Scarlett Johansson Archives - Cena Cultural 
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Cena Cultural

por Thiago Sampaio

Scarlett Johansson

Crítica: “Vingadores: Guerra Infinita” é a coroação de uma década do Universo Marvel nos cinemas

Por Thiago Sampaio em Crítica

27 de Abril de 2018

Foram 10 anos apresentando personagens existentes num mesmo universo para finalmente colocá-los juntos num clímax épico. Foram nada menos que 18 filmes e dezenas de heróis e vilões que caíram no gosto popular, seja para aqueles que cresceram lendo HQs e viram as páginas serem materializadas no cinema ou uma nova geração cultivada já pelos longa-metragens. “Vingadores: Guerra Infinita” (Avengers: Infinity War, 2018) é o terceiro ato de uma década da Marvel Studios, construído para ter uma dimensão maior do que tudo que já fora feito. E consegue! Honra cada um em cena, joga para o alto presentes para os fãs e deixa o território aberto para um desfecho ainda mais marcante.

A trama apresenta Thanos (Josh Brolin) disposto a reunir as seis Joias do Infinito. Para enfrentá-lo, os Vingadores precisam unir forças com os Guardiões da Galáxia, ao mesmo tempo em que lidam com desavenças entre alguns de seus integrantes. Para isso, precisam estar dispostos a sacrificar tudo em uma tentativa de derrotar o a ameaça antes que sua onda de devastação coloque um fim no universo.

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Crítica: “Lucy” mescla com eficiência ação e trama ambiciosa

Por Thiago Sampaio em Crítica

11 de setembro de 2014

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O diretor francês Luc Besson ficou conhecido por uma série de filmes de ação estilosos, como “Nikita – Criada Para Matar” (1990), “O Profissional” (1994) e “O Quinto Elemento” (1997). Ultimamente, tem se dedicado a produções menos badaladas como “Além da Liberdade” (2011), “A Família” (2013), e a franquia animada “Arthur” (2006, 2009, 2010), além de roteirizar e produzir inúmeros longas de ação como as franquias “Carga Explosiva” (2002, 2005, 2008) e “Busca Implacável” (2008, 2012). Agora com “Lucy” (idem, 2014), ele volta aos holofotes com Scarlett Johansson mais poderosa do que nunca e uma trama ambiciosa que vai além do lugar comum.

Sinopse

A trama apresenta Lucy (Scarlett Johansson), uma jovem rebelde que, por causa de uma armadilha armada por um interesse romântico, acaba refém de criminosos orientais. Ela acaba sendo obrigada a transportar drogas dentro do seu estômago, e, por acaso, ela acaba absorvendo as efeitos das substâncias e um efeito inesperado acontece: ela ganha poderes sobre-humanos, incluindo a telecinesia, a ausência de dor e a capacidade de adquirir conhecimento instantaneamente.

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Crítica: ‘Capitão América 2 – O Soldado Invernal’ é o filme mais maduro da Marvel Studios

Por Thiago Sampaio em Crítica

15 de Abril de 2014

Pôster de "Capitão América 2: O Soldado Invernal"

Pôster de “Capitão América 2: O Soldado Invernal” – Foto: Divulgação

Não tem como negar que a Marvel Studios implantou uma nova era de adaptações de super heróis dos quadrinhos para os cinemas. Com cores, ação, efeitos especiais, entretenimento de qualidade, tudo em um mesmo universo, “Homem de Ferro” (2008), “O Incrível Hulk” (2008), “Thor” (2011) e “Capitão América” (2011), até o êxtase máximo do mundo nerd quando eles se reúnem em “Os Vingadores” (2012), funcionaram perfeitamente dentro dos seus propósitos.

Considerado um dos menos badalados, o militar que leva no uniforme a bandeira dos EUA consegue surpreender nesta continuação, “Capitão América 2 – O Soldado Invernal” (Captain America: The Winter Soldier, 2014), pois se trata do mais maduro filme individual entre as franquias, acertando em quase todos os quesitos e indo além do deslumbre como diversão.

A história

A trama se passa dois anos após os acontecimentos de “Os Vingadores”. Steve Rogers (Chris Evans) continua a dedicar o seu trabalho com a agência S.H.I.E.L.D., ainda liderada por Nick Fury (Samuel L. Jackson), enquanto tenta se acostumar com o fato de que foi descongelado e acordou décadas depois de seu tempo. Em parceria com a agente Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), a Viúva Negra, ele é obrigado a enfrentar um misterioso inimigo conhecido como Soldado Invernal. Mas em meio às missões, diversas conspirações acometem a organização. Steve e Natasha passam a ser perseguidos e eles precisam agir sozinhos para desvendar segredos de escalas mundiais.

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Crítica: ‘Ela’ é uma verdadeira obra-prima do romance moderno

Por Thiago Sampaio em Crítica

21 de Fevereiro de 2014

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O amor é talvez o sentimento mais complexo existente. Quase sempre ele é acompanhado de outros fatores, como o ódio, a emoção, o desejo, a dúvida…mas quase nunca a razão. É, ele é capaz de muitas vezes nos tornar tolos, ou porque não, mais humanos. E por conseguir captar o quanto é abstrata, mas poderosa essa palavra de quatro letras, é que o cineasta Spike Jonze faz de “Ela” (Her, 2013), um dos filmes mais românticos de todos os tempos, mas nem por isso feliz.

A história

A trama se passa em um futuro próximo, na cidade de Los Angeles. Theodore Twombly (Joaquin Phoenix) é um homem solitário que trabalha escrevendo cartas pessoais e tocantes para outras pessoas. Com o coração partido após o final de um relacionamento, ele começa a ficar intrigado com um novo e avançado sistema operacional. Ao iniciá-lo, ele conhece “Samantha” (voz de Scarlett Johansson), uma voz feminina que, à medida em que eles trocam conversas, um sentimento recíproco começa a surgir.

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Crítica: ‘Ela’ é uma verdadeira obra-prima do romance moderno

Por Thiago Sampaio em Crítica

21 de Fevereiro de 2014

Foto: Divulgação

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O amor é talvez o sentimento mais complexo existente. Quase sempre ele é acompanhado de outros fatores, como o ódio, a emoção, o desejo, a dúvida…mas quase nunca a razão. É, ele é capaz de muitas vezes nos tornar tolos, ou porque não, mais humanos. E por conseguir captar o quanto é abstrata, mas poderosa essa palavra de quatro letras, é que o cineasta Spike Jonze faz de “Ela” (Her, 2013), um dos filmes mais românticos de todos os tempos, mas nem por isso feliz.

A história

A trama se passa em um futuro próximo, na cidade de Los Angeles. Theodore Twombly (Joaquin Phoenix) é um homem solitário que trabalha escrevendo cartas pessoais e tocantes para outras pessoas. Com o coração partido após o final de um relacionamento, ele começa a ficar intrigado com um novo e avançado sistema operacional. Ao iniciá-lo, ele conhece “Samantha” (voz de Scarlett Johansson), uma voz feminina que, à medida em que eles trocam conversas, um sentimento recíproco começa a surgir.

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