Paul Wernick Archives - Cena Cultural 
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Cena Cultural

por Thiago Sampaio

Paul Wernick

Crítica: “Deadpool 2” funciona ao ampliar a fórmula que deu certo no primeiro

Por Thiago Sampaio em Crítica

22 de Maio de 2018

Foto: Divulgação

O primeiro “Deadpool” (idem, 2016) foi essencial para quebrar o padrão dos filmes de super heróis que ainda são lançados em exaustão. Com censura imprópria para menores de 18 anos, piadas referentes a diversos ícones da cultura pop, tirando sarro das gafes e clichês do gênero e sem levar nem a si próprio à sério, deu uma guinada na carreira de Ryan Reynolds, que tomou este como seu projeto pessoal.

Isso, além de facilitar para que a Fox permitisse longas com traços autorais, nem tão voltados para o público infanto-juvenil, caso de “Logan” (idem, 2017). Era uma aposta arriscada, tanto que contou com um orçamento modesto. Assim, “Deadpool 2” (idem, 2018) chega com investimento bem maior, amplia suas pretensões, mas o resultado é semelhante justamente por seguir a fórmula que funcionou.

Na trama, o mercenário Wade Wilson (Reynolds), o Deadpool, combate criminosos ao redor de todo o mundo, enquanto traça planos futuros com a namorada Vanessa (Morena Baccarin). Quando o super soldado Cable (Josh Brolin) vem do futuro em uma missão para assassinar o jovem mutante Russel (Julian Dennison), o tagarela precisa aprender o que é ser herói de verdade para salvá-lo. Para isso, ele precisa recorrer a integrantes dos X-Men e inicia a formação de um novo grupo, a X-Force.

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Crítica: “Vida” é uma ficção/terror que fica à sombra das suas influências

Por Thiago Sampaio em Crítica

25 de Abril de 2017

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Não é das missões mais fáceis nos dias atuais tentar emplacar uma franquia de ficção científica totalmente original, sem pegar gancho como adaptação de algum anime ou série de TV, obra literária conhecida ou, principalmente, alguma saga consolidada ao longo dos anos (“Star Wars” e “Star Trek” estão aí até hoje). Por isso, “Vida” (Life, 2017) surge como um produto ousado, principalmente por partir para a vertente do horror, nem tão fácil de comercializar. Acontece que a influência de outras obras é tão nítida que fica difícil vê-lo como algo novo, soando mais como uma releitura.

Na trama, seis astronautas de diferentes nacionalidades estão em uma estação espacial, cujo objetivo maior é estudar amostras coletadas no solo de Marte por um satélite. Dentre elas está um ser unicelular que é despertado através dos equipamentos da própria estação. Tal descoberta – que ganha o nome de Calvin através de um concurso escolar – é intensamente celebrada por ser a primeira forma de vida encontrada fora da Terra. Só que, surpreendentemente, este ser se desenvolve de forma bastante rápida, ganhando novas células e uma capacidade destrutiva.

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Crítica: “Vida” é uma ficção/terror que fica à sombra das suas influências

Por Thiago Sampaio em Crítica

25 de Abril de 2017

Foto: Divulgação

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Não é das missões mais fáceis nos dias atuais tentar emplacar uma franquia de ficção científica totalmente original, sem pegar gancho como adaptação de algum anime ou série de TV, obra literária conhecida ou, principalmente, alguma saga consolidada ao longo dos anos (“Star Wars” e “Star Trek” estão aí até hoje). Por isso, “Vida” (Life, 2017) surge como um produto ousado, principalmente por partir para a vertente do horror, nem tão fácil de comercializar. Acontece que a influência de outras obras é tão nítida que fica difícil vê-lo como algo novo, soando mais como uma releitura.

Na trama, seis astronautas de diferentes nacionalidades estão em uma estação espacial, cujo objetivo maior é estudar amostras coletadas no solo de Marte por um satélite. Dentre elas está um ser unicelular que é despertado através dos equipamentos da própria estação. Tal descoberta – que ganha o nome de Calvin através de um concurso escolar – é intensamente celebrada por ser a primeira forma de vida encontrada fora da Terra. Só que, surpreendentemente, este ser se desenvolve de forma bastante rápida, ganhando novas células e uma capacidade destrutiva.

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