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Calculando cenários de incerteza e gerando rentabilidade

Por Rafael Meyer CEA em Gestão de Investimentos

10 de Janeiro de 2019

Ray Dalio é CIO e fundador da BridgeWater, um dos maiores Hedge Funds* do mundo. O principal fundo da casa, o Pure Alpha, foi o fundo que mais gerou rentabilidade para os acionistas na história. O investidor, também é autor de dois livros que viraram best-sellers: Principles e Big Debt Crises. E é sobre um dos assuntos citados no segundo livro que irei tratar a seguir, crises e como se beneficiar com elas.

Na segunda obra, ele cita um indicador que sua empresa utiliza para avaliar as crises:

“O indicador de crise avalia cada um dos principais mercados para mostrar sua correlação com o risco global de mercado. Por isso, a BridgeWater mantêm sua alavancagem baixa por padrões da indústria, cerca de três a quatro vezes do ativo sobre o patrimônio da empresa. Comparando, o Lehman Brothers estava 40 vezes alavancado, antes da crise de 2008.”

Com esse indicador o hedge fund consegue destacar-se, inclusive em cenários de alta volatilidade e aumento de risco. É tanto, que mesmo quando a economia global começou a apresentar indicadores de desaceleração, o principal fundo da casa rendeu 15% a.a. (em dólares).

Dalio, comenta que o maior erro do investidor é acreditar que o que aconteceu no passado, irá acontecer novamente e por isso, alavancam a posição, e isso provoca o retorno negativo.

Em sua página do LinkedIn, o gestor comentou sobre o por que do Pure Alpha ter performado tão bem no ano passado, mesmo enfrentando uma das maiores desvalorizações do índice de ações S&P500 da história, variando negativamente, apenas em dezembro, 8,17% :

“Em reação as muitas perguntas realizadas pela imprensa sobre nós (Bridgewater), que fizemos 14,6% em nosso principal fundo Pure Alpha no ano passado, quando a maioria dos investimentos e gestores de investimentos perderam dinheiro, pediram-me muitos conselhos. Lamento não poder providenciar adequadamente neste espaço limitado (embora acabe por transmitir os princípios mais importantes dos meus próximos Princípios Econômicos e de Investimento). Mas transmitirei um pensamento importante. Se você está preocupado quando o mercado de ações cai e feliz quando sobe, isso provavelmente indica que seu portfólio está desequilibrado. Se a sua rentabilidade também está ligada à forma como a economia anda, você está duplamente em risco, porque você dobrar o prejuízo da sua carteira, o que é assustador. A maioria das pessoas e empresas estão nesse tipo de posição e muitos tornam ainda mais arriscado, pedindo dinheiro emprestado para estar nessa posição de uma forma ainda mais alavancada. Isso é o que faz os altos e baixos da montanha-russa financeira serem tão grandes e dramáticos. Para mim, a chave é não ter nenhum preconceito sistemático estruturado sobre seus portfólios e seus rendimentos para que eles se protejam mutuamente e estejam em equilíbrio. Alcançar um bom equilíbrio é a coisa mais importante.”

Portanto, é crucial para um portfólio de investimentos a diversificação e o balanço equilibrado de todos os ativos que irão fazer parte da estrutura. A combinação de ativos livres de risco com ativos com riscos, de maneira calibrada, poderá gerar um alpha** importante para os seus investimentos.

 

Rafael Meyer

Especialista e Sócio/Assessor de Investimentos – Conceito Investimentos

*Hedge Funds: São fundos de investimentos que adotam estratégias incomuns para alcançar rentabilidade superior a outros fundos de mercado (Ações, Renda Fixa e etc)

**Alpha: Mede a capacidade ou habilidade que tem o gestor para gerar valor para o fundo de investimento.

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10 perguntas para fazer a um consultor de investimentos.

Por Rafael Meyer CEA em Investidor Iniciante

04 de Janeiro de 2019

O Brasil acabou de sair da maior recessão de sua história. Pesquisas de instituições financeiras mostram que a população está confiante com o novo governo, o crescimento da economia está retomando e o juros é o mais baixo da história. O ambiente econômico é promissor e estamos com um time de experts  na área para enfrentar os desafios que teremos pela frente.

Diante disso, o investidor fica em dúvida onde investir, como, através de qual instituição etc…

A partir de hoje, você terá oportunidade de entender um pouco mais sobre finanças, economia e como construir uma carteira de investimento mais adequada ao seu perfil.

Para começar, você irá aprender nos parágrafos a seguir quais perguntas você deve fazer para o seu consultor de investimentos.

10 perguntas para fazer a um consultor de investimentos.

Poupar e escolher a melhor opção para rentabilizar a sua reserva pode parecer uma tarefa difícil, já que você tem pouco tempo para pesquisar sobre os melhores ativos financeiros.

Então, o que fazer para rentabilizar seus recursos de uma maneira mais adequada ao seu perfil, sem precisar se preocupar em saber qual o impacto da redução da taxa de juros nos títulos públicos federais e na bolsa de valores, e como esse cenário irá impactar os seus investimentos? (A não ser que você tenha tempo e vontade de estudar)

Uma solução é buscar a ajuda de um profissional especialista em investimentos.

Com o intuito de ajudar você a encontrar um consultor de investimentos ideal para que você alcance seus objetivos. Reuni, abaixo, 10 perguntas cruciais para o sucesso de seu plano de investimento:

1)   Quais serviços você oferece? Os serviços oferecidos podem depender de uma série de fatores, incluindo credenciais, licenças e áreas de especialização. Alguns conduzem o planejamento financeiro sozinhos e não vendem produtos financeiros. Outros só podem gerenciar ativos.

2)   Qual a sua experiência? Descubra quanto tempo o conselheiro tem de prática e onde já atuou. Pergunte também se possui certificações profissionais, licenças ou designações. Algumas certificações / associações incluem: certificação CFP® da Certified Financial Planner Board of Standards, Chartered Financial Analyst (CFA), as certificações da ANBIMA, CPA-10, CPA-20, CEA e CGA e da ANCORD de Agente Autônomo de Investimentos (AAI).

3)   Qual é a sua abordagem de planejamento financeiro e de investimento? Alguns conselheiros preferem desenvolver um plano holístico que reúna todos os seus objetivos financeiros. Outros fornecem conselhos sobre áreas específicas, conforme necessário. Certifique-se de que o ponto de vista do consultor no investimento não seja nem cauteloso nem excessivamente agressivo para sua tolerância ao risco.

4)   Qual foi a pior decisão de investimento tomada por você durante os últimos anos, e como você reverteu a situação?

5)   Você pode fornecer três referências de investimentos bem-sucedidos? Pergunte sobre os clientes atuais, cujos objetivos e finanças combinem com os seus próprios.

6)   Quais são as taxas cobradas pelos investimentos que você me sugeriu? É muito importante perguntar sobre a taxa de administração, especificamente, pois em alguns casos, ela pode variar bastante de uma instituição para outra, o que afetará diretamente a rentabilidade do seu investimento.

7)    Existe alguma coisa em seu registro regulatório que eu deveria saber? Conduza as verificações de antecedentes sobre o profissional que você pode contratar visitando os sites da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), bem como o Conselho de Administração da CFP.

8)   Com que frequência nós interagiremos? O que você deve esperar em termos de frequência de comunicação verbal, escrita e em pessoa? Pergunte se o conselheiro permanecerá como seu principal contato.

9)   Como vou pagar pelos seus serviços? O conselheiro deve indicar claramente por escrito como ele será pago pelos serviços prestados. Os três métodos básicos são: tarifas baseadas em uma taxa variável ou fixa; taxas com base em uma porcentagem do valor do seu portfólio, geralmente denominado “Ativos sob gerenciamento”, e comissões pagas por transação. Com que frequência você espera investir, e a maneira com que você deseja que seu dinheiro seja pro-ativamente gerenciado, ajudará a determinar qual modelo funciona melhor para você.

10) PERGUNTE-SE: eu gosto dessa pessoa? Você está prestes a entrar em um relacionamento íntimo que espero que dure muito tempo. Se você tiver alguma reserva, vá em frente. Há muitos conselheiros qualificados que desejam ajudá-lo.

Surgiu alguma dúvida?

Entre em contato comigo.

Rafael Meyer – CEA, AAI

Assessor de Investimentos

Conceito Investimentos

rafaelmeyer@conceitoinvest.com.br

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10 perguntas para fazer a um consultor de investimentos.

Por Rafael Meyer CEA em Investidor Iniciante

04 de Janeiro de 2019

O Brasil acabou de sair da maior recessão de sua história. Pesquisas de instituições financeiras mostram que a população está confiante com o novo governo, o crescimento da economia está retomando e o juros é o mais baixo da história. O ambiente econômico é promissor e estamos com um time de experts  na área para enfrentar os desafios que teremos pela frente.

Diante disso, o investidor fica em dúvida onde investir, como, através de qual instituição etc…

A partir de hoje, você terá oportunidade de entender um pouco mais sobre finanças, economia e como construir uma carteira de investimento mais adequada ao seu perfil.

Para começar, você irá aprender nos parágrafos a seguir quais perguntas você deve fazer para o seu consultor de investimentos.

10 perguntas para fazer a um consultor de investimentos.

Poupar e escolher a melhor opção para rentabilizar a sua reserva pode parecer uma tarefa difícil, já que você tem pouco tempo para pesquisar sobre os melhores ativos financeiros.

Então, o que fazer para rentabilizar seus recursos de uma maneira mais adequada ao seu perfil, sem precisar se preocupar em saber qual o impacto da redução da taxa de juros nos títulos públicos federais e na bolsa de valores, e como esse cenário irá impactar os seus investimentos? (A não ser que você tenha tempo e vontade de estudar)

Uma solução é buscar a ajuda de um profissional especialista em investimentos.

Com o intuito de ajudar você a encontrar um consultor de investimentos ideal para que você alcance seus objetivos. Reuni, abaixo, 10 perguntas cruciais para o sucesso de seu plano de investimento:

1)   Quais serviços você oferece? Os serviços oferecidos podem depender de uma série de fatores, incluindo credenciais, licenças e áreas de especialização. Alguns conduzem o planejamento financeiro sozinhos e não vendem produtos financeiros. Outros só podem gerenciar ativos.

2)   Qual a sua experiência? Descubra quanto tempo o conselheiro tem de prática e onde já atuou. Pergunte também se possui certificações profissionais, licenças ou designações. Algumas certificações / associações incluem: certificação CFP® da Certified Financial Planner Board of Standards, Chartered Financial Analyst (CFA), as certificações da ANBIMA, CPA-10, CPA-20, CEA e CGA e da ANCORD de Agente Autônomo de Investimentos (AAI).

3)   Qual é a sua abordagem de planejamento financeiro e de investimento? Alguns conselheiros preferem desenvolver um plano holístico que reúna todos os seus objetivos financeiros. Outros fornecem conselhos sobre áreas específicas, conforme necessário. Certifique-se de que o ponto de vista do consultor no investimento não seja nem cauteloso nem excessivamente agressivo para sua tolerância ao risco.

4)   Qual foi a pior decisão de investimento tomada por você durante os últimos anos, e como você reverteu a situação?

5)   Você pode fornecer três referências de investimentos bem-sucedidos? Pergunte sobre os clientes atuais, cujos objetivos e finanças combinem com os seus próprios.

6)   Quais são as taxas cobradas pelos investimentos que você me sugeriu? É muito importante perguntar sobre a taxa de administração, especificamente, pois em alguns casos, ela pode variar bastante de uma instituição para outra, o que afetará diretamente a rentabilidade do seu investimento.

7)    Existe alguma coisa em seu registro regulatório que eu deveria saber? Conduza as verificações de antecedentes sobre o profissional que você pode contratar visitando os sites da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), bem como o Conselho de Administração da CFP.

8)   Com que frequência nós interagiremos? O que você deve esperar em termos de frequência de comunicação verbal, escrita e em pessoa? Pergunte se o conselheiro permanecerá como seu principal contato.

9)   Como vou pagar pelos seus serviços? O conselheiro deve indicar claramente por escrito como ele será pago pelos serviços prestados. Os três métodos básicos são: tarifas baseadas em uma taxa variável ou fixa; taxas com base em uma porcentagem do valor do seu portfólio, geralmente denominado “Ativos sob gerenciamento”, e comissões pagas por transação. Com que frequência você espera investir, e a maneira com que você deseja que seu dinheiro seja pro-ativamente gerenciado, ajudará a determinar qual modelo funciona melhor para você.

10) PERGUNTE-SE: eu gosto dessa pessoa? Você está prestes a entrar em um relacionamento íntimo que espero que dure muito tempo. Se você tiver alguma reserva, vá em frente. Há muitos conselheiros qualificados que desejam ajudá-lo.

Surgiu alguma dúvida?

Entre em contato comigo.

Rafael Meyer – CEA, AAI

Assessor de Investimentos

Conceito Investimentos

rafaelmeyer@conceitoinvest.com.br