Jeff Goldblum Archives - Cena Cultural 
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Cena Cultural

por Thiago Sampaio

Jeff Goldblum

Flashback: 25 anos depois, “Jurassic Park” continua uma obra-prima à frente de sua época

Por Thiago Sampaio em Flashback

13 de junho de 2018

Foto: Divulgação

O tempo passa rápido. Tanto que já fazem 25 anos que chegava aos cinemas “Jurassic Park” (idem, 1993) – ou “Parque dos Dinossauros”, como preferirem – para mudar a percepção geral de superprodução. Como forma de comemorar o aniversário e também promover “Jurassic World: Reino Ameaçado” (Jurassic World: Fallen Kingdom, 2018), novo longa da longínqua franquia, o original foi relançado nos cinemas, com cópias convertidas para Imax 3D.

E conferir a obra nas telonas nos dias atuais só confirma que aquele era um filme que estava bem à frente de sua época e, com o passar dos anos e o lançamento de novos derivados, se torna ainda mais irretocável.

Na trama, um parque construído por um milionário tem como atração, para futuros visitantes, dinossauros diversos, extintos há sessenta e cinco milhões de anos. Isto é possível por ter sido encontrado um inseto fossilizado, que tinha sugado sangue destes dinossauros, de onde pôde-se isolar o DNA, o código químico da vida, e, a partir deste ponto, recriá-los em laboratório. O proprietário convoca uma equipe de especialistas para dar o veredito sobre a viabilidade do parque funcionar. Mas, o que parecia ser um sonho se torna um pesadelo, quando a experiência sai do controle de seus criadores.

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Crítica: “Thor: Ragnarok” diverte se encarado como uma comédia despretensiosa

Por Thiago Sampaio em Crítica

07 de novembro de 2017

Comprando essa ideia, temos uma aventura que diverte, ainda que o produto soe deslocado nesse universo já estabelecido.Dentro do mundo cinematográfico da Marvel, os dois filmes do Thor nunca foram unanimidade, sendo bem modesto, para não dizer que eles não agradaram de jeito nenhum. Mesmo com uma fórmula que mescla ação, efeitos especiais e humor já estabelecida, era preciso uma mudança radical se quisessem emplacar um terceiro longa. A solução? Transformar “Thor: Ragnarok” (idem, 2017) numa comédia assumida, beirando o pastelão, com resquícios daqueles personagens conhecidos. Comprando essa ideia, temos uma aventura que diverte, ainda que o produto soe deslocado nesse universo.

Na trama, Thor (Chris Hemsworth) retorna a Asgard, agora dominada pelo seu irmão Loki (Tom Hiddleston). Nas mãos de uma nova e poderosa ameaça, Hela (Cate Blanchett), ele acaba sendo preso no devastado planeta Sakaar, sem o seu martelo, colocando-o numa corrida contra o tempo para voltar ao seu mundo e impedir Ragnarok, a destruição total. Mas, primeiro, precisa sobreviver a uma luta mortal de gladiadores.

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Crítica: “Thor: Ragnarok” diverte se encarado como uma comédia despretensiosa

Por Thiago Sampaio em Crítica

07 de novembro de 2017

Comprando essa ideia, temos uma aventura que diverte, ainda que o produto soe deslocado nesse universo já estabelecido.Dentro do mundo cinematográfico da Marvel, os dois filmes do Thor nunca foram unanimidade, sendo bem modesto, para não dizer que eles não agradaram de jeito nenhum. Mesmo com uma fórmula que mescla ação, efeitos especiais e humor já estabelecida, era preciso uma mudança radical se quisessem emplacar um terceiro longa. A solução? Transformar “Thor: Ragnarok” (idem, 2017) numa comédia assumida, beirando o pastelão, com resquícios daqueles personagens conhecidos. Comprando essa ideia, temos uma aventura que diverte, ainda que o produto soe deslocado nesse universo.

Na trama, Thor (Chris Hemsworth) retorna a Asgard, agora dominada pelo seu irmão Loki (Tom Hiddleston). Nas mãos de uma nova e poderosa ameaça, Hela (Cate Blanchett), ele acaba sendo preso no devastado planeta Sakaar, sem o seu martelo, colocando-o numa corrida contra o tempo para voltar ao seu mundo e impedir Ragnarok, a destruição total. Mas, primeiro, precisa sobreviver a uma luta mortal de gladiadores.

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