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Vem Dançar

por Jéssica Welma e Meillyne Gomes

Ballet Goretti Quintela apresenta “A Bela Adormecida”, hoje e amanhã, no Theatro Via Sul

Por Meillyne Gomes em Ballet Clássico, Espetáculo

15 de novembro de 2017

A Escola de Ballet Goretti Quintela apresenta o espetáculo “A Bela Adormecida” hoje (15) e quinta-feira (16) no Theatro Via Sul. A apresentação, em comemoração aos 41 anos da escola, acontece às 19h com vendas de ingressos na bilheteria do theatro.

Através da dança, o público poderá conferir uma nova versão do clássico infantil.

Fazem parte da história a Fada má Carabose, Fada Lilás, Fadas do Reino, Princesa Florine e seu amado Pássaro Azul, além de Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Mau, Cinderela e seu príncipe, o Gato de Botas, a linda Aurora e seu eterno príncipe Désiré.  Os personagens imortais deste clássico finalizam o espetáculo em grande festa de celebração ao casamento da Princesa Aurora com o Príncipe Désiré.

A apresentação promete muita emoção e magia!

 Goretti Quintela

A Escola de Ballet Goretti Quintela foi fundada em 1976, pela Professora, Bailarina e Coreógrafa Goretti Quintela. São duas sedes em funcionamento, a Sede I no bairro Jacarecanga e a sede II na Cidade dos Funcionários, com turmas de Ballet Clássico, Jazz, Teatro, Dança de Salão, Treinamento Funcional e outras.

Serviço

Espetáculo A Bela Adormecida

Local: Teatro Via Sul Shopping

Dias: 15/11 e 16/11

Horário: 19h

Venda de Ingressos e mais informações:

(85) 3271.4449 (Escola de Ballet Goretti Quintela – sede II)

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Vai ter aulão gratuito de funk, reggae do passinho, vogue e swingueira no Porto Iracema das Artes

Por Meillyne Gomes em Oficinas

18 de agosto de 2017

As batidas do funk, do reggae do passinho, do vogue e da swingueira vão invadir o Porto Iracema das Artes. (Foto: Porto Iracema das Artes)

As batidas do funk, do reggae do passinho, do vogue e da swingueira vão invadir o Porto Iracema das Artes. (Foto: Porto Iracema das Artes)

As batidas do funk, do reggae do passinho, do vogue e da swingueira vão invadir o Porto Iracema das Artes nesta sexta-feira (18)! Vai ocorrer um aulão dos ritmos das 16h às 20h, no pátio do Porto. O acesso é gratuito e aberto a todos os interessados. O evento faz parte da programação de aniversário de quatro anos da escola.

A iniciativa é do projeto Afrontamento, do Laboratório de Dança 2017, em parceria com artistas das periferias da cidade. No grupo, é desenvolvida uma pesquisa sobre o conceito de corpo roleta-russa. Essa roleta-russa é entendida a partir das experiências que os negros vivenciam no cotidiano.

Como, a partir do potencial expressivo do corpo negro, a gente pode pensar esse afrontamento? Essa foi a pergunta que deu início ao projeto que faz o encontro de diversas linguagens artísticas.

O projeto é composto pelos artistas Wellington Gadelha (dança), Darwin Marinho (audiovisual) e Aline Furtado (fotografia). “A aula surge com o propósito de afirmar que existem outros modos de fazer e pensar a dança, em outros espaços da cidade além do circuito dado das artes em Fortaleza”, destaca Gadelha.

Criminalização do funk

Um projeto de lei no Senado pretende criminalizar o funk como “crime contra a criança, o menor adolescente e a família”. A proposta teve 21.985 assinaturas, superando as 20.000 necessárias para o envio da proposta à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa. A próxima etapa é entrar na pauta dos senadores, podendo vir a ser efetivada como lei.

Para Wellington Gadelha, essa é uma tentativa de criminalizar as expressões negras artísticas das periferias. “Porque se a gente pensar no espaço de funk e de outros estilos que são fundamentais na expressividade artística das ‘quebradas’, o espaço é de socialização, protesto e manifestação da população negra. A proposta quer reforçar o aniquilamento das juventudes, das periferias e da população negra”, defende.

Serviço
Aula aberta de funk, reggae do passinho, swingueira e vogue.
Quando: sexta-feira, 18, das 16h às 20h
Local: Pátio da escola Porto Iracema das Artes
Acesso gratuito

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Kiev Ballet, uma das maiores companhias de dança do mundo, fará apresentação gratuita em Sobral

Por Jéssica Welma em Ballet Clássico

09 de agosto de 2017

Turnê do Kiev Ballet fará única apresentação no Ceará, em Sobral. (Foto: Divulgação)

Turnê do Kiev Ballet fará única apresentação no Ceará, em Sobral. (Foto: Divulgação)

O Ballet da Ópera Nacional da Ucrânia, mundialmente conhecido como Kiev Ballet, fará apresentação gratuita no dia 27 de agosto em Sobral, na Região Norte do Ceará. Comemorando os 150 anos da companhia, o balé da Ucrânia traz para o Brasil um tributo a um dos maiores compositores da humanidade, Piotr Ilich Tchaikovsky, com os clássicos “O Lago dos Cisnes” e “A Bela Adormecida“.

A única apresentação em Sobral acontecerá no Arco de Nossa Senhora de Fátima, às 18 horas. As inscrições para participar do momento único na cidade começaram dia 8 de agosto e seguem enquanto houver vagas. Para se inscrever, basta entrar no site da Prefeitura de Sobral.

Leia também: Bailarino do Ceará é aprovado em tradicional seleção do Bolshoi

Entre os dias 17 e 24 de agosto, quem tiver efetuado a inscrição poderá retirar a pulseira de acesso no ginásio poliesportivo Doutor Plínio Pompeu, das 14h às 20h, mediante a doação de um brinquedo em bom estado e de apresentação de documento oficial com foto. As pulseiras não retiradas na data serão reofertadas ao público. Não haverá entrega de pulseiras na data do evento.

A turnê do Kiev Ballet se inicia no Brasil dia 16 de agosto em São Paulo, passando também por Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Espírito Santo, Brasília e Cuiabá.

Em destaque, estão na turnê brasileiras os solistas Kateryna Kozachenko, Jan Vaña, Taiana Golyakova, Stanislav Olshanskyi e Anastasiia Shevchenko, além do corpo de baile.

Kiev Ballet
Através da arte, o Kiev Ballet superou o tempo e se consagrou uma das maiores companhias de dança do mundo. Tem como sede e origem o Teatro de Ópera da Ucrânia, inaugurado em 1867, onde iniciou como um pequeno grupo de bailarinos que se apresentavam nas danças folclóricas e balés das óperas locais.

No início do século XX, teve importante impulso com a chegada de bailarinos dos Balés Russos de Paris, que fugiam da Primeira Guerra Mundial. Desde então, começou a diversificar seu repertório e formar bailarinos de nível internacional.

Após a independência da Ucrânia em 1990, o Kiev Ballet estende suas apresentações à América do Norte e Ásia, além de toda a Europa, se consolidando e sendo reconhecido como uma das principais companhias de balé clássico do mundo. Comemorando 150 anos, o ballet chega ao Brasil com programação especial.

Leia também: “Não há idade certa para dançar”: um bate-papo com duas bailarinas pós-50 anos

“Tributo a Tchaikovsky”

O Lago dos Cisnes
Composto originalmente por Piotr Ilitch Tchaikovsky em 1876 em Paris, O Lago dos Cisnes é considerada a primeira música composta por um compositor de sinfonias e concertos em vez de um compositor especialista em música para balé, como era o comum na época.

A obra é sobre a história do jovem Príncipe Siegfried, que se apaixona por Odette, uma rainha transformada em cisne por um feiticeiro malvado. Odette explica a Siegfried que ela está condenada permanecer como cisne até ser resgatada por um homem que jure amor eterno a ela. Depois de percalços, o príncipe consegue destruir o feitiço, transformar sua amada novamente em mulher e juntos, viverem felizes para sempre.

Em 1894, o príncipe Ivan Alexandrovich, então diretor do Teatro Mariinsky de São Petersburgo, decide homenagear Tchaikovsky, que havia falecido um ano antes, criando uma nova versão de ‘O Lago dos Cisnes’. Marius Petipa, que era o principal maître de ballet do Teatro Mariinsky, foi encarregado desta vez de fazer a coreografia. Devido ao sucesso do lirismo e beleza da coreografia, em janeiro de 1895, vai à cena a obra completa, 4 atos. Com o passar dos anos, “O Lago dos Cisnes” tornou-se o mais popular de todos os balés.

A Bela Adormecida
É um balé de um prólogo e três atos do compositor russo Tchaikovsky, o libreto de Marius Petipa e Ivan Vsevolojsky, e coreografia de Marius Petipa baseado no conto de fadas do escritor francês Charles Perrault. Sua estréia ocorreu no Teatro Mariinsky em São Petersburgo no dia 5 de janeiro de 1890. Tchaikovsky escreveu a obra entre o período do ano de 1888 à 1889.

Serviço
Dia: 27 de Agosto (Domingo)
Horário: 18h
Local: Arco de Nossa Senhora de Fátima
Classificação Etária: Livre
Entrada Franca
Outras informações pelo fone: 88 – 3677.1227 ou cultura@sobral.ce.gov.br

 

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Bailarino do Ceará é aprovado em tradicional seleção do Bolshoi

Por Jéssica Welma em Ballet Clássico

04 de agosto de 2017

Israel Mendes em apresentação na Mostra Competitiva do Festival de Dança de Joinville. (Foto cedida pelo Studio de Dança Mainara Albuquerque/Autor não identificado)

Israel Mendes em apresentação na Mostra Competitiva do Festival de Dança de Joinville. (Foto cedida pelo Studio de Dança Mainara Albuquerque/Autor não identificado)

O bailarino cearense Israel Mendes, 15 anos, foi aprovado na tradicional Audição da Escola Bolshoi Brasil, durante o Festival de Dança de Joinville. No total, 430 candidatos concorreram a uma das vagas da instituição, para o curso de dança clássica, mas apenas oito foram selecionados. O resultado final foi divulgado no final de julho.

Israel é bailarino do Studio de Dança Mainara Albuquerque há pouco mais de um ano e tem se destacado nas competições de que participa. Morador do bairro São José, na periferia de Fortaleza, Israel conheceu a dança aos seis anos através de projetos sociais. Desde então, sentia que queria aprender cada vez mais sobre essa arte.

> Leia também: Grupos cearenses são aprovados para competição de dança em Joinville

Após se desenvolver na dança contemporânea, no hip hop e em outras modalidades, Israel só conheceu o ballet clássico em 2016, quando decidiu procurar o Studio de Dança Mainara Albuquerque. Quando teve contato com a técnica e o trabalho aprofundado do ballet, ele teve certeza de que era a carreira de bailarino profissional a que seguiria, conta.

Em um ano, o adolescente já soma 15 premiações, muitos “primeiros lugares”, “bailarino destaque”, “bailarino revelação”, dentre outros. Em 2017, ele foi selecionado para se apresentar na Mostra Competitiva do Festival de Dança de Joinville, uma das seleções mais rigorosas no País. Lá, recebeu elogios dos jurados e conseguiu o maior feito de sua vida até hoje: ser aprovado para o Bolshoi Brasil, a única filial da escola russa no mundo.

Israel Mendes e Thamires Gomes no Fendafor 2017. (Foto: Jéssica Welma)

Israel Mendes e Thamires Gomes no Fendafor 2017. (Foto: Jéssica Welma)

“Fiquei em choque, fiquei muito surpreso. Era um grande sonho e estou extremamente feliz”, diz Israel sobre o resultado.

Histórico no Bolshoi

Essa é a segunda vez que a diretora do Studio de Dança e professora de Israel, Mainara Albuquerque, aprova um bailarino no Bolshoi Brasil. O primeiro foi o bailarino Ruan Sá, que se formou em 2014.

“É a maior escola de ballet clássico no mundo e a unica filial fora da Rússia. É um sentimento de grandeza, de crescimento, de saber que estou no caminho certo do meu trabalho. Dá uma dor no coração, porque talvez seja mais um bailarino que eu deixe aqui (no Bolshoi). A gente se apega muito como mãe, mas sempre visando o que vai ser melhor para ele. É  uma resposta que paga tudo o que a gente faz pela dança”, afirma Mainara.

Referência no ensino do ballet clássico no Ceará, Mainara destaca que não há como estabelecer um prazo para um bailarino ter destaque na dança, mas reconhece que a evidência de Israel veio antes do esperado e de forma acelerada. “Em tudo na vida, a gente só fica bom com muita repetição”, pontua. O que não faltou a Israel nas horas que passava na escola de dança.

“Em primeiro lugar um bailarino tem que ter talento, tem que ter dom. É muito trabalho diário, são várias horas, machuca o corpo. No caso das meninas, machuca pé muito por causa da sapatilha de ponta. Tem que ser uma determinação e um foco imensos, não se desestimular diante das decepções, diante das perdas”, ressalta.

Inspirado em grandes nomes do ballet, como o brasileiro Cícero Gomes e o russo Ivan Vasiliev, Israel sobe os degraus no palco da vida em busca de seus grandes sonhos. Do Ceará, ficamos todos na torcida.

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Batemos um papo com a diretora artística do Fendafor, Atenita Kaira: “como agregar o público infantil?”

Por Jéssica Welma em Entrevista

13 de julho de 2017

Crianças deram um show à parte no festival. (Foto: Jéssica Welma)

Crianças deram um show à parte no festival. (Foto: Jéssica Welma)

De 28 de junho a 8 de julho, Fortaleza respirou ares de dança com a 17a edição do Festival Internacional de Dança de Fortaleza, o Fendafor. Mais de 2,6 mil bailarinos de diversas partes do Brasil passaram pelos palcos do evento e mostraram trabalhos impecáveis.

O Blog Vem Dançar bateu um papo com a diretora artística do Fendafor, a bailarina, professora e coreógrafa Atenita Kaira. Filha da idealizadora e diretora do Fendafor, Janne Ruth, Kaira nasceu na dança e abraçou a missão de fortalecer o trabalho iniciado pela mãe.

> Leia também: Maior festival do Ceará, Fendafor inicia maratona de 12 dias de dança em Fortaleza

Kaira destaca que a surpresa dessa edição foi o público infantil. Quem esteve presente nas apresentações e mostras competitivas pode se encantar, de fato, com a desenvoltura dos pequeninos. E já que, quando se descobre o amor pela dança, é difícil largá-la, em 2018 o espaço para as crianças deve ser reforçado no evento.

Atenita Kaira é diretora artística do Fendafor. (Foto: Reprodução/Facebook)

Atenita Kaira é diretora artística do Fendafor. (Foto: Reprodução/Facebook)

Blog Vem Dançar – O que mudou em 17 anos de Fendafor?

Atenita Kaira – Primeiramente a quantidade de grupos que se desenvolveu no Estado. Começamos com três dias de festival, então era um grupo muito reduzido de bailarinos que participavam. Hoje, temos 12 dias de festival. O Fendafor se expandiu pela demanda. A gente viu que a cada ano tinha grupo novo. A mudança maior é dos próprios grupos. Hoje há grupos que já têm uma carreira fantástica, trabalham profissionalmente, mas que um dia começaram com um grupo infantil no palco do Theatro (José de Alencar).

Blog Vem Dançar – O Fendafor conta com apoio de entes públicos, mas é suficiente para o evento? Todo ano é um novo desafio?

Atenita Kaira – Já vi diversas vezes a mãe (Janne Ruth) dizer: “Como a gente vai fazer o festival esse ano, ninguém conseguiu verba, não sei como vai ser?”. Temos a competição que ajuda nesse suporte financeiro porque, se não fosse assim, se tivéssemos só o orçamento público, seria complicado pela crise financeira e por outras razões – não sei quais – o festival não é tão valorizado. Todo ano a gente passa por problemas em relação a esse repasse de verbas.

A dança ainda é vista como diversão, quando, na verdade, a maioria das pessoas que estão aqui trabalham e vivem de dança

Fendafor 2017. Foto: Jéssica Welma

Blog Vem Dançar – O que acha que poderia ser feito pelos grupos, pelos festivais?

Atenita Kaira – Incentivo (do) Estado, (do) município, federal. Infelizmente não se trabalha sem dinheiro, não tem como. A dança ainda é vista como diversão, quando, na verdade, a maioria das pessoas que estão aqui trabalham e vivem de dança. Como viver de algo que não te dá nenhum retorno financeiro? É lindo, é maravilhoso, é cultural, é artístico, enche os olhos, mas a parte financeira, o incentivo, é importantíssimo.

Blog Vem Dançar – Como é levar a dança para o grande público? 

Atenita Kaira – Como o festival cresceu muito, o público também cresceu. Cresce naturalmente porque as escolas cresceram também. Uma escola que vem aqui dançar, é ela e a família dela, a família convida os amigos. Quem não tem envolvimento com a dança, com o mundo artístico, de certa forma não se interessa. Mas o público está grande porque tem muita gente participando. Mas considerando o tamanho da nossa cidade, ainda é pequeno.

Blog Vem Dançar – Quais as expectativas para os próximos festivais?

Atenita Kaira – Novidade todo ano tem, mas é algo que fica em sigilo entre a gente. O que a gente espera é que seja sempre melhor, (espera) aumentar mais dias, trazer novos grupos, principalmente o público infantil que tem crescido de uma forma absurda, que a gente não tem tido nem controle. A gente sempre espera o crescimento, mas esse ano foi muito grande e a gente ficou um pouco sem controle de onde colocar tanta gente, então isso é algo que a gente já pensa para o próximo ano, como agregar mais o público infantil.

As crianças fazem a festa… e realizam o sonho de dançar no palco do maior festival do Ceará: #FENDAFOR2017

Posted by Festival – FENDAFOR CEARÁ on Saturday, July 1, 2017

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Cia Michelle Borges apresenta espetáculo inspirado em Madonna no Fendafor

Por Jéssica Welma em Espetáculo

28 de junho de 2017

Espetáculo "35 Dólares" (Foto: Lella Miranda/Facebook Michelle Borges)

Espetáculo “35 Dólares” (Foto: Lella Miranda/Facebook Michelle Borges)

A rainha do pop internacional, Madonna, é a inspiração do espetáculo “35 Dólares” da Cia Michelle Borges, que será apresentado nesta quarta-feira, 28, às 19 horas, no 17° Festival Internacional da Dança de Fortaleza, o Fendafor.

A Cia é convidada para abrir a Mostra Internacional Avançada e leva aos palcos do Theatro José de Alencar uma discussão sobre contrastes e tabus, inspirada na obra artística da cantora, compositora, atriz e dançarina norte-americana.

Leia também: Maior festival do Ceará, Fendafor inicia maratona de 12 dias de dança em Fortaleza

“35 dólares é um espetáculo de contrastes. Representa a oposição entre coisas e pessoas. Todo mundo parece tão louco, tão do avesso, em contraste com a sanidade, que nos faz questionar se somos nós ou o resto do mundo que enlouqueceu”, apresenta a Cia.

Espetáculo "35 Dólares" (Foto: Lella Miranda/Facebook Michelle Borges)

Espetáculo “35 Dólares” (Foto: Lella Miranda/Facebook Michelle Borges)

35 dólares era o valor que Madonna tinha no bolso quando chegou em Nova Iorque para tentar a vida como dançarina. “Foi a coisa mais corajosa que eu já fiz”, já disse a diva pop. Na produção musical, clássicos adaptados como “Like a Prayer”, “Secret” e Papa Dont Preach”.

Cia Michelle Borges
Madonna não é o primeiro ícone da música pop mundial homenageado pelo grupo cearense. A Cia já incorporou na dança a biografia de Amy Winehouse, em 2016.

Fendafor
A 17a edição do Fendafor começa nesta quarta-feira e segue até o dia 8 de julho com uma série de apresentações, seminários, cursos, palestras e muito mais. O festival é o maior do Ceará e referência em valorização das mais diversas áreas da dança.

Serviço
Fendafor 2017
Espetáculo “35 Dólares” – Cia Michelle Borges
Local: Theatro José de Alencar, Centro
Data: 28 de junho, às 19 horas
Ingressos: R$ 30 inteira / R$ 15 meia
Mais informações: 85 99984-4704
Site: http://www.fendafor.com.br/

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Maior festival do Ceará, Fendafor inicia maratona de 12 dias de dança em Fortaleza

Por Jéssica Welma em Festivais

27 de junho de 2017

Cícero Gomes e Karen Mesquita apresentam o Gran Pás de Deux de “Diana e Actéon”. (Foto: Divulgação)

Cícero Gomes e Karen Mesquita apresentam o Gran Pás de Deux de “Diana e Actéon”. (Foto: Divulgação)

A 17ª edição do Festival Internacional de Dança de Fortaleza, o Fendafor, começa nesta terça-feira (27), com uma verdadeira maratona de dança em Terras Alencarinas. De 28 a 8 de julho, mais de 2,6 mil bailarinos devem passar pelos palcos do maior festival do gênero no Ceará.

A abertura acontece hoje no Cine Teatro São Luís para convidados. A estreia traz grandes nomes da dança, como os primeiros bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Cícero Gomes e Karen Mesquita; o bailarino e coreógrafo brasileiro radicado na Suíça, Marcos Bento, da Tanztheater Cia. De Dança; e a Companhia Pulsar do Maranhão, com o espetáculo “Tão Simples Assim”.

> Leia também: “Não há idade certa para dançar”: um bate-papo com duas bailarinas pós-50 anos

A data também marca a estréia de “O Quinze“, do grupo BCAD, baseado no livro da escritora cearense Raquel de Queiroz e com coreografia assinada pelo diretor e coreógrafo da Nimo Cia de Dança, Gleidson Vigne.

Durante os 12 dias de evento, o público terá acesso às mostras competitivas no Theatro José de Alencar e a oficinas, workshops, seminários e exposições nas mais diversas linguagens da dança, desde o popular ao clássico e ao contemporâneo.

Os cursos acontecerão em locais descentralizados como a Escola de Ballet Janne Ruth, Academia Lucymeire Aires, Centro de Ballet Clássico Mônica Luiza, Ballet Hugo Bianchi, Vila das Artes, Porto Iracema e Rede Cuca da Prefeitura de Fortaleza.

Mercado da Dança fica nos jardins do TJA. (Foto: Divulgação)

Mercado da Dança fica nos jardins do TJA. (Foto: Divulgação)

Mercado da Dança
Criado em 2014, o Mercado da Dança dá acesso gratuito ao público que quer conhecer o Fendafor (exceto dia 3, onde acontecerão ações nas escolas e equipamentos culturais do Governo do Ceará), e acontece nos Jardins do Theatro José de Alencar.

É a oportunidade para qualquer grupo ou bailarino que queira se apresentar no palco armado naquele local, que receberá também debates, rodas de conversa, lojas de roupas e artigos de dança, praça de alimentação e a secretaria do evento. Entre as lojas que estarão com estandes no Mercado da Dança estão Capezio, Devan e Só Dança.

Fendafor Itinerante
Em 2007, o Fendafor expandiu sua área de atuação, passando a incluir o interior do Ceará no roteiro da Dança Nacional. São mais de 16 municípios distribuídos nas macro regiões do Ceará, contemplados com a programação da versão itinerante do evento ao longo de sua trajetória.

Em 2017 já estão programadas edições nos municípios de Beberibe, Sobral e Guaramiranga.

Serviço
Fendafor 2017
Abertura: terça-feira, 27 – somente para convidados, no Cine Teatro São Luís
Programação: de 28 a 8 de julho – Theatro José de Alencar
Ingressos: Mostras Internacional, Infantil e Amadora no TJA – R$ 30 (inteira) / R$ 15 (meia)
Mostra Paralela – acesso gratuito no Centro Dragão do Mar, Rede Cuca e escolas
Mercado da dança – acesso gratuito no TJA
Site: http://www.fendafor.com.br/
Mais informações: 3452 0510

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Orgulho do Ceará: Junina Babaçu é bicampeã do São João do Nordeste

Por Meillyne Gomes em Quadrilhas Juninas

26 de junho de 2017

O grupo cearense Junina Babaçu venceu pela segunda vez consecutiva o festival São João do Nordeste. O evento aconteceu na noite deste domingo (25) e foi disputado no Sesc de Goiana, em Pernambuco, reunindo quadrilhas dos nove estados do Nordeste.

Em segundo lugar ficou a quadrilha Lumiar (PE). A Junina São João (RN), acabou na terceira colocação. Na sequência, se classificaram os grupos Santa Fé (PE) e Capelinha do Forró (BA). Competiram 10 grupos juninos em mais de 7h de apresentações.

Este ano a Junina Babaçu homenageou o Baião e os 70 anos da canção Asa Branca, no espetáculo “Baião made in Sertão”. O grupo apresenta a realidade dos anos de ouro do baião, ritmo fortemente presente nas rádios e nas casas de show das décadas de 1940 e 1950, elevando o Brasil e seus artistas em nível internacional.

Bicampeonato

A quadrilha aposta em efeitos especiais desde o primeiro festival, o que chama a atenção dos jurados e resultou na conquista do bicampeonato. Esse ano uma bailarina voou e todos puderam ver “o voo da asa branca”. Ano passado (2016) a Junina Babaçu ganhou o campeonato de quadrilhas com o tema “Boi Babaçu, o boi do Brasil”.

 

Apresentação da Junina Babaçu no São João do Nordeste, em Pernambuco:

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Edisca apresenta espetáculo “Duas Estações” no shopping RioMar Fortaleza

Por Meillyne Gomes em Edisca

23 de junho de 2017

A companhia cearense de dança Edisca apresenta uma parte do espetáculo “Duas Estações” neste domingo, dia 25. O evento vai acontecer na Praça de Eventos, Piso L1, do shopping RioMar Fortaleza (Papicu). A entrada é gratuita e começa ás 14h do domingo.

O espetáculo “Duas Estações” é a metáfora da dualidade em que nos encontramos neste nível de vida, material e espiritual, e aponta para uma transcendência, para um sentido de transformação. O cenário é o nordeste brasileiro; a cultura e o povo, os protagonistas.

A montagem é do ano 2000 e já foi apresentada 57 vezes para um público total de 57.650 pessoas. Além de apresentações em grandes capitais, como Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro, o espetáculo já foi exibido em cidades da Alemanha, Áustria e França.

Sobre a Edisca

A Escola de Desenvolvimento e Integração Social para Criança e Adolescente, a Edisca, é uma organização educacional sem fins lucrativos, sediada em Fortaleza – CE. Desde 1991 tem como missão a promoção do desenvolvimento humano de crianças e adolescentes que se encontram em situação de vulnerabilidade social, residentes em comunidades que apresentam risco para a infância e a adolescência.

           

Serviço:

Local: Praça de Eventos do Piso L1 – Shopping RioMar Fortaleza (Papicu)

Data: domingo, 25 de junho

Horário: às 14h

Entrada Gratuita

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Junina Babaçu vai representar o Ceará no São João do Nordeste

Por Meillyne Gomes em Quadrilhas Juninas

21 de junho de 2017

Foto: Whesley Melo

A quadrilha Junina Babaçu, de Fortaleza, venceu a etapa estadual do São João do Nordeste e vai representar o Ceará em Pernambuco. Com o tema: “Baião Made in Sertão”, o grupo está homenageando o Baião e os 70 anos da canção Asa Branca – de Humberto Teixeira e Luís Gonzaga.

A etapa do São João do Nordeste aconteceu no Shopping Iguatemi, nos últimos dias 17 e 18. Em segundo lugar ficou a quadrilha Filhos do Sertão (Fortaleza-CE) e, em terceiro, a quadrilha Luar do Sertão ( Sobral-CE). No total, 21 grupos do Ceará participaram do Arraiá do Nordeste.

Além de melhor quadrilha, o grupo venceu nos quesitos: Melhor Repertório, Melhor Casamento, Melhor Casal de Noivos e Melhor Rainha. O título de Melhor Marcador ficou com a quadrilha Fulô do Sertão (Senador Pompeu-CE).

São João do Nordeste

Foto: Whesley Melo

O São João do Nordeste acontecerá nos dias 24 e 25 de junho. O festival é realizado pela Rede Globo, em Pernambuco, e escolhe o melhor grupo junino da região Nordeste. A quadrilha Junina Babaçu vai representar o Ceará e concorre ao bicampeonato. Em 2016, ela foi a vencedora dessa competição.

Neste ano, o grupo apresenta a realidade dos anos de ouro do baião, ritmo fortemente presente nas rádios e nas casas de show das décadas de 1940 e 1950, elevando o Brasil e seus artistas em nível internacional.

 

 

Apresentação da Junina Babaçu na etapa estadual do São João do Nordeste:

 

 

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Junina Babaçu vai representar o Ceará no São João do Nordeste

Por Meillyne Gomes em Quadrilhas Juninas

21 de junho de 2017

Foto: Whesley Melo

A quadrilha Junina Babaçu, de Fortaleza, venceu a etapa estadual do São João do Nordeste e vai representar o Ceará em Pernambuco. Com o tema: “Baião Made in Sertão”, o grupo está homenageando o Baião e os 70 anos da canção Asa Branca – de Humberto Teixeira e Luís Gonzaga.

A etapa do São João do Nordeste aconteceu no Shopping Iguatemi, nos últimos dias 17 e 18. Em segundo lugar ficou a quadrilha Filhos do Sertão (Fortaleza-CE) e, em terceiro, a quadrilha Luar do Sertão ( Sobral-CE). No total, 21 grupos do Ceará participaram do Arraiá do Nordeste.

Além de melhor quadrilha, o grupo venceu nos quesitos: Melhor Repertório, Melhor Casamento, Melhor Casal de Noivos e Melhor Rainha. O título de Melhor Marcador ficou com a quadrilha Fulô do Sertão (Senador Pompeu-CE).

São João do Nordeste

Foto: Whesley Melo

O São João do Nordeste acontecerá nos dias 24 e 25 de junho. O festival é realizado pela Rede Globo, em Pernambuco, e escolhe o melhor grupo junino da região Nordeste. A quadrilha Junina Babaçu vai representar o Ceará e concorre ao bicampeonato. Em 2016, ela foi a vencedora dessa competição.

Neste ano, o grupo apresenta a realidade dos anos de ouro do baião, ritmo fortemente presente nas rádios e nas casas de show das décadas de 1940 e 1950, elevando o Brasil e seus artistas em nível internacional.

 

 

Apresentação da Junina Babaçu na etapa estadual do São João do Nordeste: