outubro 2018 - Vagas Online 
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Vagas Online

por Márcia Catunda

outubro 2018

MINHA PROFISSÃO ACABOU: E AGORA?

Por Márcia Catunda em Artigo

31 de outubro de 2018

Thiago Alencar Alves- Gestor de Recursos Humanos da Gomes de Matos Consultores Associados 

O trabalho e tudo relacionado a ele está mudando drasticamente. Novas tecnologias, maior expectativa de vida e novas profissões tem exigido uma verdadeira revolução na forma como trabalhamos hoje. Segundo um estudo de 2016 da Universidade de Oxford, 47% dos empregos desaparecerá em 20 anos, tanto em vagas operacionais como em cargos de liderança e novas demandas por especialistas, para atender as necessidades dos negócios da nova economia, vem exigindo novas habilidades.

O impacto ocasionado no emprego tem como grande responsável a tecnologia, uma vez que ela será capaz de oferecer soluções cada vez mais baratas e eficientes para substituir a força de trabalho humana. Para se ter uma ideia deste impacto, um estudo de 2017 da Robert Half aponta que 74% dos empregos em transporte e armazenamento serão afetados e 56% das vagas da indústria podem desaparecer.

As profissões que correm o maior risco de tornarem-se obsoletas são aquelas mais operacionais e administrativas com atividades intelectualmente repetitivas e que exigem pouco grau de interação. Elas têm tendência maior de deixarem de existir em virtude da tecnologia ser capaz de automatizá-las com o uso de robôs. Em 2016 uma empresa com sede em Taiwan, a maior do mundo na fabricação de componentes eletrônicos e de computadores, substituiu 60 mil empregados por robôs.

O que a princípio ainda não corre tanto risco de extinção são as atividades que exigem elevado grau de interação ou “inteligência social”. Elas têm apenas 23% de chance de automação, segundo a pesquisa. Neste tipo de emprego incluem-se professores, assistentes sociais, coordenadores de equipes, terapeutas, psicólogos, etc.

Ainda é incerto o que o impacto de todas estas transformações irá ocasionar, mas é ponto pacífico entre os especialistas que os profissionais de hoje devem repensar suas carreiras, abrindo espaço para novas possibilidades. De acordo com o relatório do Fórum Econômico Mundial sobre o futuro do trabalho deste ano, em muitas indústrias e países, algumas das principais ocupações ou especialidades de hoje não existiam há 10 anos ou mesmo há cinco anos.

Estudos apontam que 65% das crianças que entram no primário hoje, estarão no futuro trabalhando em atividades complemente novas. Já é possível ver, nos anúncios de vagas de emprego, profissões como cientista de dados, perito digital, coordenador de robôs, gestor de equipes móveis, etc.

Os profissionais do futuro deverão buscar o desenvolvimento de competências que atendam as exigências das novas profissões, uma vez que a tecnologia tenderá a criar mais trabalho do que eliminar. 56% dos novos postos de trabalho são para realizar funções recém-criadas, segundo recente estudo da consultoria Mckinsey. São profissões como especialistas em inteligência artificial, internet das coisas, segurança cibernética, redes sociais, startups, robótica, etc. São profissões cujo salário vem aumentando consideravelmente, enquanto o salário de funções tradicionais tende a encolher no futuro.

O relatório “A Future of Jobs for All” do Fórum Econômico Mundial deste ano evidencia ainda a necessidade de atualização das habilidades dos profissionais, chamando de “revolução de reskilling”, ou revolução da requalificação em tradução livre do inglês, e aponta algumas dicas práticas aos profissionais que desejam se destacar, tais como identificar e adquirir habilidades que estão em alta na atual área ou na área que o profissional deseja atuar, fortalecer as habilidades interpessoais, comunicacionais, colaborativas, além da inteligência emocional. Criar uma rede de contatos consistente de forma online, além de considerar novas maneiras de trabalho como freelancer, autônomo e remoto. Aprender de forma contínua para o desenvolvimento pessoal, internalizando o aprendizado ao longo da vida são caminhos viáveis para uma adequação mais confortável a esta revolução iniciada.

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Com foco na alta estação, Beach Park tem 290 vagas temporárias abertas

Por Márcia Catunda em Ensino Médio

31 de outubro de 2018

Durante os meses de férias escolares (janeiro, julho e dezembro), a procura por passagens, voos e reservas em hotéis aumenta consideravelmente. Por isso, para o verão de 2019, o Beach Park irá contratar 290 novos funcionários, que passarão por processo de seleção para diversos cargos temporários disponíveis.

As seleções foram iniciadas em outubro, seguem até o dia 20 de novembro e podem ser feitas através do Banco de Talentos online da empresa, com cadastro de currículo no site do Beach Park. Entre as funções disponíveis, estão a de consultor de turismo, instrutor de brinquedo, serviços gerais, churrasqueiro, atendente, caixa, garçom e cumim, entre outros.

Os funcionários atuarão de dezembro a fevereiro e não precisam ter experiência na área. “Geralmente, para vagas que não exijam formação ou conhecimento técnico prévio, damos preferência a pessoas que procuram seu primeiro emprego, gerando oportunidades para os jovens da nossa região”, explicou a coordenadora de Recursos Humanos do Beach Park, Selma Freitas.

Além disso, há possibilidade de efetivação na empresa após o mês de fevereiro, a depender do número de vagas disponíveis e do comprometimento e evolução do colaborador durante o período como temporário. Na última alta, 23% dos funcionários temporários foram efetivados, um número 5% maior do que o de 2017. “Nós proporcionamos a oportunidade da pessoa mostrar o seu melhor aqui, pois desenvolver pessoas também faz parte de nossas premissas enquanto gestores”, completa Selma.

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Atendente de Vendas

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