Metade da população masculina apresenta calvície até chegar aos 50 anos


Metade da população masculina apresenta calvície até chegar aos 50 anos

Na 6ª matéria da série “Vida Saudável”, dermatologista aponta o motivo do surgimento da calvície e indica tratamentos. Você está ficando careca? Não se desespere

Por Rosana Romão em Bem-Estar

12 de Março de 2015 às 11:00

Há 4 anos
A testosterona, hormônio sexual masculino, é a maior responsável pela queda de cabelo. (FOTO: Flickr/ Creative Commons/ Only Tradition)

A testosterona, hormônio sexual masculino, é a maior responsável pela queda de cabelo. (FOTO: Flickr/ Creative Commons/ Only Tradition)

Metade da população masculina do planeta apresenta algum grau da disfunção nos cabelos até os 50 anos, é o alerta que a Organização Mundial de Saúde (OMS). A preocupação maior é com os homens, mas as mulheres também são alvo da doença. Isso acontece porque a testosterona, hormônio sexual masculino, é a maior responsável pela queda de cabelo. Nas mulheres também há produção de testosterona, mas em menor quantidade.

A calvície é a principal causa de perda de cabelo nos homens, mas deve-se investigar as causas internas com anemia, disfunção de tireoide e doenças autoimunes. É mais comum após a adolescência, entre 20 e 35 anos. Quando atingidas, raramente as mulheres chegam à calvície total. Em geral, apresentam um quadro de rarefação generalizada dos pelos, que também tornam-se mais finos. As manifestações da calvície feminina podem agravar-se após a menopausa.

De acordo com a dermatologista Samanta Meneguzzi, da rede de saúde Hapvida, a doença se dá a partir da estimulação da testosterona nos folículos pilosos, que levam a miniaturizacao destes e a consequente queda. “A cada ciclo, os fios se tornam mais finos e vão caindo, podendo ocorrer até alopecia total. A primeira região a ser acometida geralmente são as laterais frontais e a região central”, explica. Há diferentes tipos de calvície e, para cada um deles, há um tratamento específico. Através de uma análise do histórico familiar e outros exames, como o da taxa de hormônios masculinos, é possível fazer o diagnóstico e realizar o tratamento adequado. Conheça os tipos:

Seborreica – Caracteriza-se por uma alternância entre períodos de melhora e piora, e embora as causas não estejam totalmente elucidadas, alguns hábitos e situações podem agravar o problema, como dieta rica em gordura, ingestão de álcool, banhos muito quentes e estresse emocional.

Traumática – Queda ou perda de cabelo, em que ocorre algum tipo de ação mecânica sobre o couro cabeludo. Isso acontece, por exemplo, em situações de pressão ou tração do cabelo, pós cirurgias, uso excessivo de chapinhas de cabelo e ação de produtos químicos de alisamento e relaxamento dos fios.

Emocional – O estresse gera um desequilíbrio hormonal que resulta em inflamação, o que favorece a queda dos fios. Por este motivo, o tratamento de queda de cabelos não é tão simples como parece.

O tratamento visa o prolongamento da vida útil dos folículos pilosos, retardando ou interrompendo o processo de queda dos cabelos. Pode ser feito através do uso de substâncias aplicadas diretamente no couro cabeludo, como o minoxidil, ou com medicamentos por via oral, como a finasterida ou a dutasterida.No caso das mulheres, produtos que diminuem a ação dos hormônios androgênicos sobre os cabelos também são uma opção de tratamento.

Acompanhe a série “Vida Saudável”:

1) Saiba como identificar se seu filho é mais uma vítima do consumismo infantil (24/2)

2) Uso excessivo de equipamentos eletrônicos prejudica visão (26/2)

3) Brincar é coisa séria, e precisa ser tarefa diária de toda criança (2/3)

4) Mulheres têm 7 vezes mais chances do que homens de apresentar disfunção hormonal (5/3)

5) Prática exagerada de exercícios físicos pode desencadear doença: a vigorexia (9/3)

6) Metade da população masculina apresenta calvície até chegar aos 50 anos (12/3)

7) Confira dicas para evitar chulé (16/3)

8) Alimentação adequada é remédio contra a osteoporose (19/3)

9) O que é pé diabético? (23/3)

10) O que comer antes e após a atividade física (26/3)

11) Saiba como trabalhar o estresse pós-traumático (30/3)

12) Enxaqueca tem cura (2/4)

13) Conheça os sintomas da febre Chikungunya (6/4)

14) O que é mordida cruzada? (9/4)

15) Saúde bucal é essencial para uma boa gestação (13/4)

16) Dietas malucas: fuja delas (16/4)

17) Conheça as vantagens do parto normal (20/4)

18) O tabu do sexo na gravidez (23/4)

19) Saiba como se alimentar direito durante a gestação (27/4)

20) Proteção é essencial para evitar a Aids (30/4)

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Metade da população masculina apresenta calvície até chegar aos 50 anos

Na 6ª matéria da série “Vida Saudável”, dermatologista aponta o motivo do surgimento da calvície e indica tratamentos. Você está ficando careca? Não se desespere

Por Rosana Romão em Bem-Estar

12 de Março de 2015 às 11:00

Há 4 anos
A testosterona, hormônio sexual masculino, é a maior responsável pela queda de cabelo. (FOTO: Flickr/ Creative Commons/ Only Tradition)

A testosterona, hormônio sexual masculino, é a maior responsável pela queda de cabelo. (FOTO: Flickr/ Creative Commons/ Only Tradition)

Metade da população masculina do planeta apresenta algum grau da disfunção nos cabelos até os 50 anos, é o alerta que a Organização Mundial de Saúde (OMS). A preocupação maior é com os homens, mas as mulheres também são alvo da doença. Isso acontece porque a testosterona, hormônio sexual masculino, é a maior responsável pela queda de cabelo. Nas mulheres também há produção de testosterona, mas em menor quantidade.

A calvície é a principal causa de perda de cabelo nos homens, mas deve-se investigar as causas internas com anemia, disfunção de tireoide e doenças autoimunes. É mais comum após a adolescência, entre 20 e 35 anos. Quando atingidas, raramente as mulheres chegam à calvície total. Em geral, apresentam um quadro de rarefação generalizada dos pelos, que também tornam-se mais finos. As manifestações da calvície feminina podem agravar-se após a menopausa.

De acordo com a dermatologista Samanta Meneguzzi, da rede de saúde Hapvida, a doença se dá a partir da estimulação da testosterona nos folículos pilosos, que levam a miniaturizacao destes e a consequente queda. “A cada ciclo, os fios se tornam mais finos e vão caindo, podendo ocorrer até alopecia total. A primeira região a ser acometida geralmente são as laterais frontais e a região central”, explica. Há diferentes tipos de calvície e, para cada um deles, há um tratamento específico. Através de uma análise do histórico familiar e outros exames, como o da taxa de hormônios masculinos, é possível fazer o diagnóstico e realizar o tratamento adequado. Conheça os tipos:

Seborreica – Caracteriza-se por uma alternância entre períodos de melhora e piora, e embora as causas não estejam totalmente elucidadas, alguns hábitos e situações podem agravar o problema, como dieta rica em gordura, ingestão de álcool, banhos muito quentes e estresse emocional.

Traumática – Queda ou perda de cabelo, em que ocorre algum tipo de ação mecânica sobre o couro cabeludo. Isso acontece, por exemplo, em situações de pressão ou tração do cabelo, pós cirurgias, uso excessivo de chapinhas de cabelo e ação de produtos químicos de alisamento e relaxamento dos fios.

Emocional – O estresse gera um desequilíbrio hormonal que resulta em inflamação, o que favorece a queda dos fios. Por este motivo, o tratamento de queda de cabelos não é tão simples como parece.

O tratamento visa o prolongamento da vida útil dos folículos pilosos, retardando ou interrompendo o processo de queda dos cabelos. Pode ser feito através do uso de substâncias aplicadas diretamente no couro cabeludo, como o minoxidil, ou com medicamentos por via oral, como a finasterida ou a dutasterida.No caso das mulheres, produtos que diminuem a ação dos hormônios androgênicos sobre os cabelos também são uma opção de tratamento.

Acompanhe a série “Vida Saudável”:

1) Saiba como identificar se seu filho é mais uma vítima do consumismo infantil (24/2)

2) Uso excessivo de equipamentos eletrônicos prejudica visão (26/2)

3) Brincar é coisa séria, e precisa ser tarefa diária de toda criança (2/3)

4) Mulheres têm 7 vezes mais chances do que homens de apresentar disfunção hormonal (5/3)

5) Prática exagerada de exercícios físicos pode desencadear doença: a vigorexia (9/3)

6) Metade da população masculina apresenta calvície até chegar aos 50 anos (12/3)

7) Confira dicas para evitar chulé (16/3)

8) Alimentação adequada é remédio contra a osteoporose (19/3)

9) O que é pé diabético? (23/3)

10) O que comer antes e após a atividade física (26/3)

11) Saiba como trabalhar o estresse pós-traumático (30/3)

12) Enxaqueca tem cura (2/4)

13) Conheça os sintomas da febre Chikungunya (6/4)

14) O que é mordida cruzada? (9/4)

15) Saúde bucal é essencial para uma boa gestação (13/4)

16) Dietas malucas: fuja delas (16/4)

17) Conheça as vantagens do parto normal (20/4)

18) O tabu do sexo na gravidez (23/4)

19) Saiba como se alimentar direito durante a gestação (27/4)

20) Proteção é essencial para evitar a Aids (30/4)