Michael Peña Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Michael Peña

Crítica: “Homem-Formiga e a Vespa” acerta ao ir na contramão do tom sério de “Guerra Infinita”

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de julho de 2018

Foto: Divulgação

O ano de 2018 marca os 10 anos da Marvel Studios e “Vingadores: Guerra Infinita” (Avengers: Infinity War, 2018) veio para coroar essa década que revolucionou as adaptações de super heróis para o cinema. Grandioso como deveria ser e com o final “incômodo” que alimenta a expectativa para a segunda parte, que estreia em 2019! Qualquer produção que viesse em seguida iria falhar feio se tentasse equiparar de alguma forma o impacto.

Justamente por ir na contramão que “Homem-Formiga e a Vespa” (Ant-Man and the Wasp, 2018), continuação do longa de 2015, acerta em cheio. Com tom despretensioso e leve, a produção tem plena consciência de que o protagonista em questão é menor (sem trocadilhos) do que os vizinhos mais famosos e brinca de maneira eficaz com a própria imagem, resultando numa agradável “Sessão da Tarde”.

Na trama, Scott Lang (Paul Rudd) lida com as consequências de suas escolhas tanto como super-herói quanto como pai. Enquanto tenta reequilibrar sua vida com suas responsabilidades como o Homem-Formiga, ele é confrontado por Hope van Dyne (Evangeline Lilly), que assumiu o traje da Vespa, e pelo Dr. Hank Pym (Michael Douglas) com uma nova missão urgente: resgatar Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, presa há décadas no mundo quântico.

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Crítica: “Perdido em Marte” é a redenção de Ridley Scott

Por Thiago Sampaio em Crítica

08 de outubro de 2015

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

No dia 28 de setembro de 2015, a Nasa divulga provas da existência de água líquida em Marte. Por “coincidência”, tal feito aconteceu na semana da estreia de “Perdido em Marte” (The Martian, 2015). Medida estratégica ou não de promoção do longa-metragem, o episódio serve para mostrar que o filme está longe de ser uma ficção científica distante da realidade. Mas acima de tudo, ela mostra a redenção do diretor Ridley Scott que, após anos oscilando entre produções irregulares, consegue transformar uma trama de sobrevivência em um inteligente produto inserido na cultura pop sem perder os cunhos científicos.

Sinopse

Adaptação do livro homônimo de Andy Weir, a trama conta a história do astronauta Mark Watney (Matt Damon), enviado a uma missão em Marte. Após uma severa tempestade ele é dado como morto, abandonado pelos colegas e acorda sozinho no misterioso planeta com escassos suprimentos, sem saber como reencontrar os companheiros ou retornar à Terra.

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Crítica: “Perdido em Marte” é a redenção de Ridley Scott

Por Thiago Sampaio em Crítica

08 de outubro de 2015

Foto: Divulgação

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No dia 28 de setembro de 2015, a Nasa divulga provas da existência de água líquida em Marte. Por “coincidência”, tal feito aconteceu na semana da estreia de “Perdido em Marte” (The Martian, 2015). Medida estratégica ou não de promoção do longa-metragem, o episódio serve para mostrar que o filme está longe de ser uma ficção científica distante da realidade. Mas acima de tudo, ela mostra a redenção do diretor Ridley Scott que, após anos oscilando entre produções irregulares, consegue transformar uma trama de sobrevivência em um inteligente produto inserido na cultura pop sem perder os cunhos científicos.

Sinopse

Adaptação do livro homônimo de Andy Weir, a trama conta a história do astronauta Mark Watney (Matt Damon), enviado a uma missão em Marte. Após uma severa tempestade ele é dado como morto, abandonado pelos colegas e acorda sozinho no misterioso planeta com escassos suprimentos, sem saber como reencontrar os companheiros ou retornar à Terra.

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