Livro conta história da mulher mais importante do cangaço

BIOGRAFIA

Livro conta história da mulher mais importante do cangaço

O livro da jornalista Adriana Negreiros conta a história de Maria Bonita, uma das mulheres mais importantes do Cangaço, que chegou ao bando de Lampião no início de 1930

Por Tribuna do Ceará em Cultura

15 de setembro de 2018 às 07:15

Há 1 mês
Maria Bonita em referência a Livro sobre Maria Bonita conta um pouco da história sobre a mulher mais importante do cangaço

Maria Bonita foi a mais importante mulher do cangaço (FOTO: Reprodução)

Maria Bonita foi a primeira mulher a se juntar ao bando do cangaceiro Lampião. Em uma pesquisa extensa, a jornalista Adriana Negreiros traçou o perfil dessa mulher e lançou o livro “Maria Bonita: Sexo, Violência e Cangaço”.

De acordo com a jornalista, Maria Bonita não foi raptada. “Ela entrou no bando porque quis no começo de 1930”. Como Lampião era uma das pessoas mais procuradas daquela época, havia até prêmios para quem o encontrasse, ele estava na região da Bahia e ela resolveu acompanha-lo.

Com isso se tornou a primeira mulher a participar do bando, sendo porta de entrada para muitas outras. “Mas, ao contrário dela, muitas foram para o cangaço à força, como foi o caso da Dadá, por exemplo”. Adriana ainda comenta que Maria Bonita não era uma mulher feminista. “Ela era empoderada, dentro do bando ela não tinha uma postura feminista, não tinha consciência da construção do gênero”.

Confira entrevista de Ariane Cajazeiras e Nonano Albuquerque para Tribuna BandNews FM:

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BIOGRAFIA

Livro conta história da mulher mais importante do cangaço

O livro da jornalista Adriana Negreiros conta a história de Maria Bonita, uma das mulheres mais importantes do Cangaço, que chegou ao bando de Lampião no início de 1930

Por Tribuna do Ceará em Cultura

15 de setembro de 2018 às 07:15

Há 1 mês
Maria Bonita em referência a Livro sobre Maria Bonita conta um pouco da história sobre a mulher mais importante do cangaço

Maria Bonita foi a mais importante mulher do cangaço (FOTO: Reprodução)

Maria Bonita foi a primeira mulher a se juntar ao bando do cangaceiro Lampião. Em uma pesquisa extensa, a jornalista Adriana Negreiros traçou o perfil dessa mulher e lançou o livro “Maria Bonita: Sexo, Violência e Cangaço”.

De acordo com a jornalista, Maria Bonita não foi raptada. “Ela entrou no bando porque quis no começo de 1930”. Como Lampião era uma das pessoas mais procuradas daquela época, havia até prêmios para quem o encontrasse, ele estava na região da Bahia e ela resolveu acompanha-lo.

Com isso se tornou a primeira mulher a participar do bando, sendo porta de entrada para muitas outras. “Mas, ao contrário dela, muitas foram para o cangaço à força, como foi o caso da Dadá, por exemplo”. Adriana ainda comenta que Maria Bonita não era uma mulher feminista. “Ela era empoderada, dentro do bando ela não tinha uma postura feminista, não tinha consciência da construção do gênero”.

Confira entrevista de Ariane Cajazeiras e Nonano Albuquerque para Tribuna BandNews FM: