Jason Momoa Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Jason Momoa

Crítica: James Wan salva “Aquaman” de um fracasso ao abraçar a cafonice

Por Thiago Sampaio em Crítica

18 de dezembro de 2018

Foto: Divulgação

Em tempos em que filmes de super-heróis são lançados a torto e direito, era uma missão bem complicada emplacar um longa sobre um ser que fala com peixes e pega carona num cavalo marinho rosa. Praticamente impossível levar à sério. A tarefa se torna ainda mais complicada em meio às adaptações para o cinema da DC Comics, marcadas pelo tom sombrio e “realista” de Zack Snyder (aqui produtor executivo). Mas o grande triunfo de “Aquaman” (idem, 2018) foi ter caído nas mãos de James Wan. Compreendendo o folclore pejorativo em torno do personagem, o longa abraça os exageros e, acertadamente, não busca transmitir o respaldo que não tem. É brega como o seu conceito e, no fim, acerta como diversão passageira. O que não impede de ser esquecível.

Na trama, filho de um humano com uma atlante, Arthur Curry (Jason Momoa) cresce com as capacidades metahumanas de seu povo. Quando seu irmão Orm (Patrick Wilson) deseja se tornar o Mestre dos Oceanos, subjugando os demais reinos aquáticos para que possa atacar a superfície, cabe a ele a tarefa de impedir a guerra iminente.

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Crítica: “Liga da Justiça” acerta na leveza, porém, é esquecível

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de novembro de 2017

Foram décadas de espera por parte de fãs para ver a Liga da Justiça materializada com atores reais no cinema. Acontece que, como a Marvel partiu na frente nessa tarefa de apresentar os seus heróis e juntá-los num mesmo projeto, coube à DC Comics correr atrás do tempo perdido.

Foto: Divulgação

Foram décadas de espera por parte de fãs para ver a Liga da Justiça materializada com atores reais no cinema. Acontece que, como a Marvel partiu na frente nessa tarefa de apresentar os seus heróis e juntá-los num mesmo projeto, coube à DC Comics correr atrás do tempo perdido.

O tom pesado e irregular de “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (Batman v Superman: Dawn of Justice, 2016) e, principalmente, a bagunça generalizada que foi “Esquadrão Suicida” (Suicide Squad, 2016) não foram nada animadores. Mas para o alívio geral, “Liga da Justiça” (Justice League, e 2017) busca reparar os próprios erros. Não decepciona justamente por apostar no caminho sem risco. Garante aquela diversão momentânea sem tentar disfarçar que estamos diante de uma aventura genérica.

Na trama, impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade após a morte do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha recrutam um time de meta-humanos, que inclui Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller), que terão a missão de proteger as caixas maternas que, se caírem nas mãos da nova ameaça, pode culminar no apocalipse.

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Crítica: “Liga da Justiça” acerta na leveza, porém, é esquecível

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de novembro de 2017

Foram décadas de espera por parte de fãs para ver a Liga da Justiça materializada com atores reais no cinema. Acontece que, como a Marvel partiu na frente nessa tarefa de apresentar os seus heróis e juntá-los num mesmo projeto, coube à DC Comics correr atrás do tempo perdido.

Foto: Divulgação

Foram décadas de espera por parte de fãs para ver a Liga da Justiça materializada com atores reais no cinema. Acontece que, como a Marvel partiu na frente nessa tarefa de apresentar os seus heróis e juntá-los num mesmo projeto, coube à DC Comics correr atrás do tempo perdido.

O tom pesado e irregular de “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (Batman v Superman: Dawn of Justice, 2016) e, principalmente, a bagunça generalizada que foi “Esquadrão Suicida” (Suicide Squad, 2016) não foram nada animadores. Mas para o alívio geral, “Liga da Justiça” (Justice League, e 2017) busca reparar os próprios erros. Não decepciona justamente por apostar no caminho sem risco. Garante aquela diversão momentânea sem tentar disfarçar que estamos diante de uma aventura genérica.

Na trama, impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade após a morte do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha recrutam um time de meta-humanos, que inclui Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller), que terão a missão de proteger as caixas maternas que, se caírem nas mãos da nova ameaça, pode culminar no apocalipse.

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