Revista digital independente de Fortaleza tem como proposta a proximidade com o leitor


Revista digital independente de Fortaleza tem como proposta a proximidade com o leitor

A Nonata tem pouco mais de uma semana de vida e faz jornalismo cultural de forma leve e acessível a todos os públicos

Por Ana Beatriz Leite em Cultura

27 de julho de 2015 às 07:00

Há 3 anos

A revista Nonata foi fundada por quatro amigos


“Não queremos ser nata. O mais denso do leite fervido, acima do próprio leite. Camada superior, parte seleta. Destaque, elite”. É com essa pretensão de fazer um jornalismo mais próximo do leitor que se inicia o manifesto da mais nova revista digital de Fortaleza, a Nonata.

Debater cultura de forma leve e inclusiva, como uma conversa entre amigos, é a proposta. E, para isso, nada de textos em 3ª pessoa e linguajar formal. Ainda em suas primeiras semanas de publicação, a adoção do relato, uma observação em primeira pessoa, ao invés do formato notícia tradicional, começa a traçar a identidade da publicação jornalística.

Natural da Paraíba, Jáder Santana mora em Fortaleza desde 2004, é formado em Jornalismo pela UNIFOR – Universidade de Fortaleza, e já é bem dizer, um local. Junto com duas amigas do período de  graduação, Erika Neves e Marília Gomes, e outra amizade também antiga, Marina Solon, o jornalista montou o time inicial da revista que já tinha idealizada há alguns anos.

Apesar de comporem a coordenação da Nonata, a ideia é fazer uma produção colaborativa. Há uma equipe não-fixa de colaboradores e colunistas, formada por amigos, ex-colegas de redação e conhecidos dos idealizadores, mas as publicações estão abertas a quem queira expor suas ideias.

O manifesto da revista deixa claro, assim como a brincadeira com a “nata” no nome, seu posicionamento. “Queremos ter a capacidade de discutir fatos relevantes da cultura contemporânea de um modo acessível. Se tiver que falar de Walter Benjamin, Dante e Sartre, vamos falar, mas de uma maneira que possa ser entendida por quem nunca ouviu falar de nenhum deles”, explica Jáder, que é o editor.

E para quem simpatizou com a proposta e quer colaborar com suas produções na revista, o convite é feito logo na página inicial. Basta entrar em contato com a equipe através do site.

Por enquanto, a Nonata tem menos de 15 publicações, mas substanciais publicações, e o editor conta que novidades já estão a caminho. “Nas próximas semanas muita gente vai se somar ao nosso time. Vai ter um grupo de estudantes de arquitetura falando sobre o modo como vivemos e respiramos a cidade, uma coluna sobre fazer cinema no Brasil, gente escrevendo sobre política no contexto latino-americano, outros comentando a nova movida cultural de Fortaleza… Tem muita coisa legal vindo por aí”, comenta.

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Revista digital independente de Fortaleza tem como proposta a proximidade com o leitor

A Nonata tem pouco mais de uma semana de vida e faz jornalismo cultural de forma leve e acessível a todos os públicos

Por Ana Beatriz Leite em Cultura

27 de julho de 2015 às 07:00

Há 3 anos

A revista Nonata foi fundada por quatro amigos


“Não queremos ser nata. O mais denso do leite fervido, acima do próprio leite. Camada superior, parte seleta. Destaque, elite”. É com essa pretensão de fazer um jornalismo mais próximo do leitor que se inicia o manifesto da mais nova revista digital de Fortaleza, a Nonata.

Debater cultura de forma leve e inclusiva, como uma conversa entre amigos, é a proposta. E, para isso, nada de textos em 3ª pessoa e linguajar formal. Ainda em suas primeiras semanas de publicação, a adoção do relato, uma observação em primeira pessoa, ao invés do formato notícia tradicional, começa a traçar a identidade da publicação jornalística.

Natural da Paraíba, Jáder Santana mora em Fortaleza desde 2004, é formado em Jornalismo pela UNIFOR – Universidade de Fortaleza, e já é bem dizer, um local. Junto com duas amigas do período de  graduação, Erika Neves e Marília Gomes, e outra amizade também antiga, Marina Solon, o jornalista montou o time inicial da revista que já tinha idealizada há alguns anos.

Apesar de comporem a coordenação da Nonata, a ideia é fazer uma produção colaborativa. Há uma equipe não-fixa de colaboradores e colunistas, formada por amigos, ex-colegas de redação e conhecidos dos idealizadores, mas as publicações estão abertas a quem queira expor suas ideias.

O manifesto da revista deixa claro, assim como a brincadeira com a “nata” no nome, seu posicionamento. “Queremos ter a capacidade de discutir fatos relevantes da cultura contemporânea de um modo acessível. Se tiver que falar de Walter Benjamin, Dante e Sartre, vamos falar, mas de uma maneira que possa ser entendida por quem nunca ouviu falar de nenhum deles”, explica Jáder, que é o editor.

E para quem simpatizou com a proposta e quer colaborar com suas produções na revista, o convite é feito logo na página inicial. Basta entrar em contato com a equipe através do site.

Por enquanto, a Nonata tem menos de 15 publicações, mas substanciais publicações, e o editor conta que novidades já estão a caminho. “Nas próximas semanas muita gente vai se somar ao nosso time. Vai ter um grupo de estudantes de arquitetura falando sobre o modo como vivemos e respiramos a cidade, uma coluna sobre fazer cinema no Brasil, gente escrevendo sobre política no contexto latino-americano, outros comentando a nova movida cultural de Fortaleza… Tem muita coisa legal vindo por aí”, comenta.