vin diesel Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

vin diesel

Crítica: “Guardiões da Galáxia Vol. 2” é grandioso e tão divertido quanto o anterior

Por Thiago Sampaio em Crítica

03 de Maio de 2017

Foto: Divulgação

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Quando “Guardiões da Galáxia” (Guardians of the Galaxy, 2014) chegou aos cinemas, poucos conheciam aqueles personagens esquisitos do Universo Cinematográfico Marvel. Mas tamanha despretensão do produto foi o seu maior triunfo, transformando a carismática equipe, embalada por uma trilha sonora repleta de hits dos anos 70 e 80, em um sucesso absoluto.

Repetir a fórmula numa inevitável continuação sem soar repetitivo por causa da ausência do fator surpresa não era uma missão fácil. Mas a sorte é que eles têm James Gunn na direção, um nerd que entende bem onde está mexendo e faz de “Guardiões da Galáxia Vol.2” (Guardians of the Galaxy Vol.2, 2017) algo maior e, se não melhor, tão eficiente quanto o seu antecessor.

A trama se passa seis meses após o primeiro filme. Os Guardiões da Galáxia são contratados por Ayesha, líder da raça Soberana, para proteger valiosas baterias de um monstro em troca da irmã de Gamora, Nebulosa. Enquanto isso, o eles têm que lutar para manter sua recém-descoberta família unida enquanto desvendam o mistério da real ascendência de Peter Quill.

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Crítica: “Velozes e Furiosos 8” é exagerado e repetitivo

Por Thiago Sampaio em Crítica

17 de Abril de 2017

Foto: Divulgação

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Já citei aqui em resenhas de episódios anteriores de “Velozes & Furiosos” que não importa o que aconteça, a franquia já conquistou o seu público alvo e, por isso, é garantia de dinheiro no caixa. Não interessa se não tem história a ser contada, ela é a menina dos olhos da Universal Studios e, tendo carros tunados garantindo cenas de ação grandiosas, teremos quantos filmes derem na telha. Mantendo a “ideologia” de entregar situações cada vez mais exageradas, “Velozes & Furiosos 8” (The Fate of the Furious, 2017) cumpre o dever e garante a diversão aos que vão às salas de cinema já sabendo o que está por vir.

Na trama, Dom (Vin Diesel) e Letty (Michelle Rodriguez) estão curtindo a lua de mel em Havana, mas a súbita aparição de Cipher (Charlize Theron) atrapalha os planos do casal. Ela logo arma um plano para chantagear Dom, de forma que ele traia seus amigos e passe a ajudá-la a obter ogivas nucleares. Tal situação faz com Letty reúna os velhos amigos, que agora precisam enfrentar o antigo companheiro.

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Crítica: “xXx: Reativado” falha feio ao tentar repetir a auto-paródia do original

Por Thiago Sampaio em Crítica

31 de Janeiro de 2017

Foto: Divulgação

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Quando “Triplo X” (xXx, 2002) foi lançado, a proposta era fazer uma espécie de paródia dos filmes de espionagem, que têm como ícone máximo a franquia 007. O charme ficava de lado, dando vez aos músculos e os esportes radicais. A ideia também era potencializar a imagem de astro de ação de Vin Diesel, que vinha do sucesso “Velozes e Furiosos” (The Fast and the Furious, 2001). De lá para cá, o ator buscou rumos diferentes, tentou comédia (“Operação Babá”, 2005), trabalhou com Sidney Lumet (“Sob Suspeita”, 2006), até perceber que a fonte da fortuna eram mesmo essas franquias tunadas.

Se os longas dos carros envenenados já vão para o oitavo episódio e Diesel ganhou autonomia para mandar e desmandar, 15 anos depois ele retorna para o outro produto com a mesma intenção. Acontece que o resultado de “xXx: Reativado” (xXx: Return of Xander Cage, 2017) é tão desagradável que dificilmente vai ganhar vida longa.

A trama, ultra criativa, é essa: Xander Cage (Vin Diesel) desiste de sua aposentadoria quando Xiang (Donnie Yen), um guerreiro mortal, coloca suas mãos em uma arma indestrutível chamada de “Caixa de Pandora”. Xander recruta os “melhores soldados do mundo” para destruir o vilão e paralelamente tem que enfrentar uma resistência formada por governos corruptos de todo o mundo.

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Crítica: “Velozes e Furiosos 7” se despede de maneira honrosa de Paul Walker

Por Thiago Sampaio em Crítica

09 de Abril de 2015

Foto: Divulgação

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A franquia “Velozes e Furiosos” há tempos conquistou um público alvo, com garantia de bilheteria alta a cada edição e fórmula básica que mistura carros tunados e ação exagerada. Mas “Velozes e Furiosos 7” (Furious 7, 2015) chega aos cinemas com um ar de melancolia após a morte de Paul Walker em novembro de 2013, ironicamente em um acidente automobilístico. Eis que o novo filme tanto agrada em cheio aos fãs do gênero como também se despede de maneira digna de um dos seus protagonistas!

Sinopse

Após os acontecimentos em Londres, Dominic Toretto (Vin Diesel), Brian O’Conor (Paul Walker), Letty (Michelle Rodriguez) e o resto da equipe tiveram a chance de voltar para os Estados Unidos e recomeçarem suas vidas. Mas a tranquilidade do grupo é destruída quando Deckard Shaw (Jason Statham), um assassino profissional, quer vingança pela morte de seu irmão. Agora, a equipe tem que se reunir para impedir este novo vilão.

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Crítica: ‘Guardiões da Galáxia’ é um dos mais divertidos longas da Marvel Studios

Por Thiago Sampaio em Crítica

06 de agosto de 2014

Foto: Divulgação

Não resta dúvidas de que a Marvel Studios foi responsável por uma nova era de adaptações de super heróis dos HQs para os cinemas, com cores, ação, efeitos especiais, tudo em um mesmo universo e com um ar despretensioso, diferente do tom sério e realista implantado pela excelente trilogia Batman (2005, 2008, 2012), dirigida por Christopher Nolan. Porém, não deixa de ser uma surpresa ver que o duvidoso longa-metragem dos pouco conhecidos “Guardiões da Galáxia” (Guardians of the Galaxy, 2014), cuja primeira aparição aconteceu na revista “Marvel Super-Heroes” no fim dos anos 60, resultasse em um dos produtos mais divertidos do estúdio.

A trama apresenta Peter Quill (Chris Pratt), um caçador de recompensas que foi abduzido da Terra quando ainda era criança e usa alcunha de Senhor das Estrelas. Quando rouba uma esfera, na qual o poderoso vilão Ronan, da raça kree, está interessado, passa a ser procurado. Para escapar do perigo, Quill une forças com quatro inusitados seres: Groot (Vin Diesel), uma árvore humanoide; a misteriosa alienígena Gamora (Zoe Saldana); o guaxinim Rocket Racoon (Bradley Cooper) e o vingativo Drax, o Destruidor (Dave Bautista).

Pela sinopse, já é possível perceber que a história não apresenta nada de criativo. Mas eis onde mora a principal virtude de “Guardiões da Galáxia”: ele diverte do começo ao fim justamente por nunca se levar à sério. Com esse princípio, o roteiro do diretor James Gunn e Nicole Perlman consegue homenagear grandes clássicos do cinema sobre guerras intergalácticas brincando com os clichês do gênero e, principalmente, rindo das próprias bobagens sem nunca soar forçado. Em meio a tudo isso, encontra espaço para referências ao universo pop (até “Footloose”, de 1984, tem vez!) e uma trilha sonora que já nasce épica.

De cara, é impossível não lembrar de “Star Wars”: estão lá um mercenário galanteador com sua nave velha (Peter Quill/Han Solo), o ser gigantesco e de aparência monstruosa que apenas murmura (Groot/Chewbacca), um vilão de voz mecânica (Ronan/Darth Vader) e que é subordinado de outro ainda mais poderoso (Thanos/Darth Sidious); a existência de uma Frota Estrelar, etc. Tudo isso com uma direção de arte eficiente na captação da arquitetura exótica dos planetas, em que humanos e criaturas exóticas interagem entre si, lembrando também “Star Trek” e até “Flash Gordon”

Sem a fama dos seus “colegas” de outros filmes, os personagens têm carisma de sobra para carregar a produção. O ex-gordinho e agora malhado Chris Pratt (da série “Parks and Recreation”) traz leveza ao papel de um herói que, mesmo galã, é desengonçado e egocêntrico. E se Zoe Saldana está apenas correta como a alienígena Gamora, já que ela traz uma seriedade que foge à proposta do filme, o lutador de WWE (aquele Vale Tudo 100% encenado) Dave Bautista está convincente como Drax, uma figura sentimental e ingênua por trás de um corpo de brutamontes. O fato dele não entender certos hábitos e figuras de linguagens dos humanos garante bons momentos de diversão.

Genial por parte da produção em trazer Bradley Cooper e Vin Diesel para dublar Rocket Racoon e Groot, respectivamente. Contando com efeitos especiais impecáveis nas suas criações, a dupla tem tudo para cair nas graças de fãs. Principalmente o guaxinim por causa do seu humor sarcástico ao extremo, sendo a mente pensante do grupo, ao mesmo tempo em que esconde um lado depressivo por conta de sua forma física. E se Vin Diesel se limita a falar apenas “Eu sou Groot”, o “lado humano” mostrado pela árvore humanoide (o ator também serviu para a captação de movimentos) é suficiente para cativar o espectador.

O diretor James Gunn, que tinha um currículo bem duvidoso, como o terror trash “Seres Rastejantes” (Slither, 2006) e a medonha comédia pastelão “Para Maiores” (Movie 43, 2013), se mostra mais uma agradável surpresa. Sem apelar para a destruição exagerada, ele mantém o clima leve durante toda a projeção. Mesmo com cenas de ação eficientes e pontuais, como a fuga da prisão e o duelo final envolvendo guerras de naves e embates corporais, o tempo todo ele quebra a tensão através do humor, seja com uma piada propriamente dita ou um trejeito de algum dos personagens desconjuntados.

A trilha sonora, composta por sucessos retrô-trash dos anos 70 e 80, merece um capítulo à parte. Compilada através da fita “Awesome Mix Vol.1” que o protagonista ouve o tempo todo pelo walkman, ela consegue transmitir o ar nonsense do longa-metragem desde a cena inicial, quando vemos Peter Quill ainda criança ouvindo “I’m Not In Love”, de 10cc. Depois, a proposta despretensiosa é rasgada de vez na sequencia dos créditos iniciais, quando ele dança ao som de “Come And Get Your Love”, da Redbone, ao chegar em um planeta deserto para uma missão. Ver Escape (The Piña Colada Song), de Rupert Holmes, e Hooked On A Feeling, do Blue Swede, em momentos teoricamente densos, possibilita quem assiste abrir o sorrisinho de canto de rosto e bater a ponta do pé ao ritmo.

“Guardiões da Galáxia” nem de longe é um filme que ficará marcado por lições de vida ou cargas críticas. Mas dentro da proposta de garantir boa diversão, consegue cumprir com êxito como poucas superproduções conseguem, e ainda apresenta alguns personagens que serão vistos em “Os Vingadores 2: A Era de Ultron” (Avengers: Age of Ultron, 2015), como o Colecionador (Benicio Del Toro) e Thanos (Josh Brolin). Se bem que, ao sair da sala de cinema, você nem lembra que assistiu a mais um filme do universo de Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Viúva Negra, Gavião Arqueiro, Nick Fury…

Obs: Há uma cena pós-créditos com a participação de um inusitado personagem do universo Marvel.

Nota: 9,0

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Divulgado o primeiro trailer de ‘Guardiões da Galáxia’

Por Thiago Sampaio em Trailer

19 de Fevereiro de 2014

Guardiões da Galáxia - Foto: Divulgação

Guardiões da Galáxia – Foto: Divulgação

Enquanto “Os Vingadores 2” não chega, a superprodução “Guardiões da Galáxia”, outra equipe da Marvel Comics, promete aquecer a expectativa do fãs de adaptações dos quadrinhos para as telonas. O primeiro trailer foi divulgado e promete manter a essência das produções da Marvel Studios, com muita ação e humor.

Mas muitos devem estar se perguntando: “Quem são esses tais de Guardiões da Galáxia ?”. Desconhecidos do público em geral, o grupo é formado pelo aventureiro Peter Quill, o Senhor das Galáxias; Groot, uma árvore humanóide; Rocket Raccoon, um esquilo rápido no gatilho; e os alienígenas Drax – O Destruidor e Gamora. Eles formam uma espécie de patrulha que tenta impedir crises galácticas antes que elas aconteçam.

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Crítica: ‘Velozes e Furiosos 6’ corrige erros do anterior e garante boa diversão

Por Thiago Sampaio em Crítica

29 de Maio de 2013

Pôster de 'Velozes e Furiosos 6'

Foto: Divulgação

A franquia “Velozes & Furiosos” (2001-2014) já adquiriu uma fórmula e um número de fãs suficiente para ter quantas continuações os produtores bem entenderem. Não importa a história, mas tendo carros potentes e boas cenas de ação, está tudo certo. Após ridicularizar a imagem do Brasil no mediano quinto filme, de subtítulo Operação Rio (Fast Five, 2011), a série chega a Velozes e Furiosos 6 (Fast & Furious 6, 2013) corrigindo alguns defeitos do episódio anterior e com todos os ingredientes para o bom entretenimento do público alvo.

Antes de tudo, vale um breve contexto: depois de a série começar como uma despretensiosa obra de apreciação dos fãs de carros tunados no primeiro Velozes & Furiosos (The Fast and the Furious, 2001) – uma espécie de remake de Caçadores de Emoção (1991), a série focou mais no gênero policial a partir do quarto – Velozes & Furiosos 4 (Fast & Furious, 2009), quando os protagonistas originais (Vin Diesel, Paul Walker, Jordana Brewster e Michelle Rodriguez) se reúnem novamente. Os “rachas” deram vez às tramas de assalto, numa mistura de 11 Homens e Um Segredo (2001) com a ação exagerada de Missão Impossível (1996). E com resultados positivos na bilheteria cada vez maiores!

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Crítica: ‘Velozes e Furiosos 6’ corrige erros do anterior e garante boa diversão

Por Thiago Sampaio em Crítica

29 de Maio de 2013

Pôster de 'Velozes e Furiosos 6'

Foto: Divulgação

A franquia “Velozes & Furiosos” (2001-2014) já adquiriu uma fórmula e um número de fãs suficiente para ter quantas continuações os produtores bem entenderem. Não importa a história, mas tendo carros potentes e boas cenas de ação, está tudo certo. Após ridicularizar a imagem do Brasil no mediano quinto filme, de subtítulo Operação Rio (Fast Five, 2011), a série chega a Velozes e Furiosos 6 (Fast & Furious 6, 2013) corrigindo alguns defeitos do episódio anterior e com todos os ingredientes para o bom entretenimento do público alvo.

Antes de tudo, vale um breve contexto: depois de a série começar como uma despretensiosa obra de apreciação dos fãs de carros tunados no primeiro Velozes & Furiosos (The Fast and the Furious, 2001) – uma espécie de remake de Caçadores de Emoção (1991), a série focou mais no gênero policial a partir do quarto – Velozes & Furiosos 4 (Fast & Furious, 2009), quando os protagonistas originais (Vin Diesel, Paul Walker, Jordana Brewster e Michelle Rodriguez) se reúnem novamente. Os “rachas” deram vez às tramas de assalto, numa mistura de 11 Homens e Um Segredo (2001) com a ação exagerada de Missão Impossível (1996). E com resultados positivos na bilheteria cada vez maiores!

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