Técnico em Prótese Dentária ganha notoriedade na odontologia
TÉCNICO

Técnico em Prótese Dentária ganha notoriedade na odontologia

A remuneração tem uma variação média de R$ 937 e R$ 1.200 mensais, em uma jornada de trabalho de oito horas diárias

Por Tribuna do Ceará em Carreira

24 de setembro de 2017 às 06:19

Há 4 semanas
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(FOTO: Freepik)

Ao longo dos últimos anos, o mercado de trabalho tem apresentado boas oportunidades para o Técnico em Prótese Dentária (TPD), que mesmo atuando nos “bastidores” da odontologia, exerce papel fundamental para estética e saúde bucal do brasileiro.

Segundo dados do CFO – Conselho Federal de Odontologia – atualmente, mais de 20 mil profissionais trabalham no país. A expectativa é que esse número aumente a cada ano devido ao avanço tecnológico do segmento, aliado a excelência da habilidade técnica dos TPDs nacionais, reconhecida mundialmente nos maiores centros de referência da prótese como o Japão e a Alemanha.

Esses fatores têm elevado a imagem da categoria dentro das principais entidades representativas do setor, como os conselhos regionais. O reconhecimento profissional do TPD também tem aumentado entre os cirurgiões dentistas, na indústria e comércio do segmento e no meio acadêmico, elevando a busca por cursos disponíveis em mais de 60 escolas de todo o país.

Para ser um TPD, o profissional deve procurar um curso técnico com duração média de dois anos em uma escola especializada. Depois de formado, será responsável pela confecção de aparelhos de ortodontia, aparelhos de prótese removível – conhecidos popularmente como “ponte”-, implantes, facetas de porcelana e os trabalhos voltados ao setor de estética, como as famosas lentes de contato.

Para atuar legalmente, o TPD deve se inscrever no Conselho Regional de Odontologia (CRO), em sua região de trabalho. O profissional pode ingressar no mercado como estagiário, na função de auxiliar em laboratórios de prótese. Nestes casos, a remuneração tem uma variação média de R$ 937 e R$ 1.200 mensais, em uma jornada de trabalho de oito horas diárias.

Hoje, técnicos brasileiros reconhecidos internacionalmente conquistaram status profissional de “estrelas” na prótese e são convidados, por entidades de classe e empresas do segmento, para dar palestras nos principais eventos do setor. Muitos tornam-se também grandes empresários e administram laboratórios que atendem clientes em todo território nacional e chegam a empregar até 80 profissionais.

Técnicos em evidência

Entre os destaques na profissão, o segmento da prótese dentária brasileira está bem representado pela TPD paulistana Renata Vano, que participou, neste ano, pela segunda vez do World Mixed Dental Arts, uma competição entre técnicos em prótese dentária, organizado pelo grupo Dental Technicians Guild (DTG), nos Estados Unidos. Com transmissão via internet para cerca de 10 mil pessoas ao redor do mundo, Renata alcançou visibilidade em diversos países, recebendo até propostas de trabalho e convites para outros eventos do segmento. Hoje, a TPD já é uma das referências da prótese nos EUA, com participação em eventos em Chicago e Alabama.

Formada pelo SENAC unidade Tiradentes, a técnica ingressou jovem na profissão e agora tem a oportunidade de evidenciar todo o conhecimento alcançado em 25 anos de carreira na prótese. Em seu vasto currículo, reúne cursos de especialização, passagens por laboratórios renomados no Brasil, a experiência como professora no SENAC de São Paulo e em cursos para dentistas em Fortaleza e Marília. A TPD também já foi palestrante em outras edições dos Congressos e do Encontro/Cursão da APDESPBR. Neste ano, ela participa do 15º Congresso Internacional como assessoria científica de Prótese Total e Prótese Parcial Removível.

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Técnico em Prótese Dentária ganha notoriedade na odontologia

A remuneração tem uma variação média de R$ 937 e R$ 1.200 mensais, em uma jornada de trabalho de oito horas diárias

Por Tribuna do Ceará em Carreira

24 de setembro de 2017 às 06:19

Há 4 semanas
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(FOTO: Freepik)

Ao longo dos últimos anos, o mercado de trabalho tem apresentado boas oportunidades para o Técnico em Prótese Dentária (TPD), que mesmo atuando nos “bastidores” da odontologia, exerce papel fundamental para estética e saúde bucal do brasileiro.

Segundo dados do CFO – Conselho Federal de Odontologia – atualmente, mais de 20 mil profissionais trabalham no país. A expectativa é que esse número aumente a cada ano devido ao avanço tecnológico do segmento, aliado a excelência da habilidade técnica dos TPDs nacionais, reconhecida mundialmente nos maiores centros de referência da prótese como o Japão e a Alemanha.

Esses fatores têm elevado a imagem da categoria dentro das principais entidades representativas do setor, como os conselhos regionais. O reconhecimento profissional do TPD também tem aumentado entre os cirurgiões dentistas, na indústria e comércio do segmento e no meio acadêmico, elevando a busca por cursos disponíveis em mais de 60 escolas de todo o país.

Para ser um TPD, o profissional deve procurar um curso técnico com duração média de dois anos em uma escola especializada. Depois de formado, será responsável pela confecção de aparelhos de ortodontia, aparelhos de prótese removível – conhecidos popularmente como “ponte”-, implantes, facetas de porcelana e os trabalhos voltados ao setor de estética, como as famosas lentes de contato.

Para atuar legalmente, o TPD deve se inscrever no Conselho Regional de Odontologia (CRO), em sua região de trabalho. O profissional pode ingressar no mercado como estagiário, na função de auxiliar em laboratórios de prótese. Nestes casos, a remuneração tem uma variação média de R$ 937 e R$ 1.200 mensais, em uma jornada de trabalho de oito horas diárias.

Hoje, técnicos brasileiros reconhecidos internacionalmente conquistaram status profissional de “estrelas” na prótese e são convidados, por entidades de classe e empresas do segmento, para dar palestras nos principais eventos do setor. Muitos tornam-se também grandes empresários e administram laboratórios que atendem clientes em todo território nacional e chegam a empregar até 80 profissionais.

Técnicos em evidência

Entre os destaques na profissão, o segmento da prótese dentária brasileira está bem representado pela TPD paulistana Renata Vano, que participou, neste ano, pela segunda vez do World Mixed Dental Arts, uma competição entre técnicos em prótese dentária, organizado pelo grupo Dental Technicians Guild (DTG), nos Estados Unidos. Com transmissão via internet para cerca de 10 mil pessoas ao redor do mundo, Renata alcançou visibilidade em diversos países, recebendo até propostas de trabalho e convites para outros eventos do segmento. Hoje, a TPD já é uma das referências da prótese nos EUA, com participação em eventos em Chicago e Alabama.

Formada pelo SENAC unidade Tiradentes, a técnica ingressou jovem na profissão e agora tem a oportunidade de evidenciar todo o conhecimento alcançado em 25 anos de carreira na prótese. Em seu vasto currículo, reúne cursos de especialização, passagens por laboratórios renomados no Brasil, a experiência como professora no SENAC de São Paulo e em cursos para dentistas em Fortaleza e Marília. A TPD também já foi palestrante em outras edições dos Congressos e do Encontro/Cursão da APDESPBR. Neste ano, ela participa do 15º Congresso Internacional como assessoria científica de Prótese Total e Prótese Parcial Removível.