Netflix Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Netflix

Crítica: Razoável na ação e com roteiro frouxo, “Operação Fronteira” não justifica o elenco de peso

Por Thiago Sampaio em Crítica

19 de Março de 2019

Foto: Divulgação

Já virou comum a Netflix comprar produções questionáveis que provavelmente passariam desapercebidas pelos cinemas, mas chegam com força na plataforma de streaming. É o caso deste “Operação Fronteira” (Triple Frontier, 2019), que começou a ser produzido em meados de 2009 e quase nada do material original foi aproveitado. Apoiado no elenco de peso que inclui Ben Affleck, Oscar Isaac, Charlie Hunnam, Garrett Hedlund e Pedro Pascal, além da força de Kathryn Bigelow (vencedora do Oscar por “Guerra Ao Terror”, 2008) como produtora, o longa funciona em partes, ainda que o resultado de um modo geral seja bem esquecível.

Na trama, Tom Davis (Affleck), Santiago Garcia (Isaac), Francisco Morales (Pascal), William Miller (Hunnam) e Ben Miller (Hedlund) são cinco ex-soldados das Forças Especiais dos Estados Unidos que decidem se reunir para executar um plano arriscado: roubar um poderoso senhor do crime na fronteira que separa o Brasil da Colômbia e do Peru. No entanto, quando o esquema dá errado, os antigos companheiros de batalha precisarão lutar por suas vidas.
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Crítica: “Bird Box” cumpre em partes o potencial que tem

Por Thiago Sampaio em Crítica

06 de Janeiro de 2019

Foto: Divulgação

Nunca um longa-metragem produzido diretamente para a plataforma de streaming gerou tanta repercussão como “Bird Box” (idem, 2018), ou “Caixa de Pássaros”, como preferirem. Graças ao enorme marketing feito pela Netflix, incluindo até trailer nos cinemas e a vinda de Sandra Bullock para a Comic Con Experience 2018, em São Paulo. Tudo isso impulsionou a curiosidade, viralizando a marca dos olhos vendados, gerando memes e diversas notícias sobre o próprio longa, movimentando as redes sociais.

Afinal, vale tanta audiência? Lembrando que nem sempre popularidade é sinônimo de qualidade. Cumpre o entretenimento – mais até do que boa parte das produções originais da empresa – mas não vai muito além e não tem nada de original, pairando a dúvida se teria o mesmo sucesso caso tivesse sido lançado nas telonas.

A trama se passa em um mundo pós-apocalíptico em que Malorie (Sandra Bullock) e seus filhos precisam chegar em um refúgio para escapar de criaturas que, ao serem vistas, fazem pessoas se tornarem extremamente violentas e cometerem suicídio. De olhos vendados para não serem afetados, a família segue o curso de um rio para chegar a um prometido lugar seguro.

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Crítica: “Aniquilação” e o bom uso da ficção como metáfora para a autodestruição humana

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de Março de 2018

Foto: Divulgação

Desde os primórdios da humanidade, muito antes de o cinema existir, o gênero ficção científica já servia como ferramenta de cunho existencialista, para além apenas do entretenimento. Júlio Verne, H.G. Wells, dentre tantos outros nomes da literatura, já usavam suas artes imaginando transformação. E esta palavra é a força motriz deste “Aniquilação” (Annihilation, 2018), segundo longa dirigido por Alex Garland, que antes havia mostrado seu talento com o também sci-fi filosofal “Ex Machina: Instinto Artificial” (Ex Machina, 2014).

Novo longa que, por ter sido um fracasso nos Estados Unidos no fim de semana de estreia, foi vendido para a Netflix e lançado pela plataforma de streaming para o resto do mundo (deixando claro que não se trata de uma produção original). Em termos de expectativa e repercussão pela internet, deu muito certo! Mas dificilmente entrará para o hall dos grandes clássicos do gênero, apesar de render uma profunda reflexão.

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Crítica: “Aniquilação” e o bom uso da ficção como metáfora para a autodestruição humana

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de Março de 2018

Foto: Divulgação

Desde os primórdios da humanidade, muito antes de o cinema existir, o gênero ficção científica já servia como ferramenta de cunho existencialista, para além apenas do entretenimento. Júlio Verne, H.G. Wells, dentre tantos outros nomes da literatura, já usavam suas artes imaginando transformação. E esta palavra é a força motriz deste “Aniquilação” (Annihilation, 2018), segundo longa dirigido por Alex Garland, que antes havia mostrado seu talento com o também sci-fi filosofal “Ex Machina: Instinto Artificial” (Ex Machina, 2014).

Novo longa que, por ter sido um fracasso nos Estados Unidos no fim de semana de estreia, foi vendido para a Netflix e lançado pela plataforma de streaming para o resto do mundo (deixando claro que não se trata de uma produção original). Em termos de expectativa e repercussão pela internet, deu muito certo! Mas dificilmente entrará para o hall dos grandes clássicos do gênero, apesar de render uma profunda reflexão.

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