O "cardápio do dia" evoluiu: conheça a arte em giz que conquista cada vez mais fãs

CHALK LETTERING

O “cardápio do dia” evoluiu: conheça a arte em giz que conquista cada vez mais fãs

Arte personalizada saiu dos bares e restaurantes, invadiu casas, escritórios e virou até performance

Por Lucas Barbosa em Cultura

21 de outubro de 2017 às 07:00

Há 7 meses

Técnica deixou de ser meramente informativa para se juntar à decoração dos estabelecimentos (FOTO: Divulgação)

Sempre foi comum ver quadros e cavaletes de restaurantes e bares com escritas de giz informando, sobretudo, o cardápio do dia. A técnica se expandiu, conquistou artistas e, hoje, virou uma requintada decoração nos estabelecimentos, com ares de sofisticação.

Muito dessa evolução se deve ao hand lettering, a arte de caprichosamente desenhar as fontes das letras que Tribuna do Ceará mostrou aqui. Mas também se agregaram as cores para além do branco tradicional do giz — isso é, se o giz for usado. E ainda trazem desenhos.

Tamanha evolução qualificou o chalk lettering — como foi batizado em inglês — como uma decoração perfeita para residências, eventos e até mesmo escritórios. Só depende do gosto do cliente, como conta Thiliê Aragão, especialista na técnica.

Ela afirma que uma das belezas da arte é traduzir o sentimento de quem contrata o serviço. “É uma arte exclusiva, que te representa. Em vez de decorar a sua casa e comprar um pôster que outras milhares de pessoas vão ter igual, você tem a oportunidade de conversar com os artistas, explicar para ele o que você quer passar e se expressar através da arte. Se torna algo muito mais bonito”. 

+ Leia Mais: Conheça o “string art”, a técnica que transforma pregos e linhas em obras de arte

Thiliê diz haver uma brincadeira na empresa em que trabalha, a Bossa on the Wall: lá trabalho não é desenhar, mas, sim, entender o cliente. “Não adianta eu gostar se quem vai olhar todo dia para a arte não curtiu, não se sente representado ou pouco entender o que quer comunicar”, afirma.

A exceção é quando ela é contratada para apresentar a técnica em eventos, no chamado livepainting. Aí, os convidados têm a oportunidade ver o passo-a passo da arte.

Para não tornar a arte efêmera, ela não usa o giz tradicional, facilmente apagável em um esbarrão, por exemplo. Tintas de parede ou canetas posca, porém, têm a aparência do giz, durando bem mais, em compensação. Quer ver como fica o resultado? Confira abaixo:

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Gostou? Que tal aprender um pouco da técnica? Em 16 e 17 de dezembro, a Bossa on the Wall realiza oficinas ensinando mais do lettering. Saiba mais clicando aqui.

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O “cardápio do dia” evoluiu: conheça a arte em giz que conquista cada vez mais fãs

Arte personalizada saiu dos bares e restaurantes, invadiu casas, escritórios e virou até performance

Por Lucas Barbosa em Cultura

21 de outubro de 2017 às 07:00

Há 7 meses

Técnica deixou de ser meramente informativa para se juntar à decoração dos estabelecimentos (FOTO: Divulgação)

Sempre foi comum ver quadros e cavaletes de restaurantes e bares com escritas de giz informando, sobretudo, o cardápio do dia. A técnica se expandiu, conquistou artistas e, hoje, virou uma requintada decoração nos estabelecimentos, com ares de sofisticação.

Muito dessa evolução se deve ao hand lettering, a arte de caprichosamente desenhar as fontes das letras que Tribuna do Ceará mostrou aqui. Mas também se agregaram as cores para além do branco tradicional do giz — isso é, se o giz for usado. E ainda trazem desenhos.

Tamanha evolução qualificou o chalk lettering — como foi batizado em inglês — como uma decoração perfeita para residências, eventos e até mesmo escritórios. Só depende do gosto do cliente, como conta Thiliê Aragão, especialista na técnica.

Ela afirma que uma das belezas da arte é traduzir o sentimento de quem contrata o serviço. “É uma arte exclusiva, que te representa. Em vez de decorar a sua casa e comprar um pôster que outras milhares de pessoas vão ter igual, você tem a oportunidade de conversar com os artistas, explicar para ele o que você quer passar e se expressar através da arte. Se torna algo muito mais bonito”. 

+ Leia Mais: Conheça o “string art”, a técnica que transforma pregos e linhas em obras de arte

Thiliê diz haver uma brincadeira na empresa em que trabalha, a Bossa on the Wall: lá trabalho não é desenhar, mas, sim, entender o cliente. “Não adianta eu gostar se quem vai olhar todo dia para a arte não curtiu, não se sente representado ou pouco entender o que quer comunicar”, afirma.

A exceção é quando ela é contratada para apresentar a técnica em eventos, no chamado livepainting. Aí, os convidados têm a oportunidade ver o passo-a passo da arte.

Para não tornar a arte efêmera, ela não usa o giz tradicional, facilmente apagável em um esbarrão, por exemplo. Tintas de parede ou canetas posca, porém, têm a aparência do giz, durando bem mais, em compensação. Quer ver como fica o resultado? Confira abaixo:

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Gostou? Que tal aprender um pouco da técnica? Em 16 e 17 de dezembro, a Bossa on the Wall realiza oficinas ensinando mais do lettering. Saiba mais clicando aqui.