Ainda dá tempo: conheça as atrações do último dia da Bienal do Livro do Ceará

DIA DO LIVRO

Ainda dá tempo: conheça as atrações do último dia da Bienal do Livro do Ceará

Em pleno Dia Internacional do Livro, nada como comemorá-lo com uma programação dedicada a ele

Por Tribuna do Ceará em Cultura

23 de Abril de 2017 às 11:47

Há 7 meses
bienal-do-livro

(FOTO: Reprodução)

O domingo de lazer dos cearenses e turistas ganha, neste dia 23, um novo atrativo: o último dia da XII Bienal Internacional do Livro do Ceará. Em pleno Dia Internacional do Livro, nada como comemorá-lo com uma programação dedicada a ele. Nesta manhã, lançamentos de cordelistas e recitais movimentam a Praça do Cordel, no térreo, enquanto o primeiro andar reúne malabaristas, palhaços e muitas histórias para as crianças.

Além disso, a feira literária que acontece no Pavilhão Oeste do Centro de Eventos do Ceará reúne 350 editoras, distribuídas em 110 estandes.

Diversão

Na sala Contos, Papos e Encantos, uma maratona de contação de histórias acontece das 9h às 20h: é o “causos, contos e cantorias, tudo intiriçado feito cantiga de grilo”.

No mezanino 2, o espaço FORPG, sucesso entre as famílias e os grupos de adolescentes, segue em atividade: mesas e dezenas de jogos de cartas e tabuleiros ficam à disposição dos visitantes que queiram usufruir da diversão dos games analógicos.

À tarde, para crianças de todas as idades, a grande atração é a presença da palhaça Rubra, que há 20 anos trabalha com palhaçaria em praças públicas, teatros e até hospitais, tendo integrado a equipe dos Doutores da Alegria, em São Paulo. Atualmente, está na programação da TV Ratimbum. Na Bienal, Rubra apresenta seu espetáculo “Academia de Alta Tecnologia Humana”, às 16h, na sala Literatura e Circo.

Às 18h, na última conversa sediada na sala Moreira Campos – que recebeu alguns dos principais convidados desses dez dias – o curador Kelsen Bravos recebe Ignácio de Loyola Brandão, que discorre sobre um tema correlato ao desta Bienal: “O escritor como biblioteca viva”.

Tradição popular

Uma das marcas dessa Bienal, o encontro de Mestres e Mestras da Cultura se encerra com muita música e dança: Aldenir, do Crato, e Zé Pio, de Fortaleza, falam sobre o reisado. A mediação é do cineasta Rosemberg Cariry. Os mestres se reúnem sempre às 16h.

Às 19h, o grupo cearense Quinteto Agreste faz o encerramento oficial da Bienal. Com repertório multi-instrumental construído sobre os alicerces da música popular nordestina, o Quinteto apresenta canções como: “Chegança”, de Antônio Nóbrega; “Triste Partida” e “Riacho do Navio”, imortalizadas na voz e na sanfona de Luiz Gonzaga. Para a seleção do show, que acontece às 19h, o grupo tomou por base o tema da Bienal deste ano: “Cada pessoa, um livro; o mundo, a biblioteca”.

Formado pelos músicos Mário Mesquita, Marcílio Mendonça, Tony Maranhão, Ademir do Vale e Arlindo Araújo, o conjunto é reconhecido como o primeiro de artistas cearenses a gravar um disco independente: “Sol Maior”, em 1982.

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Ainda dá tempo: conheça as atrações do último dia da Bienal do Livro do Ceará

Em pleno Dia Internacional do Livro, nada como comemorá-lo com uma programação dedicada a ele

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23 de Abril de 2017 às 11:47

Há 7 meses
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(FOTO: Reprodução)

O domingo de lazer dos cearenses e turistas ganha, neste dia 23, um novo atrativo: o último dia da XII Bienal Internacional do Livro do Ceará. Em pleno Dia Internacional do Livro, nada como comemorá-lo com uma programação dedicada a ele. Nesta manhã, lançamentos de cordelistas e recitais movimentam a Praça do Cordel, no térreo, enquanto o primeiro andar reúne malabaristas, palhaços e muitas histórias para as crianças.

Além disso, a feira literária que acontece no Pavilhão Oeste do Centro de Eventos do Ceará reúne 350 editoras, distribuídas em 110 estandes.

Diversão

Na sala Contos, Papos e Encantos, uma maratona de contação de histórias acontece das 9h às 20h: é o “causos, contos e cantorias, tudo intiriçado feito cantiga de grilo”.

No mezanino 2, o espaço FORPG, sucesso entre as famílias e os grupos de adolescentes, segue em atividade: mesas e dezenas de jogos de cartas e tabuleiros ficam à disposição dos visitantes que queiram usufruir da diversão dos games analógicos.

À tarde, para crianças de todas as idades, a grande atração é a presença da palhaça Rubra, que há 20 anos trabalha com palhaçaria em praças públicas, teatros e até hospitais, tendo integrado a equipe dos Doutores da Alegria, em São Paulo. Atualmente, está na programação da TV Ratimbum. Na Bienal, Rubra apresenta seu espetáculo “Academia de Alta Tecnologia Humana”, às 16h, na sala Literatura e Circo.

Às 18h, na última conversa sediada na sala Moreira Campos – que recebeu alguns dos principais convidados desses dez dias – o curador Kelsen Bravos recebe Ignácio de Loyola Brandão, que discorre sobre um tema correlato ao desta Bienal: “O escritor como biblioteca viva”.

Tradição popular

Uma das marcas dessa Bienal, o encontro de Mestres e Mestras da Cultura se encerra com muita música e dança: Aldenir, do Crato, e Zé Pio, de Fortaleza, falam sobre o reisado. A mediação é do cineasta Rosemberg Cariry. Os mestres se reúnem sempre às 16h.

Às 19h, o grupo cearense Quinteto Agreste faz o encerramento oficial da Bienal. Com repertório multi-instrumental construído sobre os alicerces da música popular nordestina, o Quinteto apresenta canções como: “Chegança”, de Antônio Nóbrega; “Triste Partida” e “Riacho do Navio”, imortalizadas na voz e na sanfona de Luiz Gonzaga. Para a seleção do show, que acontece às 19h, o grupo tomou por base o tema da Bienal deste ano: “Cada pessoa, um livro; o mundo, a biblioteca”.

Formado pelos músicos Mário Mesquita, Marcílio Mendonça, Tony Maranhão, Ademir do Vale e Arlindo Araújo, o conjunto é reconhecido como o primeiro de artistas cearenses a gravar um disco independente: “Sol Maior”, em 1982.