Impeachment de Dilma é duro golpe para candidatos petistas - Blog do Wanfil 
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Blog do Wanfil

por Wanderley Filho

Impeachment de Dilma é duro golpe para candidatos petistas

Por Wanfil em Política

31 de agosto de 2016

O impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, detentora do recorde de impopularidade, em meio à campanha eleitoral para prefeitos e vereadores, é um duro golpe (sem trocadilhos) contra candidatos do PT e aliados.

Num ambiente de recessão econômica, desemprego em alta e inflação, além da corrupção revelada pela Lava Jato, a condenação de Dilma se transforma numa espécie de síntese de um projeto político sem força para apresentar, por enquanto, expectativa de futuro. Sem dúvida, as marcas do fracasso e da decepção se projetam sobre as candidaturas do partido, seja nas capitais ou no interior.

No Ceará, a disputa em cidades como Fortaleza, Juazeiro, Quixadá e Sobral, onde o PT registrou forte atuação nos últimos anos, tende a ficar mais difícil para candidatos ligados à sigla e à ex-presidente. E não adianta falar em golpe ou injustiça, pois o eleitor é quem se sente injustiçado diante da crise.

Evidentemente, candidatos do PMDB ou apoiado pelo partido do presidente Michel Temer podem anunciar que contam com o apoio do governo federal, o que, em tese, é uma vantagem. Temer não é popular, mas a crença no poder federal pode surtir efeito.

De resto, é aguardar para conferir quantas lideranças políticas no Estado permanecerão ao lado do PT decaído.

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Impeachment de Dilma é duro golpe para candidatos petistas

Por Wanfil em Política

31 de agosto de 2016

O impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, detentora do recorde de impopularidade, em meio à campanha eleitoral para prefeitos e vereadores, é um duro golpe (sem trocadilhos) contra candidatos do PT e aliados.

Num ambiente de recessão econômica, desemprego em alta e inflação, além da corrupção revelada pela Lava Jato, a condenação de Dilma se transforma numa espécie de síntese de um projeto político sem força para apresentar, por enquanto, expectativa de futuro. Sem dúvida, as marcas do fracasso e da decepção se projetam sobre as candidaturas do partido, seja nas capitais ou no interior.

No Ceará, a disputa em cidades como Fortaleza, Juazeiro, Quixadá e Sobral, onde o PT registrou forte atuação nos últimos anos, tende a ficar mais difícil para candidatos ligados à sigla e à ex-presidente. E não adianta falar em golpe ou injustiça, pois o eleitor é quem se sente injustiçado diante da crise.

Evidentemente, candidatos do PMDB ou apoiado pelo partido do presidente Michel Temer podem anunciar que contam com o apoio do governo federal, o que, em tese, é uma vantagem. Temer não é popular, mas a crença no poder federal pode surtir efeito.

De resto, é aguardar para conferir quantas lideranças políticas no Estado permanecerão ao lado do PT decaído.