jennifer lawrence Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

jennifer lawrence

“O Regresso” e “Perdido em Marte” são os principais vencedores do Globo de Ouro 2016

Por Thiago Sampaio em Cinema

11 de Janeiro de 2016

O Regresso - Foto: Divulgação

O Regresso – Foto: Divulgação

A Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood realizou, neste domingo (10), o Globo de Ouro 2016. Os grandes vencedores da noite foram “O Regresso” e “Perdido em Marte”, que levaram os prêmios de Melhor Filme de Drama e Comédia ou Musical, respectivamente. Os dois filmes também tiveram os seus protagonistas, Leonardo DiCaprio (sim, ele venceu!) e Matt Damon, premiados, o que promete acirrar a competição para o Oscar.

Confira a lista completa dos vencedores:

Cinema

Melhor Filme de Drama

Carol
Mad Max – Estrada da Fúria
O Regresso
Room
Spotlight – Segredos Revelados

Melhor Filme de Comédia ou Musical

A Grande Aposta
Joy – O Nome do Sucesso
Perdido em Marte
A Espiã Que Sabia de Menos
Descompensada

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Crítica: ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1’ prepara bem o terreno para a grande guerra final

Por Thiago Sampaio em Crítica

04 de dezembro de 2014

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Não é um bom sinal quando a adaptação de um único livro para os cinemas é dividida em duas partes por fins comerciais. Por isso, é inevitável a sensação que “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1” (The Hunger Games: Mockingjay – Part 1, 2014) serve apenas como ponte para o grande desfecho da saga, adaptada da trilogia literária de Suzanne Collins. Ainda assim, o longa mantém o grau de maturidade dos anteriores e, com uma abordagem mais melancólica, prepara bem o terreno para o conflito final.

Sinopse

Após ser resgatada do Massacre Quaternário pela resistência ao governo do presidente Snow (Donald Sutherland), Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) está abalada. A presidente Alma Coin (Julianne Moore) e Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman) querem que Katniss assuma o papel do tordo, o símbolo que a resistência precisa para mobilizar a população. Após uma certa relutância, Katniss aceita a proposta desde que a resistência se comprometa a resgatar Peeta Mellark (Josh Hutcherson) e os demais Vitoriosos mantidos prisioneiros pela Capital.

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Divulgado o novo trailer de ‘X-Men – Dias de um Futuro Esquecido’

Por Thiago Sampaio em Trailer

24 de Março de 2014

Novo pôster de 'X-Men - Dias de um Futuro Esquecido'

Novo pôster de ‘X-Men – Dias de um Futuro Esquecido’ – Foto: Divulgação

Foi divulgado nesta segunda-feira (24) o novo trailer de “X-Men – Dias de um Futuro Esquecido”, que estreia no dia 22 de maio. A prévia é bem maior do que a divulgada anteriormente, com 2:35 de duração, mostrando muita ação e quase todos os personagens. E uma coisa fica clara: será sem dúvidas a produção mais grandiosa da franquia “X-Men” e talvez de todos os filmes de super-heróis.

O longa mistura a geração de mutantes da trilogia original com a geração apresentada em “X-Men – Primeira Classe” (2011). No futuro, mutantes são mantidos em campos de concentração e Wolverine (Hugh Jackman), um dos poucos remanescentes, se conecta com sua versão do passado para alertá-la do perigo e tentar alterar o curso dos eventos apocalípticos.

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Confira a lista completa de indicados ao Oscar de 2014

Por Thiago Sampaio em Cinema

16 de Janeiro de 2014

"Trapaça" (American Hustle) surge como um dos favoritos ao Oscar de 2014

“Trapaça

A Academia divulgou nesta quinta-feira (16) a lista de indicados ao Oscar de 2014. “Trapaça”, de David O’Russell, e “Gravidade”, de Alfonso Cuarón, lideram com 10 indicações cada. O vencedor do Globo de Ouro, “12 Anos de Escravidão”, de Steve McQueen, também chega com força: 9 indicações. Essas três produções despontam como favoritas na disputa do principal prêmio, com “Nebraska” (6 indicações) e “O Lobo de Wall Street” (5 indicações) correndo por fora.

Entre as curiosidades estão a ausência do nome de Tom Hanks ao prêmio de Melhor Ator por “Capitão Phillips”, além do esquecimento completo de “Rush – No Limite da Emoção” que, apesar da fraca bilheteria ao redor do mundo, acumulou críticas positivas e esperava-se indicações, pelo menos, nas categorias Melhor Filme e Melhor Ator Coadjuvante (para Daniel Brühl).

Confira a lista completa dos indicados

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Crítica: ‘Jogos Vorazes: Em Chamas’ supera o original em maturidade

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de novembro de 2013

Pôster de 'Jogos Vorazes: Em Chamas'

Foto: Divulgação

Quando escrevi sobre o primeiro “Jogos Vorazes” (The Hunger Games, 2012), destaquei que a nova série de adaptações de livros de sucesso recentes (de Suzanne Collins) se diferenciava bastante de modinhas, como “A Saga Crepúsculo”, por não infantilizar o seu público, apresentando um bom grau de maturidade.

Nesta continuação, intitulada “Em Chamas” (The Hunger Games: Catching Fire, 2013), o resultado consegue ser ainda superior, fortalecendo o teor crítico, porém, sem perder as raízes de uma superprodução e ainda prepara de maneira eficiente o clímax que está por vir no episódio final.

Na trama, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) e Peeta Mellark (Josh Hutcherson) viajam em turnê após vencerem a última edição dos Jogos Vorazes. Porém, os organizadores estão insatisfeitos após o final frustrante, do ponto de vista deles, do reality show. Enquanto isso, uma rebelião dos 12 Distritos contra a opressiva Capital é iniciada. Como forma de despistar o contexto social, Katniss e Peeta são obrigados a participar de uma edição especial dos jogos, o Massacre Quaternário, envolvendo os campeões das últimas edições.

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Crítica: ‘O Lado Bom da Vida’ é loucamente cativante

Por Thiago Sampaio em Crítica

21 de Fevereiro de 2013

O Lado Bom da Vida

O Lado Bom da Vida – Foto: Divulgação

Parece regra, mas todos os anos figura entre os indicados ao Oscar aquele filme “bonitinho”, mas que todos sabem que não vai levar o prêmio principal. Seguindo os passos de “Pequena Miss Sunshine”, “Juno”, entre outros, “O Lado Bom da Vida” é um ótimo exemplar de uma comédia romântica com todos os ingredientes diferenciados para divertir, perturbar e emocionar o espectador.

Baseado no livro escrito por Matthew Quick, a história apresenta Pat Solitano Jr. (Bradley Cooper), um homem que perdeu quase tudo na vida após se descontrolar ao flagrar a esposa com outro homem. Depois de passar um tempo internado em um sanatório, ele volta a morar com os pais e acredita ser possível passar por cima de todos os problemas do passado até reconquistar a mulher que ama. Mas em seu retorno, ele acaba conhecendo Tiffany (Jennifer Lawrence), uma mulher também problemática que pode provocar mudanças em seus planos futuros.

Indicado a oito Oscars (incluindo Melhor Filme, Diretor, Ator, Atriz, Ator Coadjuvante e Roteiro Adaptado), “O Lado Bom da Vida” traz como ponto forte a carga dramática por trás dos personagens, mesmo com uma trama leve. O casal principal foge do padrão “fofinhos de Hollywood” e o modo como se completam através dos problemas e o jeito como são julgados pelos olhares dos outros são a força motriz do longa metragem. Afinal, o que define alguém ser louco, devasso, ou simplesmente diferente?

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Crítica: “Jogos Vorazes” inicia com pé direito franquia promissora

Por Thiago Sampaio em Crítica

06 de Abril de 2012

Pôster nacional de “Jogos Vorazes” – Foto: Divulgação

É um péssimo sinal quando um filme é vendido como “uma das maiores franquias depois de ‘Crepúsculo’ e ‘Harry Potter’”, transmitindo a impressão de ser apenas mais um produto com cunhos meramente comerciais. Mas o lado bom é que, tirando o fato de também se basear em uma série de livros (de Suzanne Collins), “Jogos Vorazes” em nada se assemelha às outras sagas e se mostra bem mais sério e eficiente do que propagado.

A história se passa num futuro distante, depois da extinção da América do Norte, quando a população é dividida em 13 distritos. Anualmente, dois jovens representantes de cada distrito são sorteados para participar de um reality show mortal. Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) é um deles, que se vê obrigada a participar da competição para salvar sua irmã e conseguir a liberdade de seu povo. Ao seu lado, o escolhido é o adolescente Peeta Mellarck (Josh Hutcherson), com quem precisa aprender a conviver.

Os roteiristas Billy Ray e Gary Ross conseguem adaptar de maneira uniforme e eficaz os três atos do livro: a apresentação dos personagens e seus dilemas internos; o treinamento e a etapa de divulgação do programa; e os jogos em si, quando a ação toma vez. Por mais que o segundo ato pareça demorado, ele se mostra necessário para captar a essência do longa. O roteiro só derrapa ao forçar a inclusão de um triângulo amoroso, já que um dos envolvidos tem pouca participação na história, deixando o mote para uma continuação e a subtrama fica um tanto deslocada neste primeiro episódio. Mas de um modo geral, os longos 144 minutos passam de maneira rápida, devido o entretenimento garantido.

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Crítica: “Jogos Vorazes” inicia com pé direito franquia promissora

Por Thiago Sampaio em Crítica

06 de Abril de 2012

Pôster nacional de “Jogos Vorazes” – Foto: Divulgação

É um péssimo sinal quando um filme é vendido como “uma das maiores franquias depois de ‘Crepúsculo’ e ‘Harry Potter’”, transmitindo a impressão de ser apenas mais um produto com cunhos meramente comerciais. Mas o lado bom é que, tirando o fato de também se basear em uma série de livros (de Suzanne Collins), “Jogos Vorazes” em nada se assemelha às outras sagas e se mostra bem mais sério e eficiente do que propagado.

A história se passa num futuro distante, depois da extinção da América do Norte, quando a população é dividida em 13 distritos. Anualmente, dois jovens representantes de cada distrito são sorteados para participar de um reality show mortal. Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) é um deles, que se vê obrigada a participar da competição para salvar sua irmã e conseguir a liberdade de seu povo. Ao seu lado, o escolhido é o adolescente Peeta Mellarck (Josh Hutcherson), com quem precisa aprender a conviver.

Os roteiristas Billy Ray e Gary Ross conseguem adaptar de maneira uniforme e eficaz os três atos do livro: a apresentação dos personagens e seus dilemas internos; o treinamento e a etapa de divulgação do programa; e os jogos em si, quando a ação toma vez. Por mais que o segundo ato pareça demorado, ele se mostra necessário para captar a essência do longa. O roteiro só derrapa ao forçar a inclusão de um triângulo amoroso, já que um dos envolvidos tem pouca participação na história, deixando o mote para uma continuação e a subtrama fica um tanto deslocada neste primeiro episódio. Mas de um modo geral, os longos 144 minutos passam de maneira rápida, devido o entretenimento garantido.

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