Assaltos em via pública e à luz do dia: vivemos em perigo em Fortaleza 
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Blog do Wanfil

por Wanderley Filho

Assaltos em via pública e à luz do dia: a única certeza é que vivemos em perigo em Fortaleza

Por Wanfil em Segurança

16 de dezembro de 2012

O secretário de Segurança Pública do Ceará impediu uma tentativa de assalto no cruzamento da Av. Alberto Sá com a Via Expressa, na manhã do sábado (15), em Fortaleza.A vitima era um homem em um carro e o secretário, ao avistar a tentativa, atirou nos criminosos. O episódio é emblemático. Os bandidos foram frustrados em sua ação criminosa, um foi preso. Mas, infelizmente, longe de ser uma demonstração de força policial, de destreza operacional, o que fica evidente no caso é a situação de perigo no Ceará. Na verdade, o crime não escolhe hora, lugar ou faz distinção de sexo e classe.

No mesmo dia, à tarde, um policial militar foi morto por assaltantes em plena Av. Pontes Vieira, uma das vias mais movimentadas da capital. O policial estava com o filho pequeno numa loja de peças de automóveis.

O fato é que somos potenciais vítimas, restando-nos rezar para não ter o azar de cruzar o caminho de assaltantes. Pior, os criminosos, profissionais, quando são presos, sabem que rapidamente estarão em liberdade. Nos jornais vemos que, quase sempre, quando um assaltante ou homicida é preso, já responde por uma série de outros crimes. Como podem andar soltos?

No começo, todos alegavam que a legislação penal brasileira seria uma das melhores do mundo, pois teria como prioridade a recuperação do criminoso, tomado sempre como uma vítima da sociedade, aquele papo de intelectual do miolo mole. E aí?

Se os números mostram que nossa polícia é ineficiente para reduzir os índices de criminalidade, os fatos comprovam que essa legislação funciona como um incentivo ao crime.

Na escalada em que seguimos, já com ares de epidemia, com a certeza de que ninguém mais está protegido, nem juízes, nem legisladores e nem policiais, pode ser que assim, as autoridades sejam impelidas a tomar providências mais eficazes. Se não vai pela inteligência, vai pela dor.

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Assaltos em via pública e à luz do dia: a única certeza é que vivemos em perigo em Fortaleza

Por Wanfil em Segurança

16 de dezembro de 2012

O secretário de Segurança Pública do Ceará impediu uma tentativa de assalto no cruzamento da Av. Alberto Sá com a Via Expressa, na manhã do sábado (15), em Fortaleza.A vitima era um homem em um carro e o secretário, ao avistar a tentativa, atirou nos criminosos. O episódio é emblemático. Os bandidos foram frustrados em sua ação criminosa, um foi preso. Mas, infelizmente, longe de ser uma demonstração de força policial, de destreza operacional, o que fica evidente no caso é a situação de perigo no Ceará. Na verdade, o crime não escolhe hora, lugar ou faz distinção de sexo e classe.

No mesmo dia, à tarde, um policial militar foi morto por assaltantes em plena Av. Pontes Vieira, uma das vias mais movimentadas da capital. O policial estava com o filho pequeno numa loja de peças de automóveis.

O fato é que somos potenciais vítimas, restando-nos rezar para não ter o azar de cruzar o caminho de assaltantes. Pior, os criminosos, profissionais, quando são presos, sabem que rapidamente estarão em liberdade. Nos jornais vemos que, quase sempre, quando um assaltante ou homicida é preso, já responde por uma série de outros crimes. Como podem andar soltos?

No começo, todos alegavam que a legislação penal brasileira seria uma das melhores do mundo, pois teria como prioridade a recuperação do criminoso, tomado sempre como uma vítima da sociedade, aquele papo de intelectual do miolo mole. E aí?

Se os números mostram que nossa polícia é ineficiente para reduzir os índices de criminalidade, os fatos comprovam que essa legislação funciona como um incentivo ao crime.

Na escalada em que seguimos, já com ares de epidemia, com a certeza de que ninguém mais está protegido, nem juízes, nem legisladores e nem policiais, pode ser que assim, as autoridades sejam impelidas a tomar providências mais eficazes. Se não vai pela inteligência, vai pela dor.