Mark Rylance Archives - Cena Cultural 
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Cena Cultural

por Thiago Sampaio

Mark Rylance

Crítica: “Jogador Número Um” é o melhor Spielberg “moleque” homenageando a cultura pop

Por Thiago Sampaio em Crítica

01 de Abril de 2018

Foto: Divulgação

Nos dias atuais, os chamados crossovers entre personagens de franquias diferentes, ou mesmo referências a ícones da cultura pop, é motivo de vibração para os nerds de plantão. “Jogador Número Um” (Ready Player One, 2018) é, de longe, o longa que mais apresenta esses chamarizes, o que já garantiria a diversão.

Mas, existia o risco de se resumir a essa nostalgia direcionada a um público alvo caso a obra tivesse caído nas mãos de qualquer outro diretor. Steven Spielberg é a alma dessa eletrizante adaptação, fazendo homenagens a elementos clássicos dos anos 80 que ele próprio ajudou a criar, porém, anda com as próprias pernas e soa contemporâneo.

A trama se passa num futuro distópico, em 2044. Wade Watts (Tye Sheridan), como o resto da humanidade, prefere a realidade virtual do complexo Oasis ao mundo real. Quando o criador do game, o excêntrico James Halliday (Mark Rylance) morre, os jogadores devem encontrar três chaves a partir de segredos dentro do jogo para conquistar sua fortuna inestimável, que inclui todos os direitos sobre o Oasis.

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Crítica: “Dunkirk” compensa o fraco roteiro com um espetáculo audiovisual

Por Thiago Sampaio em Crítica

10 de agosto de 2017

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O diretor Christopher Nolan, com apenas 10 longas no currículo, já atingiu o status de colocar o seu nome nos materiais de divulgação como principal referência a cada nova produção. Amem ou odeiem, fica a curiosidade pelo o que está por vir. Pela primeira vez ele se arrisca num filme de guerra e “Dunkirk” (idem, 2017) já nasce pretensioso por sair do lugar comum dos demais longas do gênero. É fato que ele entrega um show audiovisual inédito, o que já torna a experiência especial. É possível ver e ouvir o talento! Mas também tem abertura para aqueles que adoram tirar o seu valor.

A trama narra a Operação Dínamo, mais conhecida como a Evacuação de Dunquerque, em que soldados aliados da Bélgica, do Império Britânico e da França são rodeados pelo exército alemão e devem ser resgatados no início da Segunda Guerra Mundial. A história acompanha três momentos distintos: uma hora de confronto no céu, onde o piloto Farrier (Tom Hardy) precisa destruir um avião inimigo, um dia inteiro em alto mar, onde o civil britânico Dawson (Mark Rylance) leva seu barco de passeio para ajudar a resgatar o exército de seu país, e uma semana na praia, onde o jovem soldado Tommy (Fionn Whitehead) busca escapar a qualquer preço.

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Crítica: “Dunkirk” compensa o fraco roteiro com um espetáculo audiovisual

Por Thiago Sampaio em Crítica

10 de agosto de 2017

Foto: Divulgação

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O diretor Christopher Nolan, com apenas 10 longas no currículo, já atingiu o status de colocar o seu nome nos materiais de divulgação como principal referência a cada nova produção. Amem ou odeiem, fica a curiosidade pelo o que está por vir. Pela primeira vez ele se arrisca num filme de guerra e “Dunkirk” (idem, 2017) já nasce pretensioso por sair do lugar comum dos demais longas do gênero. É fato que ele entrega um show audiovisual inédito, o que já torna a experiência especial. É possível ver e ouvir o talento! Mas também tem abertura para aqueles que adoram tirar o seu valor.

A trama narra a Operação Dínamo, mais conhecida como a Evacuação de Dunquerque, em que soldados aliados da Bélgica, do Império Britânico e da França são rodeados pelo exército alemão e devem ser resgatados no início da Segunda Guerra Mundial. A história acompanha três momentos distintos: uma hora de confronto no céu, onde o piloto Farrier (Tom Hardy) precisa destruir um avião inimigo, um dia inteiro em alto mar, onde o civil britânico Dawson (Mark Rylance) leva seu barco de passeio para ajudar a resgatar o exército de seu país, e uma semana na praia, onde o jovem soldado Tommy (Fionn Whitehead) busca escapar a qualquer preço.

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