Cresce para 150 itens a lista de coisas que todo fortalezense já fez (ou deveria fazer)

CEARENSIDADE

Cresce para 150 itens a lista de coisas que todo fortalezense já fez (ou deveria fazer)

A lista inicial da jornalista Renata Viana quebrou a internet nesta terça-feira, e provocou uma ruma de sugestões

Por Rosana Romão em Comportamento

21 de setembro de 2016 às 12:06

Há 1 ano
Um dos itens mais lembrados é o pastel com caldo de cana da Praça do Ferreira. (FOTO: Denison Carvalho)

Um dos itens mais lembrados é o pastel com caldo de cana da Praça do Ferreira. (FOTO: Denison Carvalho)

A lista de coisas que todo fortalezense já fez (ou deveria fazer) recebeu um upgrade após a publicação de matéria no Tribuna do Ceará. De autoria da jornalista cearense Renata Viana, a lista ganhou novos itens sugeridos por leitores e alguns acrescentados pela própria autora.

O texto foi amplamente compartilhado nas redes sociais nesta terça-feira (20) e a postagem, na fanpage do Tribuna do Ceará, rendeu 2,6 mil curtidas e 1,2 mil compartilhamentos. Um dos itens mais lembrados pelos fortalezenses é o de tomar um pastel com caldo de cana no Leão do Sul da Praça do Ferreira, no Centro.

Confira a colaboração dos leitores:

1 – Chamar a Avenida Silas Mungunba de Dedé Brasil.
2 – Correr atrás do ônibus em frente a Universal do Centro ou no Shopping Benfica.
3 – Tirar foto das luzes de Natal da UFC.
4 – Correr atrás da Ema na Unifor.
5 – Acordar 5h para correr na Beira-Mar.
6 – Comprar azulejo antigo ou outra quinquilharia no Chico Alves.
7 – Curtir o pôr-do-sol no quebra mar da Barra do Ceará ou no espigão da Praia de Iracema.
8 – Comer milho assado e cozido no Centro da cidade.
9 – Levar as crianças para assistir ao Natal de Luz na Praça do Ferreira.
10 – Pegar o Paranjana lotado (sempre).
11 – Comprar saco de “bulinho” na parada do ônibus ou no sinal (chamar semáforo de sinal).
12 – Tomar sorvete de sapoti e tangerina no Juarez.
13 – Fazer uma graduação (UFC, IFCE ou Uece) e tomar um litro de São Braz na praça do Benfica discutindo política feito um mestre.
14 – Comer um pastel (pegando fogo) com caldo de cana (bem docim) no Leão do Sul da Praça do Ferreira.
15 – Correr atrás de “raia” e, quando estiver disputando, ouvir alguém lhe ajudando dizendo “arrêa”.
16 – Ouvi um “dô nada” ou “deu palmo” quando há um grupo de crianças jogando bila.
17 – Visitar o Museu do Ceará para ver (e tirar foto com) o famoso “Bode Ioiô”, que foi eleito vereador de Fortaleza em 1922.
18 – Comprar 8 bolas de sorvete por 1 real e ouvir o carro de som enfatizando a necessidade de levar um depósito para levar o sorvete. “Traga a vasilha! Traga a vasilha!”
19 – Ir ao famoso Pitombeira para beber cerveja barata debaixo da sombra das árvores.
20 – Tomar cajuína nordestina bem geladinha.
21 – Sentar nos bancos da Praça do Ferreira com os “véi”.
22 – Pegar a topic 55 e gritar: vai descer!!!!
23 – Ouvir dentro do ônibus os vendedores de água de coco gritando: “Coco! Mineral e água de coco” (com uma ênfase exagerada na palavra coco).
24 – Ir à praia da Leste rachar (jogar bola) começando com 6 jogadores de cada lado e com 10 minutos já ter mais de 60 jogando.
25 – Ver os “bezerrim” na Expoece.
26 – Chamar o IFCE de Cefet (alguns mais velhos chamam de “Escola Técnica”).
27 – Tomar açaí da Gorete, no Benfica, e ser chamado de “meu amor”.
28 –  Reclamar do mau cheiro da Leste Oeste, mas achar a coisa “marlinda” do mundo.
29 – Se estressar no engarrafamento da 13 de Maio e depois ver todo mundo de branco dentro do ônibus.
30 – Amanhecer cantando no Kant Bar.
31 – Ir tomar banho na Praia do Futuro depois de uma noitada.
32 – Ser assaltado na Praia do Futuro.
33 – Ir para o Dragão do Mar e tirar foto na Gabi Lanches e ao lado da estátua do Patativa do Assaré.
34 – Ir para o Pré-Carnaval do Benfica.
35 – Usar a criatividade com fantasias no Sanatório Geral (encontrar amigos debaixo da Lagarta de Fogo).
36 – Andar no Trem da Alegria da Praia de Iracema e se assustar com os personagens simulando uma queda ou se “atrepando” nos postes.
37 – Comprar roupas na Feira da José Avelino de madrugada porque é mais barato.
38 – Sair de alguma festa pelo Dragão do Mar às 5h30 e voltar de ônibus.
39 – Olhar o reisado discretamente pela janela para o grupo não vir cantar “ó senhora dona da casa, abra a porta e acenda a luz”.
40 – Comer batata frita no copo descartável com catchup, maionese e queijo ralado no Centro ou no Benfica.
41 – Andar com dois celulares: o seu e o do ladrão.
42 – Perguntar no ônibus qual é o lado do sol para escolher onde sentar.
43 – Sentar na calçada para “mangar” dos outros.
44- Esperar chegar a última semana para poder ir para o parque com ingresso mais barato.
45 – Ver um show de graça na Praça Verde do Dragão do Mar.
46 – Atravessar a Barão do Rio Branco para a Senador Pompeu por dentro das Lojas Americanas só para aproveitar o ar-condicionado.
47 – Se assustar com os homens que imitam um gato com um apito na boca na Beira-Mar ou na Praia de Iracema.
48 – Andar pendurado na porta do ônibus Circular aos domingos.
49 – Passar por estátuas pintadas de cor metal e ficar só olhando.
50 – Ir ao Centro e jogar comida para os peixes no “BEC dos peixinhos”.
51 – Ficar feliz e se sentir importante por sentar na cadeira alta do ônibus, do lado da janela.
52 – Dormir de rede.
53 – Comer dois salgados e uma jarra de suco no Joel Lanches.
54 – Levar uma queda andando de patins na Beira-Mar.
55 – Assistir a um filme ou uma peça no Cine São Luís.
56 – Ir a shows de grandes artistas no Paulo Sarasate.
57 – Tomar banho nas bicas que se formam nas ruas em dias de chuva forte.
58 – Praticar stand-up paddle nos mares dos pescadores do Mucuripe ou Praia de Iracema.
59 – Fazer um sol no chão para parar de chover e continuar jogando bola na rua.
60 – Riscar de giz uma rua recém-asfaltada (andar de bicicleta e patins também).
61 – Passar no Beco da Poeira para comprar roupa de Natal e Ano Novo para passar no aterro ouvindo Safadão.
62 – Chegar cedo e ficar na fila do Órbita (ou fila dos pobres) para ser um dos 50 primeiros a entrar de graça.
63 – Ter ido no Forró no Sítio, Cantinho do Céu, Sítio Siqueira ou Três Amores.
64 – Ouvi os pais dizerem “vou pra rua”, quando se referem ao bairro Centro.
65 – Ter ido a uma festa na Fábrica 5 quando adolescente. Postar fotos da festa no Fotolog ou Festanet.
66 – Quando ver dois ônibus iguais, escolher o que tiver ar-condicionado e, quando der sinal, ele não parar. (Se arrependimento matasse… daqui que venha outro!)
67 – Tirar uma dúvida ou pedir ajuda no grupo “Alguém conhece alguém que…”, no Facebook.

A jornalista Renata Viana também incluiu alguns itens à lista:

68 – Tomar banho na caixa d’água tipo o Cid Gomes.
69 – Quando cair um chuvisco, falar que tá “neblinando”.
70 – Ter uma conta, escrita em caderno, numa “budega” do bairro.
71 – Cair numa vala na Praia do Futuro (quase morrer afogado) e ver a vida passando pelos olhos.
72 – Chamar qualquer árvore de “pé de pau” ou “pé de planta”.
73 – Chamar a “proteína” do prato de mistura.
74 – Passar a tarde todinha jogando “Praystation” numa locadora de bairro. “Dois real de Fifa aê”.
75 –  Visitar algum São João de bairro. Tipo a Cumadi Chica no José Walter.
76 – Colocar a bolsa ou a mochila na frente do corpo, tipo um bebê, pra não ser assaltado no Centro.
77 – Acordar assustado no ônibus com algum vendedor que “poderia estar roubando, poderia estar matando, mas tá trabalhando”. Geralmente comprar o combo caneta+pastilha da Manassés.
78 – Passeio de barco na Barra do Ceará.
79 – Assistir o homem que arranca a casca do coco com a boca no calçadão da Beira-Mar.
80 – Chamar qualquer menino desordeiro da rua de “mirim”.
81 – Ver um show do Fagner ou Ednardo.
82 – Se perder no Detran da Maraponga (aquilo é um sítio).
83 – Fazer uma ruma de bruaca e se empanzinar num fim de tarde.
84 – Seresta no Caravelle.
85 – Comprar eletrônico da Pedro Pereira.
86 – Chamar a cor laranja de “amarelo queimado”.
87 – Ter medo do Opala preto.
88 – Gritar para o motorista do ônibus (saudades, Paranjana 1) que vai descer e entrar numa batalha campal pra furar o bloqueio de “maluvido” na porta.
89 – Visitar a Sabiaguaba.
90 – Ter curiosidade de entrar no Mira y López.

E por fim, a lista inicial de Renata Viana:

91 – Tomar banho na Beira-Mar.
92 – Visitar a Feira da Parangaba (vulga “Feira dos Pássaros”).
93 – Comer uma panelada, mão de vaca ou sarrabulho no mercado. Com pirão e farofa de cuscuz, por favor!
94 – Dar um tchibum na ponte velha.
95 – Pegar um ônibus no Terminal da Lagoa e fazer um tour até o Terminal do Papicu.
96 – Visitar a exposição Vaqueiros no Dragão do Mar, que está lá desde que o cão era “minino”.
97 – Curtir uma tertúlia da Jovem Guarda em algum clube (Greese, Náutico, Correios).
98 – Comer camarão no quilo no Mercado dos Peixes .
99 – Ir pra algum forró, pagode ou swinguêra na periferia.
100 – Se desmanchar de comer tilápia frita; escolhida nas casas de “peixe vivo” nas bandas do José Walter.
101 – Ir ao estádio assistir ao jogo da carniça que for. Tomar todas e comer um “morte dog” depois.
102 – Comer um “pratim” com vatapá, baião e paçoca em alguma praça da cidade.
103 – Chupar um picolé de castanha da Pardal.
104 – Passar um sábado batendo perna no Centro e se deliciar com uma rodela de abacaxi no palito.
105 – Comprar renda de richelieu no Mercado Central, para parentes chiques.
106 – Café da manhã nas tapioqueiras.
107 – Fazer a trilha do Cocó.
108- Comprar um espelho ou criado mudo de galego.
109 – Morder um maxixe pegando fogo do feijão verde e ficar com a língua queimada.
110 – Comprar um Totolec e assistir ao sorteio domingo às 9h da manhã.
111 – Visitar a galeria do rock no Centro.
112 – Ver os aviões pousando na Serrinha.
113 – Morrer de azia com o combo suco + salgado da bicicleta cargueira (com maionese azeda).
114 – Passar na avenida Heráclito Graça em dia de chuva (povo teimoso).
115 – Queijo a granel e duas lapadas de cana no Raimundo dos Queijos.
116 – Adquirir do camelô os últimos lançamentos do forró num MP3 com 700 músicas.
117 – Se esconder ou virar a cara quando o repentista tá chegando próximo à mesa na Praia do Futuro.
118 – Falar ou muito bem ou muito mal do falecido Juraci Magalhães.
119 – Caminhar no entorno na lagoa da Messejana, admirando a estátua da Natália Nara, digo, Iracema.
120 – Troca-troca de livro todo começo de ano na Praça dos Leões.
121 – Devorar um sanduíche de pão árabe pós-balada no Montese (foi lá onde tudo começou).
122 – Botar os “mininu” pra dentro quando o carro pesticida da Sucam passa na rua.
123 – Comprar uma chegadinha.
124 – Abastecer a dispensa com a “kombi das frutas” ou o “carro do produto de limpeza”.
125 – Ir ao Beach Park, passar o dia todim e voltar com os ouvidos chei d’água.
126 – Na escola, xingar pela nome da mãe. Exemplo: “Ei, fí da Maria”.
127 – Chorinho e feijoada no Passeio Público aos domingos.
128 – Comer cajarana e seriguela de “veiz”. Pode ser manga verde com sal ou jambo quente do pé.
129 – Jogar bola no racha do subúrbio no meio do areal.
130 – Beber Skol 250ml de vidro e chamar de Roberto Cláudio (barrigudinha também vale).
131 – Comprar bugigangas na feirinha da Beira-Mar ou na Ceart.
132 – Morrer de dó do Ferroviário (só se lasca essa desgraça).
133 – Fazer inveja para alguém de fora dizendo que o Einsten já esteve em Sobral (nessa hora a gente ama Sobral).
134- Ter algum ódio mortal com a Coelce (quem não lembra do vídeo simulando uma ligação da cliente “Izolda” para o telemarketing da empresa?).
135 – Se embriagar com o maldito chopp de vinho do Bixiga ao som do “homi” tocando Djavan.
136 – Ir pra algum show de humor. Nada de stand up. Tô falando de Raimundinha, Lailtinho Brega e Aurineide Camurupim. Sentando rente ao palco pra ser bulinado.
137 – Comer caranguejo. Fazendo aquele pirão de lama na cabeça do bicho; cheio de farofa, merda e molhinho verde.
138 – Tomar sorvete na calçada da Tropical, digo, 50 Sabores (essas lojas em shoppings não contam).
139 – Botar casaco só porque choveu 20 milímetros.
140 – Comprar peça pro carro, no preço, na Padre Cícero.
141 – Reclamar pra mãe que só tem rapadura de sobremesa.
142 – Usar rotatória com sinal e achar normal.
143 – Comprar pãozinho cheio de vento nos engarrafamentos da vida.
144 – Assistir a programa policial enquanto devora o almoço. Tripa na tela e tripa no prato!
145 – Tomar um São Geraldo bem geladim.
146 – Chamar avenida Senador Virgílio Távora de Estados Unidos e o Pão de Açúcar de Jumbo.
147 – Comer a “tapioca saborosa, 50 centavos por cada uma”. É aquela redondinha, atolada no coco.
148 – Se encantar e se assustar no cemitério São João Batista.
149 –  Visitar o zoológico Sargento Prata e não ver girafa (quando era criança achava que tinha).
150 – Dar uma vaia bem dada pra qualquer coisa (IÊIIIIIIIIIIIIIII).

Com os itens adicionados, já são 150 coisas que todo fortalezense já fez ou deveria fazer. E você, já fez quantas?

Publicidade

Dê sua opinião

CEARENSIDADE

Cresce para 150 itens a lista de coisas que todo fortalezense já fez (ou deveria fazer)

A lista inicial da jornalista Renata Viana quebrou a internet nesta terça-feira, e provocou uma ruma de sugestões

Por Rosana Romão em Comportamento

21 de setembro de 2016 às 12:06

Há 1 ano
Um dos itens mais lembrados é o pastel com caldo de cana da Praça do Ferreira. (FOTO: Denison Carvalho)

Um dos itens mais lembrados é o pastel com caldo de cana da Praça do Ferreira. (FOTO: Denison Carvalho)

A lista de coisas que todo fortalezense já fez (ou deveria fazer) recebeu um upgrade após a publicação de matéria no Tribuna do Ceará. De autoria da jornalista cearense Renata Viana, a lista ganhou novos itens sugeridos por leitores e alguns acrescentados pela própria autora.

O texto foi amplamente compartilhado nas redes sociais nesta terça-feira (20) e a postagem, na fanpage do Tribuna do Ceará, rendeu 2,6 mil curtidas e 1,2 mil compartilhamentos. Um dos itens mais lembrados pelos fortalezenses é o de tomar um pastel com caldo de cana no Leão do Sul da Praça do Ferreira, no Centro.

Confira a colaboração dos leitores:

1 – Chamar a Avenida Silas Mungunba de Dedé Brasil.
2 – Correr atrás do ônibus em frente a Universal do Centro ou no Shopping Benfica.
3 – Tirar foto das luzes de Natal da UFC.
4 – Correr atrás da Ema na Unifor.
5 – Acordar 5h para correr na Beira-Mar.
6 – Comprar azulejo antigo ou outra quinquilharia no Chico Alves.
7 – Curtir o pôr-do-sol no quebra mar da Barra do Ceará ou no espigão da Praia de Iracema.
8 – Comer milho assado e cozido no Centro da cidade.
9 – Levar as crianças para assistir ao Natal de Luz na Praça do Ferreira.
10 – Pegar o Paranjana lotado (sempre).
11 – Comprar saco de “bulinho” na parada do ônibus ou no sinal (chamar semáforo de sinal).
12 – Tomar sorvete de sapoti e tangerina no Juarez.
13 – Fazer uma graduação (UFC, IFCE ou Uece) e tomar um litro de São Braz na praça do Benfica discutindo política feito um mestre.
14 – Comer um pastel (pegando fogo) com caldo de cana (bem docim) no Leão do Sul da Praça do Ferreira.
15 – Correr atrás de “raia” e, quando estiver disputando, ouvir alguém lhe ajudando dizendo “arrêa”.
16 – Ouvi um “dô nada” ou “deu palmo” quando há um grupo de crianças jogando bila.
17 – Visitar o Museu do Ceará para ver (e tirar foto com) o famoso “Bode Ioiô”, que foi eleito vereador de Fortaleza em 1922.
18 – Comprar 8 bolas de sorvete por 1 real e ouvir o carro de som enfatizando a necessidade de levar um depósito para levar o sorvete. “Traga a vasilha! Traga a vasilha!”
19 – Ir ao famoso Pitombeira para beber cerveja barata debaixo da sombra das árvores.
20 – Tomar cajuína nordestina bem geladinha.
21 – Sentar nos bancos da Praça do Ferreira com os “véi”.
22 – Pegar a topic 55 e gritar: vai descer!!!!
23 – Ouvir dentro do ônibus os vendedores de água de coco gritando: “Coco! Mineral e água de coco” (com uma ênfase exagerada na palavra coco).
24 – Ir à praia da Leste rachar (jogar bola) começando com 6 jogadores de cada lado e com 10 minutos já ter mais de 60 jogando.
25 – Ver os “bezerrim” na Expoece.
26 – Chamar o IFCE de Cefet (alguns mais velhos chamam de “Escola Técnica”).
27 – Tomar açaí da Gorete, no Benfica, e ser chamado de “meu amor”.
28 –  Reclamar do mau cheiro da Leste Oeste, mas achar a coisa “marlinda” do mundo.
29 – Se estressar no engarrafamento da 13 de Maio e depois ver todo mundo de branco dentro do ônibus.
30 – Amanhecer cantando no Kant Bar.
31 – Ir tomar banho na Praia do Futuro depois de uma noitada.
32 – Ser assaltado na Praia do Futuro.
33 – Ir para o Dragão do Mar e tirar foto na Gabi Lanches e ao lado da estátua do Patativa do Assaré.
34 – Ir para o Pré-Carnaval do Benfica.
35 – Usar a criatividade com fantasias no Sanatório Geral (encontrar amigos debaixo da Lagarta de Fogo).
36 – Andar no Trem da Alegria da Praia de Iracema e se assustar com os personagens simulando uma queda ou se “atrepando” nos postes.
37 – Comprar roupas na Feira da José Avelino de madrugada porque é mais barato.
38 – Sair de alguma festa pelo Dragão do Mar às 5h30 e voltar de ônibus.
39 – Olhar o reisado discretamente pela janela para o grupo não vir cantar “ó senhora dona da casa, abra a porta e acenda a luz”.
40 – Comer batata frita no copo descartável com catchup, maionese e queijo ralado no Centro ou no Benfica.
41 – Andar com dois celulares: o seu e o do ladrão.
42 – Perguntar no ônibus qual é o lado do sol para escolher onde sentar.
43 – Sentar na calçada para “mangar” dos outros.
44- Esperar chegar a última semana para poder ir para o parque com ingresso mais barato.
45 – Ver um show de graça na Praça Verde do Dragão do Mar.
46 – Atravessar a Barão do Rio Branco para a Senador Pompeu por dentro das Lojas Americanas só para aproveitar o ar-condicionado.
47 – Se assustar com os homens que imitam um gato com um apito na boca na Beira-Mar ou na Praia de Iracema.
48 – Andar pendurado na porta do ônibus Circular aos domingos.
49 – Passar por estátuas pintadas de cor metal e ficar só olhando.
50 – Ir ao Centro e jogar comida para os peixes no “BEC dos peixinhos”.
51 – Ficar feliz e se sentir importante por sentar na cadeira alta do ônibus, do lado da janela.
52 – Dormir de rede.
53 – Comer dois salgados e uma jarra de suco no Joel Lanches.
54 – Levar uma queda andando de patins na Beira-Mar.
55 – Assistir a um filme ou uma peça no Cine São Luís.
56 – Ir a shows de grandes artistas no Paulo Sarasate.
57 – Tomar banho nas bicas que se formam nas ruas em dias de chuva forte.
58 – Praticar stand-up paddle nos mares dos pescadores do Mucuripe ou Praia de Iracema.
59 – Fazer um sol no chão para parar de chover e continuar jogando bola na rua.
60 – Riscar de giz uma rua recém-asfaltada (andar de bicicleta e patins também).
61 – Passar no Beco da Poeira para comprar roupa de Natal e Ano Novo para passar no aterro ouvindo Safadão.
62 – Chegar cedo e ficar na fila do Órbita (ou fila dos pobres) para ser um dos 50 primeiros a entrar de graça.
63 – Ter ido no Forró no Sítio, Cantinho do Céu, Sítio Siqueira ou Três Amores.
64 – Ouvi os pais dizerem “vou pra rua”, quando se referem ao bairro Centro.
65 – Ter ido a uma festa na Fábrica 5 quando adolescente. Postar fotos da festa no Fotolog ou Festanet.
66 – Quando ver dois ônibus iguais, escolher o que tiver ar-condicionado e, quando der sinal, ele não parar. (Se arrependimento matasse… daqui que venha outro!)
67 – Tirar uma dúvida ou pedir ajuda no grupo “Alguém conhece alguém que…”, no Facebook.

A jornalista Renata Viana também incluiu alguns itens à lista:

68 – Tomar banho na caixa d’água tipo o Cid Gomes.
69 – Quando cair um chuvisco, falar que tá “neblinando”.
70 – Ter uma conta, escrita em caderno, numa “budega” do bairro.
71 – Cair numa vala na Praia do Futuro (quase morrer afogado) e ver a vida passando pelos olhos.
72 – Chamar qualquer árvore de “pé de pau” ou “pé de planta”.
73 – Chamar a “proteína” do prato de mistura.
74 – Passar a tarde todinha jogando “Praystation” numa locadora de bairro. “Dois real de Fifa aê”.
75 –  Visitar algum São João de bairro. Tipo a Cumadi Chica no José Walter.
76 – Colocar a bolsa ou a mochila na frente do corpo, tipo um bebê, pra não ser assaltado no Centro.
77 – Acordar assustado no ônibus com algum vendedor que “poderia estar roubando, poderia estar matando, mas tá trabalhando”. Geralmente comprar o combo caneta+pastilha da Manassés.
78 – Passeio de barco na Barra do Ceará.
79 – Assistir o homem que arranca a casca do coco com a boca no calçadão da Beira-Mar.
80 – Chamar qualquer menino desordeiro da rua de “mirim”.
81 – Ver um show do Fagner ou Ednardo.
82 – Se perder no Detran da Maraponga (aquilo é um sítio).
83 – Fazer uma ruma de bruaca e se empanzinar num fim de tarde.
84 – Seresta no Caravelle.
85 – Comprar eletrônico da Pedro Pereira.
86 – Chamar a cor laranja de “amarelo queimado”.
87 – Ter medo do Opala preto.
88 – Gritar para o motorista do ônibus (saudades, Paranjana 1) que vai descer e entrar numa batalha campal pra furar o bloqueio de “maluvido” na porta.
89 – Visitar a Sabiaguaba.
90 – Ter curiosidade de entrar no Mira y López.

E por fim, a lista inicial de Renata Viana:

91 – Tomar banho na Beira-Mar.
92 – Visitar a Feira da Parangaba (vulga “Feira dos Pássaros”).
93 – Comer uma panelada, mão de vaca ou sarrabulho no mercado. Com pirão e farofa de cuscuz, por favor!
94 – Dar um tchibum na ponte velha.
95 – Pegar um ônibus no Terminal da Lagoa e fazer um tour até o Terminal do Papicu.
96 – Visitar a exposição Vaqueiros no Dragão do Mar, que está lá desde que o cão era “minino”.
97 – Curtir uma tertúlia da Jovem Guarda em algum clube (Greese, Náutico, Correios).
98 – Comer camarão no quilo no Mercado dos Peixes .
99 – Ir pra algum forró, pagode ou swinguêra na periferia.
100 – Se desmanchar de comer tilápia frita; escolhida nas casas de “peixe vivo” nas bandas do José Walter.
101 – Ir ao estádio assistir ao jogo da carniça que for. Tomar todas e comer um “morte dog” depois.
102 – Comer um “pratim” com vatapá, baião e paçoca em alguma praça da cidade.
103 – Chupar um picolé de castanha da Pardal.
104 – Passar um sábado batendo perna no Centro e se deliciar com uma rodela de abacaxi no palito.
105 – Comprar renda de richelieu no Mercado Central, para parentes chiques.
106 – Café da manhã nas tapioqueiras.
107 – Fazer a trilha do Cocó.
108- Comprar um espelho ou criado mudo de galego.
109 – Morder um maxixe pegando fogo do feijão verde e ficar com a língua queimada.
110 – Comprar um Totolec e assistir ao sorteio domingo às 9h da manhã.
111 – Visitar a galeria do rock no Centro.
112 – Ver os aviões pousando na Serrinha.
113 – Morrer de azia com o combo suco + salgado da bicicleta cargueira (com maionese azeda).
114 – Passar na avenida Heráclito Graça em dia de chuva (povo teimoso).
115 – Queijo a granel e duas lapadas de cana no Raimundo dos Queijos.
116 – Adquirir do camelô os últimos lançamentos do forró num MP3 com 700 músicas.
117 – Se esconder ou virar a cara quando o repentista tá chegando próximo à mesa na Praia do Futuro.
118 – Falar ou muito bem ou muito mal do falecido Juraci Magalhães.
119 – Caminhar no entorno na lagoa da Messejana, admirando a estátua da Natália Nara, digo, Iracema.
120 – Troca-troca de livro todo começo de ano na Praça dos Leões.
121 – Devorar um sanduíche de pão árabe pós-balada no Montese (foi lá onde tudo começou).
122 – Botar os “mininu” pra dentro quando o carro pesticida da Sucam passa na rua.
123 – Comprar uma chegadinha.
124 – Abastecer a dispensa com a “kombi das frutas” ou o “carro do produto de limpeza”.
125 – Ir ao Beach Park, passar o dia todim e voltar com os ouvidos chei d’água.
126 – Na escola, xingar pela nome da mãe. Exemplo: “Ei, fí da Maria”.
127 – Chorinho e feijoada no Passeio Público aos domingos.
128 – Comer cajarana e seriguela de “veiz”. Pode ser manga verde com sal ou jambo quente do pé.
129 – Jogar bola no racha do subúrbio no meio do areal.
130 – Beber Skol 250ml de vidro e chamar de Roberto Cláudio (barrigudinha também vale).
131 – Comprar bugigangas na feirinha da Beira-Mar ou na Ceart.
132 – Morrer de dó do Ferroviário (só se lasca essa desgraça).
133 – Fazer inveja para alguém de fora dizendo que o Einsten já esteve em Sobral (nessa hora a gente ama Sobral).
134- Ter algum ódio mortal com a Coelce (quem não lembra do vídeo simulando uma ligação da cliente “Izolda” para o telemarketing da empresa?).
135 – Se embriagar com o maldito chopp de vinho do Bixiga ao som do “homi” tocando Djavan.
136 – Ir pra algum show de humor. Nada de stand up. Tô falando de Raimundinha, Lailtinho Brega e Aurineide Camurupim. Sentando rente ao palco pra ser bulinado.
137 – Comer caranguejo. Fazendo aquele pirão de lama na cabeça do bicho; cheio de farofa, merda e molhinho verde.
138 – Tomar sorvete na calçada da Tropical, digo, 50 Sabores (essas lojas em shoppings não contam).
139 – Botar casaco só porque choveu 20 milímetros.
140 – Comprar peça pro carro, no preço, na Padre Cícero.
141 – Reclamar pra mãe que só tem rapadura de sobremesa.
142 – Usar rotatória com sinal e achar normal.
143 – Comprar pãozinho cheio de vento nos engarrafamentos da vida.
144 – Assistir a programa policial enquanto devora o almoço. Tripa na tela e tripa no prato!
145 – Tomar um São Geraldo bem geladim.
146 – Chamar avenida Senador Virgílio Távora de Estados Unidos e o Pão de Açúcar de Jumbo.
147 – Comer a “tapioca saborosa, 50 centavos por cada uma”. É aquela redondinha, atolada no coco.
148 – Se encantar e se assustar no cemitério São João Batista.
149 –  Visitar o zoológico Sargento Prata e não ver girafa (quando era criança achava que tinha).
150 – Dar uma vaia bem dada pra qualquer coisa (IÊIIIIIIIIIIIIIII).

Com os itens adicionados, já são 150 coisas que todo fortalezense já fez ou deveria fazer. E você, já fez quantas?