Professor universitário conta sobre intercâmbio profissional na França

ESTUDO NA FRANÇA

Professor universitário conta sobre desafios de aprender outro idioma para estudar fora

Além da França, Suíça e Bélgica foram outros países da língua francesa que o professor também conheceu e estudou a língua

Por Tribuna do Ceará em Intercâmbio

28 de outubro de 2017 às 06:10

Há 1 ano
intercambio-eduardo

Eduardo é professor e morou na França (FOTO: Arquivo pessoal)

O intercâmbio não é novidade. Existem vários tipos de intercâmbio, entre eles o profissional e universitário. O professor universitário Eduardo Fontenele, em 1994, conseguiu realizar o intercâmbio paós a universidade, voltado para a qualificação pessoal, já que é professor, algo que é sonho de muitos.

Mas antes de viajar e concretizar seu objetivo, teve que se preparar bem, principalmente aprendendo o idioma do lugar para onde foi. Ele começou a estudar francês na Aliança Francesa, seis meses antes de iniciar o Doutorado em Economia na Universidade de Paris XIII.

Apesar do amor pela língua francesa, o começo não foi fácil. “Inicialmente, tive algumas dificuldades na conversação, principalmente no início do período do doutorado. Posteriormente, com a criação de uma maior rede de relacionamentos pessoais e profissionais, o idioma ficou mais fluente, facilitando, principalmente, a redação da tese de doutorado”, afirma.

Outra dificuldade também foi o uso de algumas expressões específicas da língua. “Algumas palavras em francês exigem uma pronúncia mais adequada, dificultando a compreensão dos nativos”, explicou.

Além da França, Suíça e Bélgica foram outros países da língua francesa que o professor também conheceu. Para o futuro da língua, ele deseja solidificar os contatos com institutos e universidades francesas, decorrente das experiências recentes como professor vistante na Universidade do Havre, em 2013, e no ISTOM, em Cergy, em 2016.

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ESTUDO NA FRANÇA

Professor universitário conta sobre desafios de aprender outro idioma para estudar fora

Além da França, Suíça e Bélgica foram outros países da língua francesa que o professor também conheceu e estudou a língua

Por Tribuna do Ceará em Intercâmbio

28 de outubro de 2017 às 06:10

Há 1 ano
intercambio-eduardo

Eduardo é professor e morou na França (FOTO: Arquivo pessoal)

O intercâmbio não é novidade. Existem vários tipos de intercâmbio, entre eles o profissional e universitário. O professor universitário Eduardo Fontenele, em 1994, conseguiu realizar o intercâmbio paós a universidade, voltado para a qualificação pessoal, já que é professor, algo que é sonho de muitos.

Mas antes de viajar e concretizar seu objetivo, teve que se preparar bem, principalmente aprendendo o idioma do lugar para onde foi. Ele começou a estudar francês na Aliança Francesa, seis meses antes de iniciar o Doutorado em Economia na Universidade de Paris XIII.

Apesar do amor pela língua francesa, o começo não foi fácil. “Inicialmente, tive algumas dificuldades na conversação, principalmente no início do período do doutorado. Posteriormente, com a criação de uma maior rede de relacionamentos pessoais e profissionais, o idioma ficou mais fluente, facilitando, principalmente, a redação da tese de doutorado”, afirma.

Outra dificuldade também foi o uso de algumas expressões específicas da língua. “Algumas palavras em francês exigem uma pronúncia mais adequada, dificultando a compreensão dos nativos”, explicou.

Além da França, Suíça e Bélgica foram outros países da língua francesa que o professor também conheceu. Para o futuro da língua, ele deseja solidificar os contatos com institutos e universidades francesas, decorrente das experiências recentes como professor vistante na Universidade do Havre, em 2013, e no ISTOM, em Cergy, em 2016.