Kristin Scott Thomas Archives - Cena Cultural 
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Cena Cultural

por Thiago Sampaio

Kristin Scott Thomas

Crítica: “Tomb Raider: A Origem” traz Lara Croft mais humana e narrativa genérica

Por Thiago Sampaio em Crítica

27 de Março de 2018

Foto: Divulgação

Adaptar games para o cinema tem sido uma desgraça para os fãs dos jogos eletrônicos. Tá, vamos reconhecer que tiveram filmes bem piores do que os dois Tomb Raider (2001, 2003) estrelados por Angelina Jolie, mas eles também não agradaram em meio a tantos exageros e apelos sexuais. Seguindo a onda – já nem tão atual – de reboots, “Tomb Raider: A Origem” (Tomb Raider, 2018) chega com a oscarizada Alicia Vikander no papel principal e até acerta no tom mais realista, apesar do roteiro raso e o gosto final de mais um longa de ação genérico.

Na trama, aos 21 anos, Lara Croft (Vikander) leva a vida fazendo entregas de bicicleta pelas ruas de Londres, se recusando a assumir a companhia global do seu pai desaparecido (Dominic West) há sete anos, ideia que ela se recusa a aceitar. Tentando desvendar o sumiço do pai, ela decide largar tudo para ir até o último lugar onde ele esteve e inicia uma perigosa aventura numa ilha no Japão.

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Crítica: “O Destino de Uma Nação” é ágil e traz performance primorosa de Gary Oldman

Por Thiago Sampaio em Crítica

26 de Janeiro de 2018

Foto: Divulgação

Certas produções têm qualidades confundidas por causa da performance marcante de seus protagonistas. Casos, por exemplo, de Jamie Foxx em “Ray” (idem, 2004), Daniel Day Lewis em “Lincoln” (idem, 2012); dentre muitos outros exemplos. “O Destino de Uma Nação” (Darkest Hour, 2017), indicado a seis Oscars em 2018 (incluindo Melhor Filme) é um bom longa com típicos extremos de uma obra biográfica, porém, a atuação irretocável de Gary Oldman como Winston Churchill deu a ela uma visibilidade ampliada nos principais circuitos. Atenção esta, bem merecida, diga-se de passagem.

A trama se passa quando Winston Churchill (Oldman) está prestes a encarar um de seus maiores desafios: tomar posse do cargo de Primeiro Ministro da Grã-Bretanha. À beira de perder a guerra para a Alemanha, ele sofre pressão para fazer um acordo com Hitler para estabelecer o estado como parte do território do Terceiro Reich, mas resiste à pressão.

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Crítica: “O Destino de Uma Nação” é ágil e traz performance primorosa de Gary Oldman

Por Thiago Sampaio em Crítica

26 de Janeiro de 2018

Foto: Divulgação

Certas produções têm qualidades confundidas por causa da performance marcante de seus protagonistas. Casos, por exemplo, de Jamie Foxx em “Ray” (idem, 2004), Daniel Day Lewis em “Lincoln” (idem, 2012); dentre muitos outros exemplos. “O Destino de Uma Nação” (Darkest Hour, 2017), indicado a seis Oscars em 2018 (incluindo Melhor Filme) é um bom longa com típicos extremos de uma obra biográfica, porém, a atuação irretocável de Gary Oldman como Winston Churchill deu a ela uma visibilidade ampliada nos principais circuitos. Atenção esta, bem merecida, diga-se de passagem.

A trama se passa quando Winston Churchill (Oldman) está prestes a encarar um de seus maiores desafios: tomar posse do cargo de Primeiro Ministro da Grã-Bretanha. À beira de perder a guerra para a Alemanha, ele sofre pressão para fazer um acordo com Hitler para estabelecer o estado como parte do território do Terceiro Reich, mas resiste à pressão.

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