mark ruffalo Archives - Cena Cultural 
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Cena Cultural

por Thiago Sampaio

mark ruffalo

Crítica: “Vingadores: Guerra Infinita” é a coroação de uma década do Universo Marvel nos cinemas

Por Thiago Sampaio em Crítica

27 de Abril de 2018

Foram 10 anos apresentando personagens existentes num mesmo universo para finalmente colocá-los juntos num clímax épico. Foram nada menos que 18 filmes e dezenas de heróis e vilões que caíram no gosto popular, seja para aqueles que cresceram lendo HQs e viram as páginas serem materializadas no cinema ou uma nova geração cultivada já pelos longa-metragens. “Vingadores: Guerra Infinita” (Avengers: Infinity War, 2018) é o terceiro ato de uma década da Marvel Studios, construído para ter uma dimensão maior do que tudo que já fora feito. E consegue! Honra cada um em cena, joga para o alto presentes para os fãs e deixa o território aberto para um desfecho ainda mais marcante.

A trama apresenta Thanos (Josh Brolin) disposto a reunir as seis Joias do Infinito. Para enfrentá-lo, os Vingadores precisam unir forças com os Guardiões da Galáxia, ao mesmo tempo em que lidam com desavenças entre alguns de seus integrantes. Para isso, precisam estar dispostos a sacrificar tudo em uma tentativa de derrotar o a ameaça antes que sua onda de devastação coloque um fim no universo.

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Crítica: “Thor: Ragnarok” diverte se encarado como uma comédia despretensiosa

Por Thiago Sampaio em Crítica

07 de novembro de 2017

Comprando essa ideia, temos uma aventura que diverte, ainda que o produto soe deslocado nesse universo já estabelecido.Dentro do mundo cinematográfico da Marvel, os dois filmes do Thor nunca foram unanimidade, sendo bem modesto, para não dizer que eles não agradaram de jeito nenhum. Mesmo com uma fórmula que mescla ação, efeitos especiais e humor já estabelecida, era preciso uma mudança radical se quisessem emplacar um terceiro longa. A solução? Transformar “Thor: Ragnarok” (idem, 2017) numa comédia assumida, beirando o pastelão, com resquícios daqueles personagens conhecidos. Comprando essa ideia, temos uma aventura que diverte, ainda que o produto soe deslocado nesse universo.

Na trama, Thor (Chris Hemsworth) retorna a Asgard, agora dominada pelo seu irmão Loki (Tom Hiddleston). Nas mãos de uma nova e poderosa ameaça, Hela (Cate Blanchett), ele acaba sendo preso no devastado planeta Sakaar, sem o seu martelo, colocando-o numa corrida contra o tempo para voltar ao seu mundo e impedir Ragnarok, a destruição total. Mas, primeiro, precisa sobreviver a uma luta mortal de gladiadores.

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Crítica: “Spotlight: Segredos Revelados” é uma contundente aula de Jornalismo

Por Thiago Sampaio em Crítica

29 de Janeiro de 2016

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Qual é o limite entre a fé e a alienação? Essa linha tênue, capaz de quebrar crenças, é a força motriz de “Spotlight: Segredos Revelados” (“Spotlight”, 2015), indicado a seis Oscars (Melhor Filme; Diretor; Ator Coadjuvante; Atriz Coadjuvante; Edição e Roteiro Original). Baseado em fatos reais no caso que rendeu o prêmio Pulitzer de Jornalismo em 2003, o longa-metragem retrata de maneira digna uma realidade chocante – casos de pedofilia envolvendo a Igreja Católica – sob o ponto de vista da imprensa investigativa.

Enredo

O drama mostra um grupo de jornalistas em Boston, do veículo Boston Globe, que reúne milhares de documentos capazes de provar diversos casos de abuso de crianças causados por padres católicos. Quando o time de repórteres da equipe Spotlight mergulha nas alegações de pedofilia, a investigação de um ano desvenda décadas de encobrimento nos mais altos níveis dos estabelecimentos legais, religiosos e governamentais, desencadeando uma onda de revelações ao redor do mundo.

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Crítica: “Os Vingadores” tem todos os elementos para levar a êxtase os fãs do estilo

Por Thiago Sampaio em Crítica

01 de Maio de 2012

Heróis reunidos: um presente aos nerds de plantão – Foto: Divulgação

Depois de a Marvel Studios vir alimentando nos últimos anos as expectativas dos fãs de quadrinhos e filmes de super heróis através de “avisos” que as produções individuais de seus personagens (Homem de Ferro, Hulk, Thor e Capitão América) eram apenas partes de um projeto maior, reunindo todos eles, “Os Vingadores” chega às telas cumprindo o que prometia. Trata-se de um blockbuster completo, com muita ação, efeitos especiais eficientes e boas doses de humor.

A trama em geral não é nada criativa: um vilão de outro mundo (Loki, irmão de Thor) tenta se apoderar de um poderoso artefato alienígena para dominar um planeta subdesenvolvido (a Terra, óbvio) e os conhecidos heróis precisam se juntar para impedi-lo. Ainda assim, há uma bem aplicada crítica ao sistema em geral em tempos de guerra, de modo que nenhuma das figuras autoritárias, seja Nick Fury (Samuel L.Jackson), diretor da S.H.I.E.L.D., ou o governo dos Estados Unidos possuem razão em algo e não poupam mentiras (mesmo entre seus aliados) para garantirem seus interesses.

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Crítica: “Os Vingadores” tem todos os elementos para levar a êxtase os fãs do estilo

Por Thiago Sampaio em Crítica

01 de Maio de 2012

Heróis reunidos: um presente aos nerds de plantão – Foto: Divulgação

Depois de a Marvel Studios vir alimentando nos últimos anos as expectativas dos fãs de quadrinhos e filmes de super heróis através de “avisos” que as produções individuais de seus personagens (Homem de Ferro, Hulk, Thor e Capitão América) eram apenas partes de um projeto maior, reunindo todos eles, “Os Vingadores” chega às telas cumprindo o que prometia. Trata-se de um blockbuster completo, com muita ação, efeitos especiais eficientes e boas doses de humor.

A trama em geral não é nada criativa: um vilão de outro mundo (Loki, irmão de Thor) tenta se apoderar de um poderoso artefato alienígena para dominar um planeta subdesenvolvido (a Terra, óbvio) e os conhecidos heróis precisam se juntar para impedi-lo. Ainda assim, há uma bem aplicada crítica ao sistema em geral em tempos de guerra, de modo que nenhuma das figuras autoritárias, seja Nick Fury (Samuel L.Jackson), diretor da S.H.I.E.L.D., ou o governo dos Estados Unidos possuem razão em algo e não poupam mentiras (mesmo entre seus aliados) para garantirem seus interesses.

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