense “quintura”.

Integrantes da banda Iron Maiden já ganharam camisas personalizadas do Ceará, e o ex-papa Bento XVI recebeu uma camisa do Fortaleza

O histórico jogo de 16 x 0 entre Ceará e Sussex Trader no PV, em 1949.
A história do atacante Mitotônio, que passou mal durante um jogo e morreu horas depois de congestão por ter comido panelada.
Lembrar dos jogadores do passado com o avô louco por futebol.
Ter o aniversário lembrado por Inês Cabral.

Torcedora símbolo do Ceará Sporting Club, Inês Cabral soma mais de quatro décadas de carreira no rádio cearense, em especial o rádio esportivo. É conhecida pela boa memória para os aniversário de seus conhecidos.

A vinheta do Jorge Telmo.
As lembranças de quem viu Palmeiras 6 x 1 Borussia Dortmund, no Castelão, em 1996.
Hino nacional cantado à capela (sempre) em jogos no Castelão.
Domingo de clássico entre Venturoso e Milan no Pio XII.
Cearense Jardel, que foi campeão da Libertadores em 1995 e é ídolo do Grêmio e do futebol português.
Trocar as arquibancadas do Castelão, na época da Copa, para ver Holanda x México pelas TVs das lanchonetes devido ao calor no jogo que iniciou às 13h. 301. O dia em que a torcida do México fez o Brasil se sentir visitante na Copa do Mundo em Fortaleza.
O dia em que a torcida do México fez o Brasil se sentir visitante na Copa do Mundo em Fortaleza.
Presentear crianças com bola de futebol no Dia das Crianças ou no Natal.
Ler uma cartinha dos Papai Noel dos Correios em que a criança pede uma bola de Natal de presente.
Participar de campeonato de videogame de futebol.
A saudade dos Los Coçadores Del Chaco, banda de rock cearense que se apresentava com camisas do Galatasaray, da Turquia.
Ter visto a Costa Rica ganhando do Uruguai no Castelão.
Assistir a um jogo de outros estados na casa do Elenilson Dantas, no Conjunto do Ceará, o cara que tem uma mega-antena que aponta para o mundo todo.
Tom Cavalcante contando os tempos em que jogou na base do Ceará e nos profissionais do Calouros do Ar.
Ter o único campeonato do Brasil com times das cidades de alguns dos maiores humoristas do país: Maranguape (Chico Anysio), Sobral (Renato Aragão) e Itapipoca (Tiririca), sem contar os da capital (Tom Cavalcante).
Chico Anysio dizendo que, apesar de ser filho de ex-presidente do Ceará, ele era torcedor do Ferroviário.
A história do ex-presidente do Ceará cujo filho virou presidente do Fortaleza.

Ananias Frota de Vasconcelos foi presidente do Vovô, entre 1942 e 1943, enquanto o filho José Girão Frota presidiu o Leão, em 1967.

A melancia com caricatura de rosto de jogadores, que fez sucesso na Copa do Mundo.

Caricatura em melancia virou moda no Brasil na época da Copa do Mundo de Futebol. Em Fortaleza, o chef Isac Batista aproveitou a Copa em Fortaleza para homenagear o jogador Neymar e o mascote da Copa, Fuleco, com imagens esculpidas em uma melancia.

Passeios

Conhecer o estádio presidente Vargas, pertinho de tudo.
Visitar a Calçada da Fama do PV, que precisou sair da calçada pra não sofrer tanto com sol e chuva.
Ver um jogo com a Embaixada do Vozão, grande torcida do Ceará em Brasília.
Conhecer o que restou do campo do Cefet (hoje, IFCE), local onde existiu o primeiro estádio da cidade, o Prado.
Fazer uma visita ao acervo da Biblioteca Pública, com exemplares de jornais do início do século XX, quando o jornalismo esportivo ainda não tinha sua identidade.
Pisar no gramado do Castelão ou do PV pela primeira vez e imaginar-se marcando um gol com a torcida do seu time ao fundo nas arquibancadas.
Subir as escadarias do Castelão correndo enquanto os times já estão em campo.
Assistir ao jogo no PV encostado no vidro, xingando os jogadores adversários.
Visitar as bancas de revistas do Centro que ainda vendem o diário Lance.
Levar os filhos pela primeira vez a um estádio de futebol.
Almoçar no restaurante do Castelão.
Aproveitar o almoço no Castelão pra tirar uma foto na beira do gramado.
Fazer um passeio pelo museu do Castelão.
Conferir as maquetes antiga e nova do Castelão dentro do museu do estádio.
Visitar a sede/estádio do Ceará, em Porangabuçu.
Visitar a sede/estádio do Fortaleza, no Pici (apesar de que fica no Jockey Club).
Visitar a sede/estádio do Ferroviário, na Barra do Ceará.
Visitar a sede do Tiradentes, no Antônio Bezerra.
Visitar o estádio do Uniclinic, na Lagoa Redonda.
Visitar a sede/estádio do Terra e Mar, no Mucuripe.
Visitar a sede do Floresta, na Vila Manuel Sátiro.
Lamentar que América, Calouros do Ar e Maguary não têm mais sede.
Visitar o estádio Murilão, em Messejana, casa do extinto Messejana.
Visitar o estádio Valdemar Caracas, no Bom Jardim.
Visitar algum dos outros estádios de bairro mantidos pela Prefeitura.
Bater um racha no campo do Colégio Militar, na Av. Santos Dumont.
Subir na arquibancada do estádio do Sesi para ver o estádio Elzir Cabral lá do alto.
Visitar o Passeio Público, local que sediou a primeira partida da história do futebol cearense, em 1904.
Conhecer a praça Ney Rebouças, em frente ao estádio Alcides Santos (Fortaleza).
Comer chá ou café com macaxeira no estádio Presidente Vargas.
Jogar futebol no Campo do Tigrão.
Trocar figurinhas da Copa do Mundo na Praça Portugal.
Apostar no time de coração na Praça do Ferreira.
Jogar uma pelada no campo dentro do Parque do Cocó.
Conhecer o museu do Ceará.
Conferir a sala de troféus do Fortaleza.
Ter acesso à sala onde o Ferroviário mantém seus troféus.
Comprar produtos numa loja oficial dos clubes.
Comprar camisas antigas em lojas como o Lojão dos Esportes, na Av. Antônio Sales.
Dar uma passada na BD Sports, tradicional loja do Centro de Fortaleza.
Comprar camisas não oficiais no antigo Beco da Poeira.
Conhecer o Centro de Treinamento do Ceará em Itaitinga.
Conhecer o Centro de Treinamento do Fortaleza em Maracanaú.