Tessa Thompson Archives - Cena Cultural 
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Cena Cultural

por Thiago Sampaio

Tessa Thompson

Crítica: “Creed II” mantém o bom nível dramático do seu antecessor

Por Thiago Sampaio em Crítica

31 de Janeiro de 2019

Foto: Divulgação

A saga Rocky sempre se destacou, pelo menos dentro da proposta do primeiro filme, de 1976, por trazer a luta como pano de fundo para o drama. Depois de seis filmes, a ideia de prolongar a franquia com o filho de Apollo Creed e o ícônico personagem de Sylvester Stallone como coadjuvante parecia arriscada, mas “Creed: Nascido para Lutar” (Creed, 2015) recebeu críticas positivas e garantiu a indicação ao Oscar para o querido ator da boca torta. Abordando uma nova história sobre superação, possibilitou uma continuidade, agora com Michael B. Jordan no posto principal. Felizmente, “Creed II” (idem, 2018) mantém o nível do anterior, retomando conflitos do passado e desenvolvendo novas relações. Não tem o fator surpresa, mas a tarefa de empolgar e emocionar é de novo bem sucedida.

Na trama, Adonis Creed (Jordan) saiu mais forte do que nunca de sua luta contra ‘Pretty’ Ricky Conlan, do longa anterior, e segue sua trajetória rumo ao campeonato mundial de boxe, contra toda a desconfiança que acompanha a sombra de seu pai e com o apoio de Rocky (Stallone). Sua próxima luta não será tão simples, ele precisa enfrentar um adversário que possui uma forte ligação com o passado de sua família: Viktor Drago (Florian Munteanu), filho de Ivan Drago (Dolph Lundgren), ex-adversário do seu mentor e responsável por matar o seu pai no ringue.
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Crítica: “Aniquilação” e o bom uso da ficção como metáfora para a autodestruição humana

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de Março de 2018

Foto: Divulgação

Desde os primórdios da humanidade, muito antes de o cinema existir, o gênero ficção científica já servia como ferramenta de cunho existencialista, para além apenas do entretenimento. Júlio Verne, H.G. Wells, dentre tantos outros nomes da literatura, já usavam suas artes imaginando transformação. E esta palavra é a força motriz deste “Aniquilação” (Annihilation, 2018), segundo longa dirigido por Alex Garland, que antes havia mostrado seu talento com o também sci-fi filosofal “Ex Machina: Instinto Artificial” (Ex Machina, 2014).

Novo longa que, por ter sido um fracasso nos Estados Unidos no fim de semana de estreia, foi vendido para a Netflix e lançado pela plataforma de streaming para o resto do mundo (deixando claro que não se trata de uma produção original). Em termos de expectativa e repercussão pela internet, deu muito certo! Mas dificilmente entrará para o hall dos grandes clássicos do gênero, apesar de render uma profunda reflexão.

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Crítica: “Thor: Ragnarok” diverte se encarado como uma comédia despretensiosa

Por Thiago Sampaio em Crítica

07 de novembro de 2017

Comprando essa ideia, temos uma aventura que diverte, ainda que o produto soe deslocado nesse universo já estabelecido.Dentro do mundo cinematográfico da Marvel, os dois filmes do Thor nunca foram unanimidade, sendo bem modesto, para não dizer que eles não agradaram de jeito nenhum. Mesmo com uma fórmula que mescla ação, efeitos especiais e humor já estabelecida, era preciso uma mudança radical se quisessem emplacar um terceiro longa. A solução? Transformar “Thor: Ragnarok” (idem, 2017) numa comédia assumida, beirando o pastelão, com resquícios daqueles personagens conhecidos. Comprando essa ideia, temos uma aventura que diverte, ainda que o produto soe deslocado nesse universo.

Na trama, Thor (Chris Hemsworth) retorna a Asgard, agora dominada pelo seu irmão Loki (Tom Hiddleston). Nas mãos de uma nova e poderosa ameaça, Hela (Cate Blanchett), ele acaba sendo preso no devastado planeta Sakaar, sem o seu martelo, colocando-o numa corrida contra o tempo para voltar ao seu mundo e impedir Ragnarok, a destruição total. Mas, primeiro, precisa sobreviver a uma luta mortal de gladiadores.

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Crítica: “Thor: Ragnarok” diverte se encarado como uma comédia despretensiosa

Por Thiago Sampaio em Crítica

07 de novembro de 2017

Comprando essa ideia, temos uma aventura que diverte, ainda que o produto soe deslocado nesse universo já estabelecido.Dentro do mundo cinematográfico da Marvel, os dois filmes do Thor nunca foram unanimidade, sendo bem modesto, para não dizer que eles não agradaram de jeito nenhum. Mesmo com uma fórmula que mescla ação, efeitos especiais e humor já estabelecida, era preciso uma mudança radical se quisessem emplacar um terceiro longa. A solução? Transformar “Thor: Ragnarok” (idem, 2017) numa comédia assumida, beirando o pastelão, com resquícios daqueles personagens conhecidos. Comprando essa ideia, temos uma aventura que diverte, ainda que o produto soe deslocado nesse universo.

Na trama, Thor (Chris Hemsworth) retorna a Asgard, agora dominada pelo seu irmão Loki (Tom Hiddleston). Nas mãos de uma nova e poderosa ameaça, Hela (Cate Blanchett), ele acaba sendo preso no devastado planeta Sakaar, sem o seu martelo, colocando-o numa corrida contra o tempo para voltar ao seu mundo e impedir Ragnarok, a destruição total. Mas, primeiro, precisa sobreviver a uma luta mortal de gladiadores.

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