Fortaleza Archives - Página 4 de 15 - Blog do Wanfil 
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Blog do Wanfil

por Wanderley Filho

Fortaleza

Ibope: a Capital entre o prefeito e o Capitão

Por Wanfil em Pesquisa

15 de setembro de 2016

A segunda pesquisa do Ibope para as eleições em Fortaleza, divulgada ontem pela Verdes Mares, mostra empate técnico, no limite da margem de erro de 3 pontos, entre o prefeito Roberto Cláudio e o deputado estadual Capitão Wagner. Na comparação com o primeiro levantamento, de 22 de agosto, temos a seguinte evolução dos cinco primeiros colocados:

Roberto Cláudio (PDT) – de 29% para 34%
Capitão Wagner (PR) – 21% para 28%
Luizianne Lins (PT) – 18% nas duas pesquisas
Heitor Férrer (PSB) – 9% para 7%
Ronaldo Martins (PRB) – 4% para 3%
Outros (PSOL, PSTU, PHS) – 4% para 1%
Brancos/nulos – 10% para 7%
Não sabe/não respondeu – 5% para 2%

É o seguinte: faltando pouco mais de duas semanas para as eleições, Roberto Cláudio e Capitão Wagner apresentam curvas ascendentes. Luizianne estaciona. Com 40% de rejeição, a petista está próxima do seu teto. Como não cai, tudo indica que é o eleitor cativo do PT. O desempenho dela é o fiel da balança para a provável realização de um segundo turno. Férrer, Martins e indecisos oscilaram negativamente, mas dentro da margem de erro. Desse cenário, podemos concluir:

1 – Os indecisos e eleitores que mudaram de voto se dividiram entre RC e Wagner, com vantagem para o candidato de oposição, que cresceu 7 pontos, contra cinco do prefeito;

2 – Capitão Wagner deixa o empate técnico com Luizianne e marca empate com o prefeito, movimento que acende a luz amarela na campanha do candidato à reeleição;

3 – A dinâmica dos números mostra que Capitão Wagner deve manter a estratégia que alterna criticas a atual gestão e o discurso biográfico para aproximação com o eleitorado. Já Roberto Cláudio precisa desconstruir o rival que o ameaça e que tem a menor rejeição entre os eleitores: 18% contra 24% do prefeito. A questão é como fazer isso. Assessores e comissionados ligados à sua campanha já sinalizam ataques pessoais ao candidato do PR, o que revela um estado de ânimo tenso. Segundo os manuais de marketing eleitoral, bater demais, ou bater errado, pode ser fatal.

A Capital está, nesse momento, entre o prefeito e o Capitão.

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Lula é denunciado na Lava Jato um dia após aparecer em vídeo com Luizianne

Por Wanfil em Eleições 2016

14 de setembro de 2016

Lula, réu por corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da justiça, pede votos em Fortaleza

Lula, acusado de corrupção e lavagem de dinheiro, e réu por obstrução da justiça, pede votos em Fortaleza

O ex-presidente Lula anda mais enrolado do que nunca com a Justiça. O Ministério Público Federal no Paraná o denunciou  nesta quarta por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, relativas ao caso do triplex no Guarujá, no âmbito da Operação Lava Jato.

E quem irá decidir se Lula vira ou não réu? O juiz Sérgio Moro, terror dos “companheiros” delatores.

O ex-presidente já é réu em outra ação, movida pelo MP do Distrito Federal, acusado de obstruir a Lava Jato.

Curiosamente, um dia antes Lula apareceu na propaganda da candidata petista à prefeitura de Fortaleza, Luizianne Lins, fazendo elogios para a correligionária. Houve uma época, não faz tanto tempo, em que a imagem de Lula era disputada na Justiça Eleitoral até por opositores. Agora, por bons motivos, poucos arriscam a fazer como a ex-prefeita.

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Fortaleza e a eleição dos padrinhos tímidos

Por Wanfil em Pesquisa

12 de setembro de 2016

Pesquisa Datafolha divulgada no final de semana pelo O Povo mostra que a campanha em Fortaleza tende a se polarizar entre Roberto Cláudio (PDT), que aparece com 32%, e Capitão Wagner (PR), com 24%. Em terceiro está Luizianne Lins (PT), que tem 16%.

Um dos fatos mais interessantes nestas eleições é a ausência de padrinhos políticos nas propagandas. Desde já faço aqui uma distinção: quando falo em padrinho (ou madrinha), não me refiro aos apoiadores que exercem ou já exerceram cargos importantes nos governos e partidos, mas àquela liderança que, segura de seu prestígio e posição, lança um “afilhado” sem sem força própria para a disputa. Via de regra, a presença dos padrinhos nas campanhas de seus escolhidos é intensa, pois o seu sucesso depende justamente na transferência de votos do criador para a criatura.

As eleições de 2012 foram a expressão perfeita dessa forma de controle. Luizianne Lins e Cid Gomes travaram uma batalha por meio da disputa entre seus protegidos, Elmano de Freitas e Roberto Cláudio, dois nomes de pouca densidade eleitoral na cidade. E todos suplicavam pelas bênçãos de Dilma e Lula.

Agora é diferente. O capital político dos principais padrinhos não é o mesmo. Lula e Dilma lutam para não serem presos. O presidente Temer é odiado pelos ex-aliados e não tem, obviamente, a simpatia de quem não votou na chapa Dilma/Temer. O governador Camilo Santana, do PT, apoia o candidato do PDT contra a candidata do PT, o que inviabiliza sua participação direta na propaganda. Curiosamente, Cid e Ciro também não deram notícias em Fortaleza.

A opção por, digamos assim, esconder os padrinhos certamente é baseada em pesquisas. Roberto Cláudio, que na sua primeira eleição precisou muito da chancela dos seus líderes, agora aparece sozinho, buscando, certamente, mostrar que tem liderança própria.

O Capitão Wagner conta com o apoio dos senadores Eunício Oliveira (PMDB) e Tasso Jereissati (PSDB), mas esses entram como apoiadores, pois o candidato surgiu por conta própria e não depende deles para continuar na política. Nesse caso, eleitores de Eunício e Tasso podem se juntar aos eleitores que já se identificam com o próprio candidato.

Luizianne tem liderança própria e eleitoralmente é o maior nome do PT no Ceará, mas sofre nitidamente com o peso do impeachment dos escândalos que abateram o partido. Aliás, candidatos petistas em outras capitais apresentam desempenho bem abaixo ao dela e Fortaleza.

É a eleição dos padrinhos sumidos.

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‘Fora Temer’ inova com possibilidade de dinheiro honesto

Por Wanfil em Brasil

08 de setembro de 2016

O ‘Fora Temer’ em Fortaleza, neste de Sete de Setembro, mostrou que o momento político nacional já está produzindo frutos. Militantes de esquerda já podem voltar a falar contra a corrupção, embora não façam a defesa da Operação Lava Jato, nem portem cartazes de apoio ao juiz Sérgio Moro, o que é sintomático, convenhamos.

Outra novidade é a possibilidade de ganhar dinheiro longe das verbas ministeriais ou sinecuras políticas, como mostra o portal Tribuna do Ceará:

“A escolha da Praia de Iracema para ser o palco da manifestação, segundo os participantes, teve o intuito de mostrar aos moradores da região e turistas a quantidade de pessoas insatisfeitas e contrárias ao governo de Michel Temer. O vendedor ambulante Deoclécio Ferreira, que trabalha há 1 ano na Beira-Mar, disse apoiar o protesto e ainda conseguir tirar lucro nas vendas de água e refrigerante. ‘Estou vendendo mais, faturando’, comemora.”

É isso aí. Faturar sem cobrar propina em licitações viciadas é a melhor forma de evitar as prisões preventivas, as delações premiadas, as condenações por corrupção, a PF, o MP, a Lava Jato e o juiz Sério Moro.

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Luizianne para RC: “O que você acha do impeachment da presidente Dilma”?

Por Wanfil em Eleições 2016

02 de setembro de 2016

A candidata Luizianne Lins (PT) trouxe o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff para a disputa eleitoral em Fortaleza, durante o debate realizado pela Nordestv (ver cobertura aqui:  Capitão Wagner muda estratégia e confronta Roberto Cláudio em debate), ao indagar a posição do atual prefeito, Roberto Cláudio (PDT), candidato à reeleição, sobre o tema. Abaixo, reproduzo pergunta e resposta, com grifos meus, e em seguida comento rapidamente.

Luizianne Lins: “Eu queria perguntar para o candidato Roberto Cláudio. Eu estive ontem com a presidente Dilma, porque nós tivemos um processo que considero um ‘golpe’ grave na democracia brasileira, e o candidato tem como seu vice um candidato que é do DEM, que foi um dos partidos artífices do ‘golpe’ contra a presidente Dilma. Como eu não ouvi nenhuma manifestação de vossa excelência sobre essa questão, eu gostaria de lhe perguntar: o que você acha do impeachment da presidente Dilma e o seu vice?

Roberto Cláudio: “Se não ouviu, deputada, não foi por falta de oportunidade em eu ter dito. Já manifestei publicamente, inclusive estive com ex-presidente pessoalmente, junto com seis outros prefeitos, entendendo que o impeachment é um erro, o impeachment trará à democracia brasileira cicatrizes que nós não sabemos ainda os exatos contornos dela, e enfim, minha posição pública e clara é essa. Lamento o que aconteceu, o processo tanto o processo de impeachment quanto o desfecho dele. De fato meu vice tem uma posição diferente a respeito do assunto. Não só disso! Ele pensa diferente de mim em outros assuntos também. Entretanto nós estamos juntos nessa empreitada pelo que nos une e não pelo que nos separa.”

Iguais, mas diferentes

O processo de impeachment da presidente mais impopular que já houve, cassada por crime de responsabilidade em maior a maior recessão da História do País, pode afetar as campanhas de seus correligionários e aliados.

Ao obrigar Roberto Cláudio se posicionar contra o impeachment (e ficou evidente que ele estava com a resposta bem ensaiada), Luizianne, que não é amadora em campanhas eleitorais, muito pelo contrário, procurou expor o adversário. Ela sabe que os eleitores que rejeitam Dilma tendem a rejeita-la, por razões óbvias. Portanto, reforçar que RC também é próximo da ex-presidente pode fazer esse mesmo público rejeitar igualmente o prefeito.

Por outro lado, eleitores mais moderados do PT podem votar até votar em RC, mas se perceberem que este faz uma defesa tímida, protocolar para não parecer que deu as costas para a antiga aliada, podem se decepcionar e ficar com a candidata do próprio PT. Reparem que o prefeito não falou as palavras “golpe”, “inocente” ou “honesta”. Apenas disse que se trata de um “erro” que pode deixar cicatrizes na democracia.

Nas atuais circunstâncias, foi uma resposta para agradar a média de seus eleitores. Se o assunto voltará a ser explorado, os próximos dias irão dizer.

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Ibope confirma disputa acirrada em Fortaleza

Por Wanfil em Pesquisa

23 de agosto de 2016

De cada dez eleitores em Fortaleza, três querem a reeleição de Roberto Cláudio e cinco preferem ver Capitão Wagner, Luizianne Lins ou Heitor Férrer na Prefeitura. É o que mostra a pesquisa Ibope divulgada ontem pela TV Verdes Mares.

Roberto Cláudio (PDT) – 29%
Capitão Wagner (PR) – 21%
Luizianne Lins (PT) – 18%
Heitor Férrer (PSB) – 9%
Ronaldo Martins (PRB) – 4%
João Alfredo (Psol) – 2%
Francisco Gonzaga – 1%
Tin Gomes (PHS) – 1%
Branco/nulo – 10%
Indecisos – 5%

No começo do ano, o próprio Ibope divulgou pesquisa nacional mostrando que 40% dos brasileiros votariam em um prefeito de oposição, contra 22% que votariam no atual prefeito. A pesquisa em Fortaleza confirma essa predisposição, muito provavelmente efeito da crise econômica e do descontentamento geral com a política.

Não significa que opositores sejam favoritos, nada disso. Fatores como a influência de padrinhos ou aliados políticos, a empatia e a capacidade de articulação dos candidatos, a propaganda eleitoral e os debates, são elementos que podem alterar essa perspectiva.

É provável que todos comecem a campanha mirando no atual prefeito. À medida que os ânimos forem se acirrando, os opositores terão que entrar em disputa direta. Isso, claro, beneficia a candidatura de situação. Assim, para os candidatos de oposição, o desafio será capitalizar a insatisfação do eleitor sem parecer radical e sem agredir uns aos outros, para não afugentar seus eleitores no segundo turno. Já para o prefeito o desafio será convencer esse mesmo eleitor ressentido com os governos de que entre a volta ao passado com Luizianne e a inexperiência administrativa dos demais, melhor ficar com ele.

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Datafolha: Roberto Cláudio larga na frente, mas metade do eleitorado quer outro nome

Por Wanfil em Pesquisa

22 de agosto de 2016

A primeira pesquisa para a corrida eleitoral em Fortaleza neste ano, feita pelo Datafolha e encomendada pelo jornal O Povo, mostra o seguinte cenário:

Roberto Cláudio (PDT) – 27%
Capitão Wagner (PR) – 20%
Luizianne Lins (PT) – 17%
Heitor Férrer (PSB) – 9%
Ronaldo Martins (PRB) – 4%
João Alfredo (Psol) – 1%
Tin Gomes (PHS) – 1%
Branco/nulo – 12%
Indecisos – 9%

Após três anos e meio anos de mandato, com apoio da presidente afastada Dilma Rousseff, do ex-governador Cid Gomes e do atual Camilo Santana, o prefeito candidato à reeleição larga na frente com pouco mais de 1/4 das intenções de voto. Pouco para quem tem a máquina e maior exposição, muito quando se observa o contexto. A soma dos três principais adversários da gestão chega a 46%. Se considerarmos os demais concorrentes, esse número sobe para 52% dos eleitores.

Não se trata de uma soma absoluta, de transferência automática, pois existem divergências a ser consideradas entre as candidaturas de oposição e entre o próprio eleitorado, que possui perfis variados. Eleitores de um candidato oposicionista podem rejeitar outro nome crítico ao governo, anulando o voto em caso de segundo turno ou mesmo votando pela continuidade da gestão. A dinâmica é complexa e tudo é muito volátil. De todo modo, fica evidente neste início de campanha que boa parte do eleitorado quer um novo prefeito, mas se divide na hora de escolher um nome. Dispersão que aponta para a confirmação de um segundo turno. Nesse caso, ficar perto dos 30% dos votos costuma ser o suficiente para avançar na disputa.

Ganha a parada quem conseguir levar os votos dos que ficarem pelo caminho no primeiro turno e dos indecisos. O desafio é chegar lá.

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O candidato esconde, mas o Facebook entrega

Por Wanfil em Eleições 2016

18 de agosto de 2016

Chego ao trabalho e abro o email. Destaque para mensagens de dois candidatos à Prefeitura de Fortaleza. São as assessorias de imprensa fazendo a sua parte.

Na primeira, fico sabendo que Heitor Férrer (PSB) “dedicará a quinta-feira a reuniões internas com a equipe de campanha”. Ou seja, o candidato não tem agenda. Na segunda, recebo um release com fotos de uma pequena carreata de Roberto Cláudio em Messejana. Entre as imagens, reparei nesta em particular:

17.08 - mini Carreata em Messejana - Roberto Cláudio (1)

Como a imagem do carro ficou distante, fiquei curioso. Quem é esse ao lado do prefeito? Fui ao Facebook do candidato à reeleição para ver se outras fotos da carreata teriam sido publicadas. Foram, sim. Encontrei essas:

RC carreata Messejana 2

RC carreata Messejana

Novamente, não foi possível identificar quem, afinal, seria o sujeito de camisa amarela. A posição de destaque no carro que leva o prefeito sugere proximidade política entre os dois, no entanto, seu rosto não aparece.

Como a carreata foi em Messejana, procurei páginas de políticos do bairro, até que o mistério foi elucidado no Facebook de um ex-vereador que, após ser afastado do cargo por decisão da justiça no ano passado, renunciou para não ser cassado. O nome dele é… suspense… Leonelzinho Alencar!

Leonelzinho RC carreata Messejana

Esse Facebook.

 

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Obras em período eleitoral: não pode inaugurar, mas pode visitar

Por Wanfil em Eleições 2016

08 de agosto de 2016

Ainda não há tijolos, mas já dá para uma boa foto (divulgação).

O anexo do IJF ainda não tem tijolos, mas já dá para uma boa foto (divulgação).

O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), e o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), “visitaram” na semana passada as obras do prédio anexo ao Instituto Doutor José Frota. Leitores perguntam se a lei não proíbe que o prefeito, candidato à reeleição, participe de eventos dessa natureza.

A resposta é: não proíbe.  O artigo 77 da Lei 9.504 veda a participação de qualquer candidato em inaugurações nos três meses que antecedem o pleito. Portanto, visitar obras em andamento, mesmo as que nem sequer foram realmente iniciadas, e ainda que não haja objetivo prático algum, é permitido.

Com tantas obras viárias na cidade, essa pressa para mostrar serviço com o que ainda não saiu do papel fica um pouco estranha. Precisa? Talvez pesquisas apontem uma demanda do eleitor na área da saúde, mas isso é mera especulação.

Outro ponto que merece atenção é o fato de o governo estadual aparecer como fiador da obra, enquanto que o Hospital Regional do Sertão Central, em Quixeramobim, continua sem funcionar, apesar de ter sido inaugurado em 2014, ano eleitoral.

No fim das contas, resumindo, desde o dia 2 de julho candidatos não podem inaugurar obras, mas podem visitá-las, com a vantagem de que estas nem precisam estar prontas, muito menos funcionando.

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Turismo em queda no Ceará

Por Wanfil em Segurança

04 de agosto de 2016

Matéria do jornal O Povo desta quinta-feira (4), sobre queda, no Ceará,  de 5,3% no fluxo de turistas nacionais e de 1,4% entre os internacionais entre no primeiro trimestre de 2016, segundo dados divulgados pela Fecomercio.

Arialdo Pinho, secretário do Turismo do Estado, acredita que a falta de divulgação e de mais voos internacionais são fatores que prejudicam a atratividade turística internacional.

O turismo nacional, claro, sofre com a crise econômica. Já o internacional, além das justificativas apontadas pelo secretário, é preciso lembrar outro fator bastante incômodo: Fortaleza está entre as capitais mais violentas do Brasil e do mundo.

O turista estrangeiro interessado em conhecer o Brasil nas Olimpíadas pode encontrar na Forbes, por exemplo, a informação de que Fortaleza lidera a taxa de homicídios no País: “Within the top 50, Brazil’s most violent cities are mainly in the north, far from the Olympic city of Rio de Janeiro“.

É bom não menosprezar o efeito causado pelo medo, na hora de pesar as razões dessa redução.

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Turismo em queda no Ceará

Por Wanfil em Segurança

04 de agosto de 2016

Matéria do jornal O Povo desta quinta-feira (4), sobre queda, no Ceará,  de 5,3% no fluxo de turistas nacionais e de 1,4% entre os internacionais entre no primeiro trimestre de 2016, segundo dados divulgados pela Fecomercio.

Arialdo Pinho, secretário do Turismo do Estado, acredita que a falta de divulgação e de mais voos internacionais são fatores que prejudicam a atratividade turística internacional.

O turismo nacional, claro, sofre com a crise econômica. Já o internacional, além das justificativas apontadas pelo secretário, é preciso lembrar outro fator bastante incômodo: Fortaleza está entre as capitais mais violentas do Brasil e do mundo.

O turista estrangeiro interessado em conhecer o Brasil nas Olimpíadas pode encontrar na Forbes, por exemplo, a informação de que Fortaleza lidera a taxa de homicídios no País: “Within the top 50, Brazil’s most violent cities are mainly in the north, far from the Olympic city of Rio de Janeiro“.

É bom não menosprezar o efeito causado pelo medo, na hora de pesar as razões dessa redução.