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Blog do Wanfil

por Wanderley Filho

greve

Nem impopularidade de Temer ajuda greve “geral” das centrais. Geral mesmo é o descrédito de ambos

Por Wanfil em Política

30 de junho de 2017

Greve “geral” em Fortaleza contra governo impopular . Mas onde estão os trabalhadores?

Centrais sindicais organizaram nesta sexta nova greve geral contra o governo federal e contra as reformas trabalhista e da Previdência. Como em dia útil e no horário de expediente a maioria dos trabalhadores está ocupada, novamente a greve geral não é geral, muito pelo contrário.

Já que Temer bate recorde de impopularidade, talvez se as manifestações fossem marcadas para o final de sema, tal como nos protestos contra Dilma, mais pessoas participassem. Mas nesse caso, para os organizadores, há um problema. É que as centrais sindicais não conseguem mobilizar grandes contingentes, a não ser pressionando empregados de algumas categorias nas portas das fábricas e lojas. No máximo, conseguem fazer barulho atrapalhando o trasporte público.

E por que essas centrais não conseguem atrair quem deveriam representar? Simples. Porque são imediatamente vinculadas pelo cidadão comum aos partidos políticos de oposição que as controlam, com suas bandeiras vermelhas, tão corruptos e desmoralizados quanto o atual governo. E assim, o sujeito até desaprova Temer e questiona pontos das reformas, mas não aceita por isso andar ao lado daqueles que quebraram o país e assaltaram os cofres públicos, não vai dar discurso a quem deveria estar calado.

Ao tentarem pegar carona na insatisfação geral usando seus ativistas no sindicalismo, esses partidos políticos acabam mesmo é constrangendo a participação espontânea de muitos que, sem confiar em mais ninguém, resolveram esperar para ver no que vai dar. Geral mesmo é a falta de representatividade de governantes, opositores e sindicatos.

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Governador, os inimigos não são os policiais, são os bandidos! Ou: Contando os mortos

Por Wanfil em Segurança, Tribuna Band News FM

16 de Maio de 2013

Meu comentário desta quinta na rádio Tribuna BandNews FM 101.7

Na noite da última segunda-feira (13) um estudante universitário foi assassinado vítima de uma tentativa de assalto no bairro Luciano Cavalcante, em Fortaleza.

Diariamente, assistimos impotentes a escalada da violência no Ceará.  Cada vez mais novas tragédias são registradas, mais vidas são interrompidas, de tal modo que nos resta somente conferir, incrédulos, a contagem de mortos subir assustadoramente, como só se vê nas guerras.

De acordo com dados divulgados ontem (15) pela Secretaria de Segurança, 1.356 pessoas foram assassinadas no Ceará somente nos quatro primeiros meses do ano. Na capital, foram registrados 661 homicídios, o que corresponde a um aumento de 30% na comparação com o ano passado.

Enquanto isso, o Governo do Estado anuncia as negociações com as associações de policiais militares estão encerradas, criando um impasse de consequências imprevisíveis, entre as quais, uma nova greve da PM.

Pior ainda é ver as autoridades responsáveis pela área dizerem que o descontentamento da corporação inteira é obra de apenas meia dúzia de líderes que agem para atingir politicamente o governo.

A essa altura, fechar os olhos e os ouvidos para as reivindicações dos policiais e subestimar a insatisfação generalizada que os motiva apenas revela que o comando não sabe o que fazer para resolver o problema, deixando no ar, de quebra, a suspeita de que o que está ruim pode piorar.

O momento deveria ser de apaziguamento, de diálogo, de humildade para reconhecer falhas, de revisão de estratégias e de novas propostas! É preciso lembrar o governo de que o seu verdadeiro inimigo não são os policiais, mas os bandidos! Eles é que precisam “sentir o braço firme da lei”.

Portanto, agir para criar mais impasses e constrangimentos, desmotivando ainda mais as forças de seguranças, e justo quando a criminalidade explode, é de uma irresponsabilidade que somente poderá ser medida na macabra contagem de mortos que não para de subir. Mas aí poderá ser tarde demais para qualquer um de nós ou de nossos amigos e familiares.

Para ouvir o comentário:

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A desconfiança mútua entre comandantes e comandados só piora a crise de segurança no Ceará

Por Wanfil em Segurança

13 de Maio de 2013

Os problemas atualmente constatados na área de Segurança Pública no Ceará já configuram, para análises futuras de historiadores, uma página de constrangedora ironia para um governo que ascendeu ao poder justamente prometendo um policiamento mais eficaz e humano, o que pressupõe uma relação harmônica entre o Estado e as suas forças policiais. Apesar dos investimentos e das boas intenções, aconteceu o contrário: as relações entre as partes degeneraram a ponto de não haver mais tempo hábil para uma conciliação até o final da atual gestão, isso num ambiente onde os índices de criminalidade registram inédito aumento na criminalidade.

Canais obstruídos

A situação é de tal maneira inusitada que o governador Cid Gomes se comprometeu a receber um grupo formado por esposas de policiais militares para uma audiência de reivindicações, após elas terem realizado mais um protesto em Fortaleza. Cid as receberá, contudo, desde que novas manifestações não aconteçam e com a ressalva de que qualquer menção a uma nova greve da polícia será devidamente tratada como motim, o que me parece lógico.

Por outro lado, e em sentido contrário, o deputado Capitão Wagner, eleito após se notabilizar na greve da PM em 2012, diz que os militares não são recebidos pelo secretário Francisco Bezerra e já fala em possibilidade de nova paralisação, o que soa, por mais que ele negue, uma ameaça.

É evidente que o canal de diálogo entre comandados e comandantes está obstruído, de tal modo que é preciso se valer das esposas dos membros da categoria para tentar alguma conversação. Ora, elas não constam dos quadros das forças policiais e não são servidoras do Estado, portanto, qualquer acordo fechado com elas necessita não possuirá validade legal. Mais do que isso, a situação revela que a autoridade do governo sobre as forças policiais não existe mais, o que abre as portas para o imprevisível.

O preceito do interesse público

Nesse imbróglio, existem questões pertinentes que devem ser observadas, mas que demandariam um texto mais longo, o que não é o caso agora. Temas como hierarquia militar, planejamento orçamentário, eficácia gerencial, doutrina de segurança estabelecida em metas, legislação, condições de trabalho para o efetivo policial, entre outros. Tudo, no entanto, é bom lembrar, deve estar subordinado a um preceito elementar: o interesse público na preservação da ordem e da segurança da população.

O governo deveria desobstruir os canais de diálogos e se mostrar aberto a ouvir críticas e sugestões, mas se fecha desconfiado. Da mesma forma, policiais deveriam ir para a mesa de negociação desarmados (no sentido figurado), dispostos a entender eventuais limitações do poder público, cientes ainda de que, na condição de militares, existem limites legais para suas formas de reivindicação. Sobretudo, as partes precisam se respeitar para que a situação da segurança pública, que é responsabilidade de ambos, não deteriore ainda mais.

O inaceitável é a aposta, dos dois lados, de que o medo das pessoas possa servir de instrumento de pressão política.

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Justiça entende que acusar policiais de marginais fardados, no plural, não é ofensa. O mesmo vale para judeus e negros?

Por Wanfil em Judiciário

24 de Janeiro de 2013

Durante a greve de policiais militares ocorrida em Fortaleza em janeiro de 2012, o ex-ministro Ciro Gomes, fiel ao próprio estilo, classificou o movimento de “conchavo de marginais fardados com  marginais da quadrilha da droga que colocou toda a sociedade refém”. Em março do mesmo ano, a policial militar Ana Paula Brandão da Silva apresentou queixa-crime por injúria e difamação.

De acordo com o desembargador Francisco Gomes de Moura, 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), o processo não procede, pois ficou “evidente que declarações não foram dirigidas à pessoa da soldado Ana Paula, havendo, portanto, a ausência do animus específico e dirigido de ofender, exigido para a caracterização dos crimes contra a honra”.

Não sou jurista, mas tenho certo apreço pela lógica, enquanto elemento filosófico de examinação de um problema. Pelo que entendi, ao classificar todos os membros de uma entidade de marginais, sem exceção, os indivíduos que a compõem não estão automaticamente implicados nessa condição.

Recentemente, a ministra Eliana Calmon, do Conselho Nacional de Justiça, disse que existem “bandidos de toga” no Judiciário. Foi uma celeuma. No entanto, ela não afirmou que todos eram bandidos, mas alguns. Nesse caso, a falta de especificação não atinge os magistrados honestos. Eis a diferença. A acusação de Ciro foi ampla e irrestrita, de forma a atingir a totalidade dos policiais militares. Leia mais

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Afinal, qual o resultado prático das greves nas universidades federais? E quem paga a conta?

Por Wanfil em Brasil

14 de setembro de 2012

Quem paga a conta das greves do setor público que terminam sem nada resolvem? Resposta: o contribuinte! De maioria pobre e sem diploma universitário.

Foram meses de paralisação. Alunos sem aula, custos com a manutenção de prédios vazios, atraso na formação de mão de obra qualificada, semestre retomado às pressas para atender ao formalismo do calendário acadêmico, prejuízo para o contribuinte que sustenta o ensino superior nas universidades federais e para os alunos que estudam de verdade. Nesse caso, prejuízos financeiros e pedagógicos. “Não existe almoço grátis”, ensinava o saudoso Milton Friedman. Não existe ensino gratuito, muito menos greve gratuita. Alguém sempre paga a conta, meus caros.

A relação custo-benefício

A questão é saber se o resultado compensa, digamos, o investimento. Uma greve que repara injustiças, que valoriza a profissão e a instituição ou que proporciona correções de rumo preservando a natureza e a qualidade dos serviços prestados, pode-se dizer, se converte em ganho para a sociedade. Portanto, encerrado o movimento dos docentes dessas instituições, cabe perguntar aos seus líderes: Qual o resultado de tudo isso?

Certamente os professores recuaram para “salvar” o semestre letivo e não prejudicar ainda mais os alunos. Aliás, esse é um roteiro previsível. Grevistas nunca ultrapassam o prazo limite para o cancelamento do semestre (imaginem quantas ações judiciais não decorreriam dessa perda). E o governo sabe disso. E como greve em universidade pública não causa danos imediatos, o governante da hora nem mesmo é pressionado pela população. Dilma Rousseff não perdeu um minuto de sono por causa dessa paralisação.

Perguntas

Dessa forma, algumas questões podem e devem ser levantadas agora que o movimento acabou. Será que a greve é o melhor instrumento de pressão para reivindicar o que quer que seja nessas universidades? Pela frequência com que são feitas, as greves não acabaram banalizadas? Por que não há greve em universidades ou faculdades particulares? O movimento terminou e o que mudou em relação à política de expansão das universidades públicas ou à carreira docente? Qual o custo de um semestre perdido e reposto com aulas improvisadas? Como encarar os alunos? Leia mais

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Greve nas universidades públicas: “O velho que não quer passar e o novo que não quer chegar”

Por Wanfil em Brasil

24 de agosto de 2012

Professores federais no Ceará decidem greve levantando cartões vermelhos, a cor da revolução. Foto de arquivo com aplicação de efeito. Expressão de um passado que insiste em permanecer presente, como um quadro antigo na parede.

Professores da UFC e Unilab-CE encerraram nesta semana uma greve que durou cerca de 70 dias. No entanto, alguns grevistas não concordaram com a decisão e protestaram em frente à sede do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Ceará (Adufc), que divulgou nota pública: “A ADUFC-Sindicato lamenta que a situação tenha chegado a esse nível de conflito, que vem se agravando desde as últimas assembleias”.

A nova luta

Quando estudei na UFC, entre 1993 e 1998, testemunhei de perto duas greves. As justificativas eram sempre as mesmas, mais ou menos apresentadas de acordo com uma suposta ordem de importância: Por uma universidade pública e gratuita de qualidade; contra a privatização; contra o neoliberalismo; por melhores condições de trabalho; e finalmente, por melhores salários. Evidentemente, em sala de aula e nos corredores da universidade, docentes e agitadores do movimento estudantil afirmavam que a única forma de conseguir tudo isso rapidamente seria derrotar a direita e eleger um companheiro de esquerda, sensível ao papel da educação e com “vontade política”. Mais precisamente, era preciso eleger o operário Lula da Silva.

Como todos sabem, Lula foi eleito, re-eleito e ainda elegeu sua sucessora. E como está a faculdade? Está em greve, ora bolas! É o vício do cachimbo que entorta a boca. Sem o mote ideológico, restou ao espírito do ativismo acadêmico, formado ao longo de quatro décadas, procurar uma nova causa: o aumento salarial, puro e simples, sem cobrança por desempenho, que este é um conceito burguês e capitalista.

Uma das boas coisas de termos a esquerda no poder é a comprovação histórica de que as universidades públicas foram aparelhadas por um projeto político. Agora, sem inimigos ideológicos para combater, nossos “intelectuais” começam a se estranhar entre si. Os alunos que paguem o preço de perder aulas. E os alunos, jovens doutrinados desde o ensino básico, ainda acreditam que tudo isso é por uma causa nobre.

Conservadorismo disfarçado

O filósofo alemão Ernst Bloch (18885-1977), de tendência marxista (veja a ironia), na trilogia O Princípio da Esperança, descreve uma imagem para a Europa que serve perfeitamente para ilustrar a universidade pública no Brasil: “O velho que não quer passar e o novo que não quer chegar”. Os grevistas das universidades não querem as revoluções da boa gestão administrativa ou do mérito individual; querem mesmo é a manutenção de velhos paradigmas e garantia do conforto de grupo, das eternas discussões infecundas, do isolamento diante das necessidades de mercado e das vantagens financeiras. Se a conta não fechar, o Erário que cubra o déficit! É o conservadorismo mais profundo disfarçado de progressismo chique.

E assim, os anos passam e a história se repete. Leia mais

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Em defesa do aumento: Vereadores, unidos, jamais serão vencidos!

Por Wanfil em Câmara dos Vereadores

28 de junho de 2012

Sem os nossos vereadores, não teríamos o Dia do Saci ou o Dia do Abraço – Foto: Divulgação Cmfor

Como é que é? Essas redes sociais não têm jeito, não. A novidade agora é um monte de anônimos – provavelmente contribuintes que vivem a reclamar de pagar impostos – protestando contra a proposta de aumento salarial de 60% para os vereadores de Fortaleza, que passariam a receber pouco mais de 15 mil reais por mês. É muita ingratidão com esses abnegados servidores.

Policiais correm o risco de prisão por terem cruzado os braços pedindo aumento. Professores apanharam da Guarda Municipal em frente a Câmara de Vereadores da Capital pelo mesmo motivo. Nas duas ocasiões, a população se mostrou solidária com essas categorias. Mas quando o aumento é para os nobres parlamentares, todos reclamam. Isso só pode ser implicância.

Tudo bem, é meio estranho que uma determinada categoria tenha o poder de se autoconceder aumentos, calculados pelos índices mais convenientes e custeados com o nosso dinheirinho. Como não precisam pedir aumento aos seus patrões – o povo – fica a impressão de privilégio. Curiosamente, esses reajustes autoconcedidos sempre chamam a atenção pelos percentuais aplicados. Fazer o quê? A vida está difícil, a inflação assusta e agradar cabos eleitorais custa caro. Para compensar o desgaste, os pobres parlamentares dificilmente propõem menos de 50% de aumento salarial. Existem, pasmem, criaturas insensíveis que defendem a indexação dos vencimentos de um vereador, deputados estaduais e federais, e até senadores, pelo salário mínimo. O percentual de reajuste de autoridades não poderia ser maior do que o concedido aos pobres. Um acinte!

Por isso, imbuído do maravilhoso sentimento da solidariedade, sugiro aos nossos vereadores que façam uma greve. Isso mesmo! Parem de trabalhar para que a população perceba como os senhores são indispensáveis. Quero ver só esses contribuintes que vivem a reclamar o que farão sem poder assistir uma sessão na TV Câmara. Já imaginaram? Sem os vereadores, não teríamos o Dia do Saci ou o Dia do Abraço, por exemplo.

Eu gostaria de dar essa sugestão ao próprio vereador em quem votei nas últimas eleições, se eu me lembrasse dele. Mas você que me compreende pode fazer isso com o seu representante. Ou você também não lembra em quem votou? É muita ingratidão.

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Em defesa do aumento: Vereadores, unidos, jamais serão vencidos!

Por Wanfil em Câmara dos Vereadores

28 de junho de 2012

Sem os nossos vereadores, não teríamos o Dia do Saci ou o Dia do Abraço – Foto: Divulgação Cmfor

Como é que é? Essas redes sociais não têm jeito, não. A novidade agora é um monte de anônimos – provavelmente contribuintes que vivem a reclamar de pagar impostos – protestando contra a proposta de aumento salarial de 60% para os vereadores de Fortaleza, que passariam a receber pouco mais de 15 mil reais por mês. É muita ingratidão com esses abnegados servidores.

Policiais correm o risco de prisão por terem cruzado os braços pedindo aumento. Professores apanharam da Guarda Municipal em frente a Câmara de Vereadores da Capital pelo mesmo motivo. Nas duas ocasiões, a população se mostrou solidária com essas categorias. Mas quando o aumento é para os nobres parlamentares, todos reclamam. Isso só pode ser implicância.

Tudo bem, é meio estranho que uma determinada categoria tenha o poder de se autoconceder aumentos, calculados pelos índices mais convenientes e custeados com o nosso dinheirinho. Como não precisam pedir aumento aos seus patrões – o povo – fica a impressão de privilégio. Curiosamente, esses reajustes autoconcedidos sempre chamam a atenção pelos percentuais aplicados. Fazer o quê? A vida está difícil, a inflação assusta e agradar cabos eleitorais custa caro. Para compensar o desgaste, os pobres parlamentares dificilmente propõem menos de 50% de aumento salarial. Existem, pasmem, criaturas insensíveis que defendem a indexação dos vencimentos de um vereador, deputados estaduais e federais, e até senadores, pelo salário mínimo. O percentual de reajuste de autoridades não poderia ser maior do que o concedido aos pobres. Um acinte!

Por isso, imbuído do maravilhoso sentimento da solidariedade, sugiro aos nossos vereadores que façam uma greve. Isso mesmo! Parem de trabalhar para que a população perceba como os senhores são indispensáveis. Quero ver só esses contribuintes que vivem a reclamar o que farão sem poder assistir uma sessão na TV Câmara. Já imaginaram? Sem os vereadores, não teríamos o Dia do Saci ou o Dia do Abraço, por exemplo.

Eu gostaria de dar essa sugestão ao próprio vereador em quem votei nas últimas eleições, se eu me lembrasse dele. Mas você que me compreende pode fazer isso com o seu representante. Ou você também não lembra em quem votou? É muita ingratidão.