Ryan Reynolds Archives - Cena Cultural 
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Cena Cultural

por Thiago Sampaio

Ryan Reynolds

Crítica: “Deadpool 2” funciona ao ampliar a fórmula que deu certo no primeiro

Por Thiago Sampaio em Crítica

22 de Maio de 2018

Foto: Divulgação

O primeiro “Deadpool” (idem, 2016) foi essencial para quebrar o padrão dos filmes de super heróis que ainda são lançados em exaustão. Com censura imprópria para menores de 18 anos, piadas referentes a diversos ícones da cultura pop, tirando sarro das gafes e clichês do gênero e sem levar nem a si próprio à sério, deu uma guinada na carreira de Ryan Reynolds, que tomou este como seu projeto pessoal.

Isso, além de facilitar para que a Fox permitisse longas com traços autorais, nem tão voltados para o público infanto-juvenil, caso de “Logan” (idem, 2017). Era uma aposta arriscada, tanto que contou com um orçamento modesto. Assim, “Deadpool 2” (idem, 2018) chega com investimento bem maior, amplia suas pretensões, mas o resultado é semelhante justamente por seguir a fórmula que funcionou.

Na trama, o mercenário Wade Wilson (Reynolds), o Deadpool, combate criminosos ao redor de todo o mundo, enquanto traça planos futuros com a namorada Vanessa (Morena Baccarin). Quando o super soldado Cable (Josh Brolin) vem do futuro em uma missão para assassinar o jovem mutante Russel (Julian Dennison), o tagarela precisa aprender o que é ser herói de verdade para salvá-lo. Para isso, ele precisa recorrer a integrantes dos X-Men e inicia a formação de um novo grupo, a X-Force.

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Crítica: “Vida” é uma ficção/terror que fica à sombra das suas influências

Por Thiago Sampaio em Crítica

25 de Abril de 2017

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Não é das missões mais fáceis nos dias atuais tentar emplacar uma franquia de ficção científica totalmente original, sem pegar gancho como adaptação de algum anime ou série de TV, obra literária conhecida ou, principalmente, alguma saga consolidada ao longo dos anos (“Star Wars” e “Star Trek” estão aí até hoje). Por isso, “Vida” (Life, 2017) surge como um produto ousado, principalmente por partir para a vertente do horror, nem tão fácil de comercializar. Acontece que a influência de outras obras é tão nítida que fica difícil vê-lo como algo novo, soando mais como uma releitura.

Na trama, seis astronautas de diferentes nacionalidades estão em uma estação espacial, cujo objetivo maior é estudar amostras coletadas no solo de Marte por um satélite. Dentre elas está um ser unicelular que é despertado através dos equipamentos da própria estação. Tal descoberta – que ganha o nome de Calvin através de um concurso escolar – é intensamente celebrada por ser a primeira forma de vida encontrada fora da Terra. Só que, surpreendentemente, este ser se desenvolve de forma bastante rápida, ganhando novas células e uma capacidade destrutiva.

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Ryan Reynolds divulga a primeira imagem oficial de Deadpool

Por Thiago Sampaio em Cinema

27 de Março de 2015

Após muita expectativa, o próprio ator Ryan Reynolds divulgou nesta sexta-feira (27), através do seu Twitter, a primeira imagem dele com o uniforme do anti-herói Deadpool. E para os muitos que se decepcionaram com a participação do personagem em “X-Men Origens: Wolverine” (2009), desta vez, a primeira impressão foi positiva!

Com uniforme fiel ao das HQs e em uma pose bem debochada, a expectativa é que o humor sarcástico do personagem seja levado à produção. “Com grande poder, vem grande irresponsabilidade”, escreveu Ryan Reynolds na sua conta junto à imagem. Vale lembrar que o próprio ator terá a chance de redenção, após viver o próprio Deadpool em 2009 e, depois, encarnou o Lanterna Verde no filme de 2011. Nenhum deles foi recebido com boas críticas.

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Crítica: ‘R.I.P.D. – Agentes do Além’ é uma tortura de outro mundo

Por Thiago Sampaio em Crítica

05 de outubro de 2013

Pôster de ‘R.I.P.D. – Agentes do Além’

Foto: Divulgação

Imagine um filme misturando ficção e comédia sobre dois agentes – um é velho e ranzinza, o outro, é um jovem novato – que trabalham em uma organização ultra-secreta e lutam contra criaturas de outro mundo. Pensou em MIB – Homens de Preto? Nada mais natural. Porém, a estreia da vez é R.I.P.D. – Agentes do Além (R.I.P.D., 2013), adaptação da graphic novel escrita por Peter Lenkov, que se apresenta como uma cópia pra lá de mal feita e que não consegue agradar em nada.

A trama apresenta Nick Walker (Ryan Reynolds), um policial que morre em serviço. Porém, sua alma é enviada para o Departamento Descanse em Paz, uma espécie de agência que trabalha às escondidas na Terra. Devido à sua experiência, Nick logo é enviado de volta à Terra para trabalhar ao lado do veterano Roy Pulsipher (Jeff Bridges) para caçar os mortos que se recusam a fazer a migração.

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Crítica: ‘R.I.P.D. – Agentes do Além’ é uma tortura de outro mundo

Por Thiago Sampaio em Crítica

05 de outubro de 2013

Pôster de ‘R.I.P.D. – Agentes do Além’

Foto: Divulgação

Imagine um filme misturando ficção e comédia sobre dois agentes – um é velho e ranzinza, o outro, é um jovem novato – que trabalham em uma organização ultra-secreta e lutam contra criaturas de outro mundo. Pensou em MIB – Homens de Preto? Nada mais natural. Porém, a estreia da vez é R.I.P.D. – Agentes do Além (R.I.P.D., 2013), adaptação da graphic novel escrita por Peter Lenkov, que se apresenta como uma cópia pra lá de mal feita e que não consegue agradar em nada.

A trama apresenta Nick Walker (Ryan Reynolds), um policial que morre em serviço. Porém, sua alma é enviada para o Departamento Descanse em Paz, uma espécie de agência que trabalha às escondidas na Terra. Devido à sua experiência, Nick logo é enviado de volta à Terra para trabalhar ao lado do veterano Roy Pulsipher (Jeff Bridges) para caçar os mortos que se recusam a fazer a migração.

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