john hughes Archives - Cena Cultural 
Publicidade

Cena Cultural

por Thiago Sampaio

john hughes

Crítica: “Jogador Número Um” é o melhor Spielberg “moleque” homenageando a cultura pop

Por Thiago Sampaio em Crítica

01 de Abril de 2018

Foto: Divulgação

Nos dias atuais, os chamados crossovers entre personagens de franquias diferentes, ou mesmo referências a ícones da cultura pop, é motivo de vibração para os nerds de plantão. “Jogador Número Um” (Ready Player One, 2018) é, de longe, o longa que mais apresenta esses chamarizes, o que já garantiria a diversão.

Mas, existia o risco de se resumir a essa nostalgia direcionada a um público alvo caso a obra tivesse caído nas mãos de qualquer outro diretor. Steven Spielberg é a alma dessa eletrizante adaptação, fazendo homenagens a elementos clássicos dos anos 80 que ele próprio ajudou a criar, porém, anda com as próprias pernas e soa contemporâneo.

A trama se passa num futuro distópico, em 2044. Wade Watts (Tye Sheridan), como o resto da humanidade, prefere a realidade virtual do complexo Oasis ao mundo real. Quando o criador do game, o excêntrico James Halliday (Mark Rylance) morre, os jogadores devem encontrar três chaves a partir de segredos dentro do jogo para conquistar sua fortuna inestimável, que inclui todos os direitos sobre o Oasis.

Leia mais

Publicidade

Nossos jovens precisam de um novo John Hughes

Por Thiago Sampaio em Cinema

06 de Abril de 2012

John Hughes faleceu no dia 6 de agosto de 2009, vítima de um ataque cardíaco

Certas celebridades que já se foram certamente terão seus nomes imortalizados na História do Cinema. Chega a ser clichê citar Stanley Kubrick, Alfred Hitchcock ou Akira Kurosawa. Há um outro ser, cujo nome não chega a ser tão famoso com o grande público como esses citados, mas suas obras certamente inspiraram sentimentos em muitos jovens que cresceram durante a década de 80. Trata-se de John Hughes (1950-2009).

Pode-se dizer que Hughes é um diretor cujo estilo se encontra em decadência nos dias atuais. Não só pela limitação de muitos cineastas da nova geração (sem generalização, já que existe muita gente boa), mas pela mudança natural das gerações. Hughes sabia traçar um diálogo entre seus personagens jovens e o seu espectador, também jovem, de modo que cada um que estivesse do outro lado da tela se imaginasse dentro de seus filmes.

Começamos pelo seu “ícone” mais famoso: Ferris Bueller, personagem de “Curtindo a Vida Adoidado”. Quem nunca se imaginou na pele do garoto que resolve matar um dia de aula para viver um dia intenso? Não que faltar a aulas fosse algo correto, mas andar pela cidade com uma Ferrari, parar uma avenida inteira ao som de The Beatles, rir dos figurões da bolsa de valores, ou simplesmente apreciar a beleza da cidade do alto da Estátua da Liberdade, são sensações de liberdade únicas!

Leia mais

Publicidade

Nossos jovens precisam de um novo John Hughes

Por Thiago Sampaio em Cinema

06 de Abril de 2012

John Hughes faleceu no dia 6 de agosto de 2009, vítima de um ataque cardíaco

Certas celebridades que já se foram certamente terão seus nomes imortalizados na História do Cinema. Chega a ser clichê citar Stanley Kubrick, Alfred Hitchcock ou Akira Kurosawa. Há um outro ser, cujo nome não chega a ser tão famoso com o grande público como esses citados, mas suas obras certamente inspiraram sentimentos em muitos jovens que cresceram durante a década de 80. Trata-se de John Hughes (1950-2009).

Pode-se dizer que Hughes é um diretor cujo estilo se encontra em decadência nos dias atuais. Não só pela limitação de muitos cineastas da nova geração (sem generalização, já que existe muita gente boa), mas pela mudança natural das gerações. Hughes sabia traçar um diálogo entre seus personagens jovens e o seu espectador, também jovem, de modo que cada um que estivesse do outro lado da tela se imaginasse dentro de seus filmes.

Começamos pelo seu “ícone” mais famoso: Ferris Bueller, personagem de “Curtindo a Vida Adoidado”. Quem nunca se imaginou na pele do garoto que resolve matar um dia de aula para viver um dia intenso? Não que faltar a aulas fosse algo correto, mas andar pela cidade com uma Ferrari, parar uma avenida inteira ao som de The Beatles, rir dos figurões da bolsa de valores, ou simplesmente apreciar a beleza da cidade do alto da Estátua da Liberdade, são sensações de liberdade únicas!

(mais…)