Documentário resgata a história do Cine São Luiz, que completa 60 anos em 2018 - Diversão

POR TRÁS DA TELONA

Documentário resgata a história do Cine São Luiz, que completa 60 anos em 2018

Por Crisneive Silveira Você lembra da primeira vez que foi ao cinema? Paulo Cardoso e Ana Luiza Soares não esqueceram. Os dois viram a telona do Cineteatro São Luiz, no Centro de Fortaleza, e logo se apaixonaram pela sétima arte. Foi isso, aliás, que os fez optar por contar a história do cinema de rua […]

Por Tribuna do Ceará em Cinema

11 de Janeiro de 2018 às 06:45

Há 5 meses

Paulo Cardoso e Ana Luiza Soares lançaram documentário contando história do Cine São Luiz. (FOTO: Arquivo Pessoal)

Por Crisneive Silveira

Você lembra da primeira vez que foi ao cinema? Paulo Cardoso e Ana Luiza Soares não esqueceram. Os dois viram a telona do Cineteatro São Luiz, no Centro de Fortaleza, e logo se apaixonaram pela sétima arte. Foi isso, aliás, que os fez optar por contar a história do cinema de rua que completa 60 anos em março. O documentário “O que eu vi da poltrona vermelha”, de 25 minutos, é resultado do mergulho na história de um dos ícones culturais da capital cearense.

“Ele é contado a partir de pessoas que assistiram filmes lá. Através das histórias delas, das experiências que viveram no cinema, contam a história do São Luiz. A gente queria que o documentário tivesse um pouco de cinema. O diferencial foi colocar um pouco de drama, de ficção. É aí que aparece a Anastácia, personagem que vai aparecendo durante o filme”, explica Paulo.

Aliás, “Anastácia, a princesa esquecida” foi o primeiro filme exibido no Cine São Luiz, em março de 1958, há 60 anos. É essa personagem que também perpassa pela exposição e pelo álbum de figurinhas que, assim como o documentário, fazem parte do “Vida Longa São Luiz”, projeto completo do trabalho de Paulo e Ana Luiza.

Mas “O que eu vi da poltrona vermelha” é feito de muitas histórias vivas. A história do Cineteatro São Luiz é contada através de memórias afetivas de quem frequenta o local. Além da personagem, nove entrevistados se dividem relembrando momentos entre o palco e as poltronas vermelhas.

Cine São Luiz (Foto: Lucas Matos/Tribuna do Ceará)

Prestes a completar 60 anos, Cine São Luiz tem a própria história contada em documentário (Foto: Lucas Matos/Tribuna do Ceará)

Os diretores Halder Gomes e Henrique Dídimo, a Professora Maria Dulce, que listou num caderno todos os filmes que lá viu, além de José Augusto Lopes, que esteve na primeira sessão aberta ao público, há 60 anos.
“Nosso grande desejo, desde o início, era de ter o filme sendo exibido na tela do São Luiz. E isso aconteceu. Foi a última sessão do cinema em 2017. Foi marcante. Conseguimos tudo que tínhamos sonhado”, comemora o jornalista.

Além de contar a história, o intuito dos jornalistas era, também, homenagear e mostrar que a cultura do cinema de rua permanece viva na capital cearense.

“É o jornalismo a serviço da cultura. A gente sabe que o cineteatro é patrimônio histórico da cidade de Fortaleza. Apesar de ser no centro, muita gente não conhece. Além de fazer uma grande homenagem ao cinema de rua de Fortaleza, a gente queria resgatar esse momento da história de Fortaleza, que é atual, visto que o São Luiz tem uma programação viva e leva muita gente ao cinema”, conclui a jornalista Ana Luiza.

Confira trailer:

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Documentário resgata a história do Cine São Luiz, que completa 60 anos em 2018

Por Crisneive Silveira Você lembra da primeira vez que foi ao cinema? Paulo Cardoso e Ana Luiza Soares não esqueceram. Os dois viram a telona do Cineteatro São Luiz, no Centro de Fortaleza, e logo se apaixonaram pela sétima arte. Foi isso, aliás, que os fez optar por contar a história do cinema de rua […]

Por Tribuna do Ceará em Cinema

11 de Janeiro de 2018 às 06:45

Há 5 meses

Paulo Cardoso e Ana Luiza Soares lançaram documentário contando história do Cine São Luiz. (FOTO: Arquivo Pessoal)

Por Crisneive Silveira

Você lembra da primeira vez que foi ao cinema? Paulo Cardoso e Ana Luiza Soares não esqueceram. Os dois viram a telona do Cineteatro São Luiz, no Centro de Fortaleza, e logo se apaixonaram pela sétima arte. Foi isso, aliás, que os fez optar por contar a história do cinema de rua que completa 60 anos em março. O documentário “O que eu vi da poltrona vermelha”, de 25 minutos, é resultado do mergulho na história de um dos ícones culturais da capital cearense.

“Ele é contado a partir de pessoas que assistiram filmes lá. Através das histórias delas, das experiências que viveram no cinema, contam a história do São Luiz. A gente queria que o documentário tivesse um pouco de cinema. O diferencial foi colocar um pouco de drama, de ficção. É aí que aparece a Anastácia, personagem que vai aparecendo durante o filme”, explica Paulo.

Aliás, “Anastácia, a princesa esquecida” foi o primeiro filme exibido no Cine São Luiz, em março de 1958, há 60 anos. É essa personagem que também perpassa pela exposição e pelo álbum de figurinhas que, assim como o documentário, fazem parte do “Vida Longa São Luiz”, projeto completo do trabalho de Paulo e Ana Luiza.

Mas “O que eu vi da poltrona vermelha” é feito de muitas histórias vivas. A história do Cineteatro São Luiz é contada através de memórias afetivas de quem frequenta o local. Além da personagem, nove entrevistados se dividem relembrando momentos entre o palco e as poltronas vermelhas.

Cine São Luiz (Foto: Lucas Matos/Tribuna do Ceará)

Prestes a completar 60 anos, Cine São Luiz tem a própria história contada em documentário (Foto: Lucas Matos/Tribuna do Ceará)

Os diretores Halder Gomes e Henrique Dídimo, a Professora Maria Dulce, que listou num caderno todos os filmes que lá viu, além de José Augusto Lopes, que esteve na primeira sessão aberta ao público, há 60 anos.
“Nosso grande desejo, desde o início, era de ter o filme sendo exibido na tela do São Luiz. E isso aconteceu. Foi a última sessão do cinema em 2017. Foi marcante. Conseguimos tudo que tínhamos sonhado”, comemora o jornalista.

Além de contar a história, o intuito dos jornalistas era, também, homenagear e mostrar que a cultura do cinema de rua permanece viva na capital cearense.

“É o jornalismo a serviço da cultura. A gente sabe que o cineteatro é patrimônio histórico da cidade de Fortaleza. Apesar de ser no centro, muita gente não conhece. Além de fazer uma grande homenagem ao cinema de rua de Fortaleza, a gente queria resgatar esse momento da história de Fortaleza, que é atual, visto que o São Luiz tem uma programação viva e leva muita gente ao cinema”, conclui a jornalista Ana Luiza.

Confira trailer: